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segunda-feira, 27 de março de 2023
Dando gostoso na obra.
Depois de várias risadas e brincadeiras foi a minha deixa: “O louco índio, pegou o cara mesmo?” e ele disse “Peguei sim, ele que quis dar pra mim” eu continuei “E pelo que seu irmão disse, o cara te aguentou?” e ele “Já vou te falar que o bicho é tratado mas, com carinho foi até as bolas”. As brincadeiras terminaram e fomos embora, isso foi na segunda 22/07. Naquela semana, visitei a obra mas fiquei sempre perto dele e sempre sondando, fazia algumas perguntas soltas e via qual era a reação dele, a semana toda fiquei imaginando coisas. Na sexta-feira não sei como tive coragem, acho que foi o instinto. Perguntei pra ele: “Vocês vem trabalhar amanhã?” e ele “Porque?” e eu disse: “Porque esta segunda chego mais tarde e gostaria de repassar o cronograma com você” e ele “Então eu venho sozinho amanhã, dou uma passada e resolvemos tudo”. Meu coração estava a mil, poderia realmente falar de trabalho mas, minha cabeça estava pensando nele e sinceramente meu corpo já tremia de tesão por ele.
Acordei e propositalmente coloquei uma cueca preta mas meia transparente, uma calça um pouco larga e assim fui. Cheguei na obra e ele já estava lá, entramos e eu fiz questão de trancar o portão. Começamos a conversar de trabalho, fui repassando algumas coisas pra ele e quando vi que já estava terminando, resolvi tentar. A calça era larga e toda vez que eu agachava um pouco da minha cueca aparecia e que não tampava muita coisa, em alguns lugares fazia questão de ficar de 4 no chão pra mostrar alguns detalhes. Foi quando percebi o que queria, ele estava com um short de futebol e percebi um bom volume e não olhava muito pro meu lado, tomei folego e perguntei: “O índio, olha aqui caramba ou esta com tesão de me ver de 4?” e ri de nervoso, ele respondeu: “O louco para com isso, eu sai com o cara sim mas por você eu tenho respeito” minha garganta secou na hora mas tomei coragem e retruquei: “Pelo seu short acho que esta com tesão mesmo” ele ficou visivelmente nervoso e embaraçado mas pra quebrar o gelo eu disse: “Vamos fazer o seguinte entre nós dois apenas, prometo que ninguém vai ficar sabendo de nada mais, vi que ficou com tesão sim e só pra comprovar as brincadeiras aqui na obra, aproveita que está assim e deixa eu ver se é tudo isso mesmo!” ele retrucou meio sem jeito que não e eu insisti que sim e no final ele acabou abaixando.
Posso dizer que é uma das rolas mais bonitas que já vi, tem uns 22cm e bem grossa uns 15cm de circunferência, cheia de veias, bem roliça uma cabeça grande e bem brilhante, olhando aquilo eu perdi a compostura, cheguei perto dele e perguntei: “Posso pegar?” e ele “Sim”. Segurei firme aquela rola e era quente e pesada, acabei punhetando algumas vez e sem perguntar mais nada, me ajoelhei e segurando lá na base, com a cabeça bem exposta abocanhei aquela jeba, tentei engolir até encostar na minha mão mas foi impossível pois me causava ânsia, mesmo assim tentava engolir até onde conseguia. Logo senti sua mãozona na minha nuca me puxando e cadenciando cada vez mais rápido, confesso que minha mandíbula doía e tirei da boca, comecei a lamber por toda extensão da sua rola e chupei seu saco que era volumoso chegando a babar.Foi quando ele disse o que eu queria ouvir: “Tira sua roupa e escora nesse balcão”. Tirei minha calça e minha cueca enquanto ele punhetava aquela monstro de rola. Escorei no balcão e fiquei de costas pra ele, senti quando ele passou saliva no meu rabo com aqueles dedos ásperos de pedreiro, logo em seguida senti a cabeçona lisa de sua rola pincelando meu cuzinho até então semi-virgem, senti a pressão da rola querendo adentrar em meu anel e apesar de tudo ele estava sendo bem cuidadoso, depois de umas três tentativas sem conseguir penetrar, senti suas mãos abrirem minha bunda e logo depois sua língua em meu cú, que delícia aquilo. Foi ai então que suas palavras ficaram mais rudes, apesar de eu enlouquecer. “Deixa eu abrir esse cuzinho um pouco porque quero fazer de você minha vagabunda, você quer sentir minha rola nesse cú, então vai sentir e sempre que você quiser, a gente marca aqui e eu deixo você ser minha menina”.
Senti quando ele enfiou um dedo em mim, ficou em um vai e vem
gostoso e lento e depois de sentir mais relaxado enfiou o segundo, enfiava até o final e forçava a abertura, eu estava louco de desejo com aquele macho socando dois dedos em mim e tentando me abrir. Ele tirou os dedos e senti sua rola bem babada novamente, desta vez senti meu cuzinho cedendo, me segurando pela cintura, sentia suas puxadas firmes e sentia que meu rabo cedia centímetros, neste momento percebi lágrimas em meus olhos, vi que sua rola estava me arrombando mas apesar disso, estava tão gostoso. Foi então que ele passou seus braços por baixo dos meus e me segurou pelos ombros, apenas sussurrou em meu ouvido “Fica tranquilo, tô vendo que seu rabinho é bem apertadinho e vou colocar devagarzinho, não quero estragar meu brinquedinho e nem quero minha menina machucada”.
