Seguidores
sábado, 10 de outubro de 2026
sexta-feira, 9 de outubro de 2026
domingo, 4 de outubro de 2026
domingo, 20 de setembro de 2026
segunda-feira, 14 de setembro de 2026
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
sábado, 5 de setembro de 2026
quinta-feira, 3 de setembro de 2026
Dominada por Tentaculos
Você deve estar se perguntando como isso aconteceu... Bem, eu sou, ou era, uma menina virgem ainda não descobri se tentáculos mágicos contam para virgindade. Eu sou uma mulher virgem aos 26 anos e você pode imaginar que não é fácil lidar com o tesao que eu sinto.
Eu me masturbava todo dia, já me toquei durante a aula, no ônibus, mas confesso que me tocar na praia era meu hobby favorito porem quanto mais eu me masturbava mais difícil era gozar até que eu fui mudando o que usava. Comecei usando canetas depois fui ara escovas de dente, quina da mesa, e até mesmo meu ursinho de pelúcia tem cheiro de xoxota depois que passei um dia inteiro usando esfregando-o na minha xoxota, me rendeu uma bela assadura.
Mas mesmo sendo viciada em siririca eu nunca experimentei nada na porta dos fundos, acho bizarro, tipo, só deveria sair coisas de lá jamais entrar. Esse é definitivamente um dos limites que nunca vou ultrapassar.
Agora vocês já podem imaginar como uma lata de Monster foi parar dentro da minha xereca. Eu só queria gozar.
Sentir aquela lata me preenchendo, me ocupando, o metal gelado dentro de mim, a rigidez que eu sentia dentro da minha vagina era bom, mas não o suficiente então eu decido investigar o quarto da minha mãe.
Minha mãe era uma mulher de 45 anos, solteira, ruiva com quadris largos e peitos grandes e caídos graças a gravidez, era menor que eu e era toda esquentadinha.
De vez enquanto eu ouvia uns gemidos misteriosos vindo do quarto dela de madrugada, eram altos ao ponto de me acordarem e eu fiquei curiosa pra saber o que fazia ela acordar toda tímida de manhã então eu espero ela dormir e entro no quarto dela sem acender a luz e de meias pra não fazer barulho e vou direto pro armário dela, a ultima porta era a que ela sempre dizia pra eu não abrir e até então eu sempre tinha respeitado esse pedido, mas dessa vez não .
Eu abri a porta com um leve rangido, olhei pra minha mãe e ela seguia dormindo, me surpreendi quando olhei o que tinha mesmo estando escuro deu pra ver um monte de brinquedinhos. E eu aqui usando a quina da cama! tinha um pau de borracha gigante, vários vibradores, 4 plug de tamanhos diferentes tinha ate lingerie***.*** Pra quem ela usaria isso???
De canto de olho eu vejo um dildo que parecia brilhar, era um tentáculo de um rosa meio arroxeado, liso e mole, quando eu peguei tive a impressão que ele era meio quente e uma leve pulsação como algo adormecido**.**
Eu saio com ele ansiosa pra me divertir fecho a porta com todo cuidado e vou direto pro meu quarto tranco a porta e me sento na cama, fico meio receosa, mas enfio o tentáculo na minha boceta e ele realmente tinha um calorzinho. Sinto ela tocar o fundo da minha boceta e começo a roçar devagar aproveitando a sensação de conexão que o tentáculo me dava. Um calor vai subindo da minha boceta pro resto do corpo ate que eu estou a sentar freneticamente sempre a beira do orgasmo sem nunca gozar. Era uma tortura.
De repente eu sinto algo tocando meu cu e imediatamente paro de sentar forte e vejo que o tentáculo agora tinha uma ramificação agora o tentáculo pulsava forte e tava quentinho uma delícia. Eu fiquei um pouco assustada porem eu só queria gozar. Eu rebolo mais rápido esfregando meu clítoris no lençol branco que já tava ficando meio ensopado.
