Meses se passaram desde aquela tarde insana no sofá. O marido da Mariana continuava viajando mais do que em casa, e o que começou como uma traição impulsiva virou algo constante, quase rotina. Ela confirmou a gravidez duas semanas depois — o teste positivo veio com um sorriso safado enquanto me mostrava no quintal, escondida atrás do muro.
Agora, com uns sete meses, a barriga dela já era bem pronunciada, redonda, firme. Os peitos cresceram ainda mais, pesados, veias azuis marcando a pele morena. Ela andava devagar pela casa, mas o tesão não diminuiu; pelo contrário, parecia que a gravidez a deixava ainda mais quente, mais sensível.Era uma noite de sexta, ele tinha viajado de novo. Ela me mandou mensagem: “Vem aqui. Preciso de você agora.”Entrei pela porta dos fundos, como sempre. Ela tava na sala, deitada no sofá grande, vestindo só uma camisola leve de algodão que mal cobria a barriga. As pernas abertas, uma mão já entre as coxas, se tocando devagar.— Olha o que você fez comigo… — disse ela, voz baixa e rouca, passando a outra mão pela barriga arredondada. — Olha como eu tô enorme… e ainda assim quero você me fodendo.Me aproximei, tirei a camisa enquanto olhava pra ela. A barriga brilhava com um óleo que ela usava pra evitar estrias, o umbigo já pra fora, sensível. Me ajoelhei entre as pernas dela, beijei a parte interna das coxas, subindo devagar até chegar na buceta. Ela tava molhada demais, inchada, o cheiro dela mais forte por causa dos hormônios.Chupei devagar no começo, lambendo o clitóris com a ponta da língua, sentindo ela tremer. Coloquei uma mão na barriga, sentindo o bebê mexer levemente enquanto eu chupava. Ela gemeu alto:— Isso… sente ele mexendo enquanto você me chupa… caralho, isso é tão errado e tão bom…Enfiei dois dedos, curvando pra acertar aquele ponto que a fazia arquear as costas. Ela gozou rápido, apertando meus dedos, a buceta pulsando, molhando minha mão toda.Levantei, tirei a calça. Meu pau tava duro pra caralho, latejando. Ela se virou de lado no sofá, erguendo uma perna pra facilitar — posição que a gente descobriu que funcionava bem agora com a barriga grande.Entrei por trás, devagar, sentindo ela se abrir toda. A barriga pesava contra o braço do sofá, balançando levemente a cada estocada. Segurei os peitos dela por cima da camisola, apertando os bicos que pingavam um leitezinho claro.— Me fode forte… mas cuidado com ele… — ela pediu, mas ao mesmo tempo empurrava a bunda pra trás, querendo mais fundo.Aumentei o ritmo, batendo com força controlada, a pele da bunda dela tremendo. Ela gemia sem parar, uma mão na barriga, a outra apertando meu braço.— Tô sentindo você pulsar… vai gozar dentro de novo? Me enche mais uma vez… quero sentir seu leite misturado com o que já tá aí…Não aguentei. Gozei forte, jorrando fundo, sentindo ela apertar em volta de mim enquanto gozava junto, o corpo todo tremendo. Ficamos assim um tempo, eu ainda dentro, abraçando ela por trás, mão na barriga, sentindo os movimentos suaves do bebê.Depois, ela virou o rosto, beijou minha boca devagar.— Sabe… às vezes eu penso que ele já sabe que você é o pai… mexe mais quando você tá aqui.Ri baixo, ainda ofegante.— E o marido?Ela deu de ombros, sorriso malicioso.— Ele acha que é dele. E vai continuar achando. Enquanto isso… você cuida da mamãe e do filhote, né?Passou minha mão na barriga de novo, e eu senti outro chutezinho.— Claro que cuido… — respondi, já sentindo o pau endurecer de novo só de pensar naquilo tudo.E assim continuou: noites roubadas, barriga crescendo, tesão explodindo. A vizinha grávida virou meu segredo mais quente… e o melhor era que ainda tinha uns dois meses pela frente antes do bebê nascer.E depois? Bom… a gente vê no que dá.
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