Ao mesmo tempo em que sentia a pressão da rola no meu rabo, fazia movimentos no quadril o que foi facilitando a entrada, foi quando senti sua baforada em meu ouvido e as palavras “Agora está todinho dentro safada.”. Nem tinha percebido sua virilha já encostada em minha bunda, estava com aquela tora toda enterrada no meu rabo, me abrindo, fazendo eu me sentir a mulherzinha dele. Senti quando seus movimentos começaram e aumentar e ficar ritimados, agora sua virilha batida forte em mim, sentia seu pau bater lá no fundo, minhas pregas pegavam fogo, ele parecia um cachorro pegando uma cadela no cio, 15 minutos aquela vara me torturando, estava adorando fazer ela sumir entre minha bunda, enquanto isso eu apenas gemia e dizia coisas pro meu macho “isso cavalão arromba sua menina, soca gostoso, vai que eu quero sentar de lado amanhã”, cada vez mais ele ficava louco. Foi quando ele segurou forte na minha cintura e enterrou, ficou ali por uns 5 segundos e logo em seguida tirou de mim, mandou eu ajoelhar e sem esperar socou sua rola na minha boca, senti sua porra grossa lá no fundo da minha garganta, enquanto dizia entre gemidos “Isso, deixa minha rola limpinha, toma toda minha porra minha menina”. Enquanto sua rola ainda amolecia em minha boca, não me contive e ainda de joelhos quis sentir meu cuzinho, estava plenamente arrombado e podia enfiar os 3 dedos nele facilmente. Me levantei enquanto limpava os cantos da boca e ele guardava seu pauzão. Fizemos um juramento de confidência e tive a promessa que logo mais ele iria me procurar novamente, só que desta vez quer gozar dentro de mim, proposta que estou ansioso.
sábado, 25 de março de 2023
Submetida e depravada com o marido ao lado
Tínhamos ido a um restaurante comemorar a promoção de Rildo, meu marido. A refeição maravilhosa e leve. Rildo praticamente tomou a garrafa de vinho inteira e depois bebeu mais três doses de whisky. Éramos os últimos clientes. Pedi ajuda ao maitre pra carregar Rildo até o carro que literalmente apagou, pois estava de fato muito cansado.
Eu tinha me vestido pra ocasião e quem estivesse contra a luz ou dependendo do ângulo ficava praticamente me vendo nua devido a transparência do tecido, tipo véu de noiva de cor violeta.
– Olha, isso aqui é pra você!!
– Obrigado madame, mas não é necessário já que a despesa de vocês e os dez por cento foram substanciosos!
– Mas… o que o senhor me ajudou agora não faz parte do serviço! Por favor aceite!
– Faremos o seguinte, madame…madame…?
– Ah, vamos deixar de formalismos! Meu nome é Nádia! E onde é a toalete?
– Muito bem senhora Nádia, me acompanhe…
– O que o senhor quis dizer quando disse “faremos o seguinte”?
– Que dá próxima vez que vocês voltarem, toda a bebida consumida por seu marido, será por nossa conta!
– Oh, quanta gentileza! Aceito! Mas vocês não terão muito prejuízo! O Rildo não é de beber tanto assim!
Desci com do carro, encostei a porta evitando barulho e acompanhei o maitre. Ao entrar, logo fui percebida pelos garçons que arrumavam as mesas. Não sei se foi devido ao vinho que tinha bebido e me deixou acalorada, mas de repente me senti com coragem de ousar ser uma Femme fatale.
Andei de forma rebolativa, até mesmo não tem como andar de outro jeito, pois minha bunda e grande, e calçava sapatos salto quinze.
Enquanto fazia xixi, senti a tesão tomando conta de meu corpo. Meus dedos ainda levaram uns jatos de urina quando comecei a me masturbar.
Bem ao sair, não estava nem um pouco a ficar no carro com o marido dormindo pois estava sem sono. Estava um friozinho gostoso e resolvi arriscar. Dirigi-me até o balcão, agradeci ao maitre e perguntei se ele teria vinho, dizendo que estava fria a madrugada e queria algo para me esquentar.
Ele ainda mantendo um sorriso cordial, e serviu um vinho de boa qualidade.
Nem bem comecei a bebericar, logo percebi encostar do meu lado um mulato, que sem cerimônias me disse:
– O que uma princesa faz sozinha num lugar destes? Não sabe que é perigoso?
Disse de forma bem tranquila, sem ameaças. Eu lhe dei um sorriso, e disse que sabia me defender. Ele riu também. E começamos a conversar.
Nós mulheres, percebemos quando estamos sendo paqueradas, desejadas. Sebastião, esse era o nome dele, tomando uma cervejinha e eu no vinho.