O novo tentáculo me invade o cu suavemente, ia pincelando explorando e se expandindo a cada gemido meu. Tinha um tentáculo crescendo no meu cu e um ate o fundo da minha xoxota soltando um liquido espesso que vazava molhando a cama. dois novos tentáculos crescendo ate meus seios claros e macios e vão apertando-os.
Eu estava louca de tesão, mas não gozava. Do nada os tentáculos me levantam, eu tento resistir assustada mais surgem mais duas ramificações que seguram meus braços me imobilizando. Os tentáculos começam a foder meu cu e xota com movimentos próprios enquanto eu estou suspensa no ar, mais um tentáculo surge e invade a minha boca me impedindo de gemer livremente, gemidos que já tinham se tornado um grito de prazer desesperado apenas queria gozar, só isso, não era pedir muito.
Eu sou fodida em todos os buracos por um tentáculo que e alimentava do meu prazer para crescer ate que amanhece e o tentáculo depois de me preencher de todas as formas possíveis finalmente para de crescer e repentinamente eu tenho o maior orgasmo da minha vida, um jorro de mel escorre da minha boceta como numa cachoeira, sem conseguir me controlar acabo me mijando um pouco também e o tentáculo começa a se escolher, murchar, eu só aceito sem forcas para fazer nada depois de passar uma madrugada inteira por um orgasmo.
Quando me recupero lembro de devolver o dildo pro armário da minha mãe, não sabia se ela tinha escutado algo ou não, não pensei nela naqueles momentos. Vesti minha calcinha e sai do quarto e para o meu espanto minha mãe estava dormindo encostada na parede do meu quarto com um vibrador na boceta...
sábado, 22 de agosto de 2026
quarta-feira, 19 de agosto de 2026
sexta-feira, 14 de agosto de 2026
terça-feira, 4 de agosto de 2026
Trans zarolha si masturba e goza com um dido no rabo
domingo, 2 de agosto de 2026
quinta-feira, 30 de julho de 2026
sábado, 25 de julho de 2026
quarta-feira, 22 de julho de 2026
quinta-feira, 2 de julho de 2026
domingo, 7 de junho de 2026
quarta-feira, 27 de maio de 2026
terça-feira, 26 de maio de 2026
sábado, 9 de maio de 2026
terça-feira, 5 de maio de 2026
segunda-feira, 4 de maio de 2026
quinta-feira, 9 de abril de 2026
sábado, 28 de março de 2026
domingo, 15 de março de 2026
quinta-feira, 5 de março de 2026
Kmilinha Séries: Almas Gêmeas - Parte 23
terça-feira, 24 de fevereiro de 2026
engravidei a vizinha 2
Meses se passaram desde aquela tarde insana no sofá. O marido da Mariana continuava viajando mais do que em casa, e o que começou como uma traição impulsiva virou algo constante, quase rotina. Ela confirmou a gravidez duas semanas depois — o teste positivo veio com um sorriso safado enquanto me mostrava no quintal, escondida atrás do muro.
Agora, com uns sete meses, a barriga dela já era bem pronunciada, redonda, firme. Os peitos cresceram ainda mais, pesados, veias azuis marcando a pele morena. Ela andava devagar pela casa, mas o tesão não diminuiu; pelo contrário, parecia que a gravidez a deixava ainda mais quente, mais sensível.Era uma noite de sexta, ele tinha viajado de novo. Ela me mandou mensagem: “Vem aqui. Preciso de você agora.”Entrei pela porta dos fundos, como sempre. Ela tava na sala, deitada no sofá grande, vestindo só uma camisola leve de algodão que mal cobria a barriga. As pernas abertas, uma mão já entre as coxas, se tocando devagar.— Olha o que você fez comigo… — disse ela, voz baixa e rouca, passando a outra mão pela barriga arredondada. — Olha como eu tô enorme… e ainda assim quero você me fodendo.Me aproximei, tirei a camisa enquanto olhava pra ela. A barriga brilhava com um óleo que ela usava pra evitar estrias, o umbigo já pra fora, sensível. Me ajoelhei entre as pernas dela, beijei a parte interna das coxas, subindo devagar até chegar na buceta. Ela tava molhada demais, inchada, o cheiro dela mais forte por causa dos hormônios.Chupei devagar no começo, lambendo o clitóris com a ponta da língua, sentindo ela tremer. Coloquei uma mão na barriga, sentindo o bebê mexer levemente enquanto eu chupava. Ela gemeu alto:— Isso… sente ele mexendo enquanto você me chupa… caralho, isso é tão errado e tão bom…Enfiei dois dedos, curvando pra acertar aquele ponto que a fazia arquear as costas. Ela gozou rápido, apertando meus dedos, a buceta pulsando, molhando minha mão toda.Levantei, tirei a calça. Meu pau tava duro pra caralho, latejando. Ela se virou de lado no sofá, erguendo uma perna pra facilitar — posição que a gente descobriu que funcionava bem agora com a barriga grande.Entrei por trás, devagar, sentindo ela se abrir toda. A barriga pesava contra o braço do sofá, balançando levemente a cada estocada. Segurei os peitos dela por cima da camisola, apertando os bicos que pingavam um leitezinho claro.— Me fode forte… mas cuidado com ele… — ela pediu, mas ao mesmo tempo empurrava a bunda pra trás, querendo mais fundo.Aumentei o ritmo, batendo com força controlada, a pele da bunda dela tremendo. Ela gemia sem parar, uma mão na barriga, a outra apertando meu braço.— Tô sentindo você pulsar… vai gozar dentro de novo? Me enche mais uma vez… quero sentir seu leite misturado com o que já tá aí…Não aguentei. Gozei forte, jorrando fundo, sentindo ela apertar em volta de mim enquanto gozava junto, o corpo todo tremendo. Ficamos assim um tempo, eu ainda dentro, abraçando ela por trás, mão na barriga, sentindo os movimentos suaves do bebê.Depois, ela virou o rosto, beijou minha boca devagar.— Sabe… às vezes eu penso que ele já sabe que você é o pai… mexe mais quando você tá aqui.Ri baixo, ainda ofegante.— E o marido?Ela deu de ombros, sorriso malicioso.— Ele acha que é dele. E vai continuar achando. Enquanto isso… você cuida da mamãe e do filhote, né?Passou minha mão na barriga de novo, e eu senti outro chutezinho.— Claro que cuido… — respondi, já sentindo o pau endurecer de novo só de pensar naquilo tudo.E assim continuou: noites roubadas, barriga crescendo, tesão explodindo. A vizinha grávida virou meu segredo mais quente… e o melhor era que ainda tinha uns dois meses pela frente antes do bebê nascer.E depois? Bom… a gente vê no que dá.engravidei a vizinha
Era uma tarde quente de sábado, daquelas que o calor parece grudar na pele. Eu tava consertando a torneira da minha varanda quando ouvi um barulhinho do outro lado do muro baixo que separa minha casa da da Mariana.
Ela era a vizinha nova — uns 28 anos, casada há pouco mais de um ano com um cara que viajava a trabalho toda semana. Morena, cabelo cacheado que caía até a metade das costas, corpo de quem malha mas não abre mão de curva. Sempre simpática, mas com aquele olhar que às vezes demorava um segundo a mais do que o normal.— Precisa de ajuda aí, vizinho? — ela perguntou, aparecendo com uma regata branca bem larga e um short jeans curtinho.— Tô me virando… mas se quiser me fazer companhia enquanto eu xingo essa porra de torneira, eu aceito — respondi rindo.Ela riu também, pulou o muro baixinho com uma facilidade que denunciava academia e veio se sentar na borda da minha varanda, pernas balançando. Conversa vai, conversa vem, o assunto caiu no marido dela.— Ele viaja de novo segunda… fica dez dias fora dessa vez — disse ela, olhando pro chão, mexendo no cordão da regata.— E você fica sozinha lidando com tudo isso aqui? — perguntei, já sentindo o clima mudar.Ela levantou o olhar, direto no meu:— Sozinha não é o pior. O pior é ficar com vontade e não ter com quem resolver.Silêncio. Só o barulho distante de criança brincando na rua e o nosso respirar ficando mais pesado.Eu larguei a chave de fenda, limpei as mãos na calça e me aproximei devagar. Ela não recuou. Pelo contrário: abriu um pouco mais as coxas, quase sem perceber.— Se eu te beijar agora, você vai me mandar embora? — perguntei baixo.— Se você não me beijar agora, eu que vou embora — ela respondeu, já puxando minha nuca.O beijo veio faminto, com língua, com dente, com pressa acumulada. As mãos dela já tavam dentro da minha bermuda, apertando meu pau que já tava duro pra caralho. Eu levantei a regata dela, os peitos pularam livres — sem sutiã, bicos escuros e duros de tesão.Chupei um enquanto apertava o outro, ela gemeu alto demais pro nosso quintal. Coloquei a mão na boca dela.— Calma… a dona Lurdes vai ouvir — sussurrei.— Que ouça — ela respondeu mordendo meu dedo. — Tô pouco me lixando.Levantei ela no colo, entrei com ela na sala, fechei a porta com o pé. Joguei ela no sofá, tirei o short e a calcinha num movimento só. A buceta dela tava inchada, molhada, brilhando. Abri as pernas dela e meti a língua sem dó, chupando o clitóris enquanto enfiava dois dedos.— Caralho… assim não… vou gozar rápido… — ela gemia, puxando meu cabelo.Gozei ela na minha boca mesmo, o corpo tremendo todo, as coxas apertando minha cabeça. Quando ela abriu os olhos de novo, já tava tirando minha roupa.— Me fode sem camisinha — pediu, voz rouca. — Quero sentir tudo.— Tem certeza? — perguntei, já posicionando a cabeça na entrada dela.— Quero você gozando dentro… me enche — ela sussurrou, cravando as unhas nas minhas costas.Entrei devagar no começo, sentindo ela se abrir toda pra mim. Depois veio mais forte, mais fundo. O sofá rangia, ela gemia sem se controlar mais. Virei ela de quatro, segurei na cintura e bati com força, a bunda dela tremendo a cada estocada.— Vai… me arromba… me faz tua… — ela pedia, empinando mais.Senti ela apertar de novo, gozando pela segunda vez, me levando junto. Tentei sair, mas ela jogou a bunda pra trás, me prendendo lá dentro.— Dentro… por favor… goza tudo dentro de mim…Não aguentei. Gozei forte, jato atrás de jato, enchendo ela até transbordar. Ficamos os dois ofegantes, suados, minha porra escorrendo pela coxa dela.Depois de uns minutos, ela virou o rosto, sorrindo safada:— Acho que agora você vai ter que me ajudar com outra coisa nos próximos meses…— Tipo o quê? — perguntei, ainda dentro dela.Ela passou a mão na barriga, olhando nos meus olhos:— Tipo… comprar fralda. Acho que você acabou de me engravidei, seu safado.E riu, aquela risada rouca que me deixou duro de novo em menos de um minuto.A vizinha virou muito mais que vizinha.E a gente ainda tinha nove dias inteiros pela frente antes do marido voltar.segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026
sábado, 21 de fevereiro de 2026
Trans negona dando rola para o bigodinho
sábado, 7 de fevereiro de 2026
sábado, 31 de janeiro de 2026
Vendo duas lésbicas si pegando
Era uma noite quente de verão, daquelas que deixam a pele grudenta e o ar pesado. Eu morava no terceiro andar de um prédio antigo, daqueles com janelas grandes e sem persianas decentes no apartamento da frente.
A sacada delas ficou exatamente em ângulo com a minha janela do quarto. Não era de propósito — pelo menos no começo não era. Só que, depois da terceira ou quarta vez que as vi, eu parei de fechar a cortina.
Eles eram um casal novo no prédio. Uma morena de cabelo cacheado até os ombros, corpo firme de quem faz crossfit ou jiu-jitsu, sempre de regata larga e shortinho de ginástica. A outra era mais delicada, pele clara, cabelo liso castanho-claro quase loiro, piercing no septo e um jeito de se mexer que parecia dançar mesmo quando só andava pela sala.
Naquela noite eu estava deitado na cama, luz apagada, ventilador girando devagar no teto. O calor não deixava dormir. Foi quando vi as luzes delas acenderem.
A morena entrou na sala carregando a outra no colo, as pernas da loira enroladas na cintura dela. Elas são baixas, aquele riso de quem já sabe o que vai acontecer. A morena encostou a loira na parede de vidro da sacada — exatamente na minha linha de visão — e começou a beijá-la com vontade.
Eu sinto respiração. Meu pau já estava meia-bomba só de ver o contorno das duas silhuetas se esfregando.
A loira enfiou as mãos por baixo da regata da morena, subindo devagar, apertando os seios com força. A morena respondeu puxando a blusinha fina da loira por cima da cabeça num movimento rápido. Os peitos pequenos e empinados apareceram, bicos já duros, cor-de-rosa escuro. A morena abaixou a cabeça e chupou um deles com força, fazendo a loira jogar a cabeça pra trás e abrir a boca num gemido que eu quase consegui ouvir dali.
Eu abri o zíper da bermuda devagar, sem tirar os olhos delas. Meu pau pulou pra fora, quente, tardejando. Comecei a me tocar bem devagar, quase sem encostar, só roçando a palma da mão na cabeça enquanto via a morena descer beijando a barriga da loira.
Quando chegou na cintura do short, a morena deixou tudo junto — short + calcinha — num movimento só. A loira ficou completamente nua contra o vidro. As coxas abertas, a buceta lisinha, já brilhando de tão molhada mesmo com a luz fraca da sala.
A morena se ajoelhou. Primeiro passei a língua bem devagar na virilha, subindo até quase encostar no clitóris, depois desceu de novo, provocando. A loira segura ou o cabelo cacheado com as duas mãos, puxando com força, rebolando contra a boca dela.
Eu já estava batendo punheta mais rápido, o som da minha mão molhada de pré-gozo ecoando baixo no quarto escuro.
A morena enfiou dois dedos de uma vez, fundo, sem aviso. A loira deu um gritinho abafado e arqueou as costas, batendo a nuca no vidro. Os dedos entravam e saíam num ritmo forte, quase violento, enquanto a língua dela rodava no clitóris sem parar.
A loira começou a tremer. As coxas sacudidas, os dedos dos pés se curvando no ar. Ela gozou assim, empurrando a buceta contra a cara da morena, gemendo alto o suficiente pra eu ouvir claramente do outro lado da rua estreita.
A morena não parou. Continue chupando, mais devagar agora, lambendo cada gota que escorria. Depois se falou, beijou a loira com força, deixando ela sentir o próprio gosto na língua.
Elas se abraçaram, rindo ofegantes, suaves. A morena deu um tapa de leve na bunda da loira e falou alguma coisa no ouvido dela. As duas olharam pro lado — direto pra minha janela.
Por um segundo descobri que eu tinha visto.
Mas elas só sorriram uma pra outra, como se compartilharam um segredo, e apagaram a luz da sala.
Eu fiquei ali, pau ainda duro na mão, coração na garganta, gozando forte segundos depois, imaginando que elas sabiam que eu estava visualizando… e que gostavam.
Na noite seguinte, a cortina delas ficou aberta de novo.
E a minha também.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2026
quarta-feira, 28 de janeiro de 2026
-
Este resumo não está disponível. Clique aqui para ver a postagem.




