– Sou o proprietário deste restaurante e ficamos muito felizes com vocês. Voce e seu marido formam um belo casal… a senhora principalmente!
Papo vem, papo vai logo o maitre dele acabou participando também da conversa. E eu no vinho. Já tinha tomado dois copos e estava indo para o terceiro, nem pedia mais.
-É o seu marido dormindo no carro né!?
Afirmei balançando a cabeça. Eu já imaginava o que eles estavam pensando: “- mas como pode deixar um mulherão deste solta assim!!” Eu ri alto sem eles saberem o porquê e disse o Rildo teve uma semana muito corrida pra mostrar desempenho e conseguir essa promoção e que ele estava exausto e sem querer caiu no sono. E olhando sensualmente pro Samuel, o maitre, disse que fui gentilmente ajudada a por meu marido no carro.
– Mas ele sabe que você voltou aqui pra dentro? Ele não se importa?
– Se ele não souber que estou bebendo com estranhos a estas horas, não.
E ri abertamente. Eles já sacaram, pensei, pois eu estava dando todos os sinais. Ainda perguntei.
– E você não vai por acaso acordar ele e falar né?
Sebastião, rindo, disse que não! Disse que queria que ele dormisse a noite toda e que cuidariam de mim. E então, a deusa da luxuria e libidinagem, fez com que minha taça de vinho se derramasse no colo de Samuel. Atordoada eu me virei e estiquei o braço na tentativa de apanhar alguns guardanapos. Levei levemente o corpo para o lado encaixando minha bunda entre a virilha dele. Ali fiquei segundos pegando os guardanapos, mas percebi nitidamente o volume aumentar no meio das minhas nádegas. Ele permanece colado em mim e apertadinha de frente pro Sebastião.
Ele imediatamente com as mãos, segurou meus cabelos forte bem pela nuca e disse sem pudor:
– Sei bem o que você procura!
E me beijou ardentemente. Sua língua entrou na minha boca, retribui, e deixei rolar. Sentia com a ajuda do vinho o sangue ferver, minha libido ir às alturas, sentia o cheiro do macho que me entregaria totalmente, em minutos, isto era fato.
Rapidamente ele me pegou pela cintura, me colocou sentada na mesa de sinuca me beijando, passando as mãos em minhas pernas, foi me deixando mole. Em momento de lucidez pára e me pergunta:
– E seu marido?
-Ele não acorda tão cedo, e se acordar não se preocupe!
Bem ele entendeu de pronto e começou me despir, nem frio senti. Samuel foi até a porta do restaurante, olhando de um lado, de outro, apagou a luz da fachada e abaixou as portas, ficando eu a mercê dos dois.
Desci da mesa abaixei zíper da calça do meu primeiro mulato. Nossa! não era só um pau grande, era anormal, mas juro, nunca tinha visto um tão grosso. A cabeça mal entrava na boca, era muito, muito grossa mesmo e não só a cabeça o corpo todo. Chupava, lambia e lambia querendo engolir mais e mais daquela jeba achocolatada!
Samuel já com o pauzão pra fora acercou-se de mim pelo outro lado , me oferece o pau. Comecei a chupar, alternadamente os dois.
Minhas roupas foram tiradas, meus seios duros e pontudos ficaram desnudos. Mas, Sebastião com receio, disse.
– Vamos fazer o seguinte! Vamos lá pra suíte anexa do lado de fora do meu escritório!
Eu e Samuel concordamos. Meu macho mulato colocou sobre meu corpo nu, apenas o sobretudo, ainda conservava os sapatos. Andamos até aquela casinha agradável e quentinha. Passamos pelo carro, dei uma olhada e o “tadinho” lá dentro, sonhando.
Chegando na casa, nem tive tempo de pensar, já fui agarrada, minhas roupas tiradas. Ficaram doidos com minha bucetinha toda depilada somente com um tufinho de pelinhos bem aparadinhos. Fiquei ali, rebolando me esfregando nos dois machos.
Nossa, aquele cheiro de homem, de pau no ar me deixava enlouquecida. Fui colocada de quatro apoiada no sofá e penetrada por Sebastião, meu Tião, com vigor, devagar, mas com vigor. Nossa, não era grande, a grossura me fazia sentir como se estivesse perdendo a virgindade pela segunda vez. Sinceramente, doeu, me senti sendo alargada por um cavalo. De fato, era muito grosso.
Tião me preenchia e, dominada totalmente, ele socava com vigor de macho cobrindo uma égua e eu rebolava, gemia. Samuel só se masturbava e esperava uma brecha que logo chegou.
Chamei-o para se sentar no sofá, bem a minha frente. Empinando a bunda, permitia a invasão daquele “cavalo” agora mais acostumada com a espessura, cada vez mais prazerosa. Passei a chupar o Samuel e o Tião por traz, logo começou a alisar meu anus com os dedos.
“-Ele vai me enrabar!”, pensei e acertei.
Ele tirava da buceta encharcada de meus líquidos viscosos, e passava na porta do anus. Passava os dedos, no começo massageando e depois começou introduzir, um, dois e fui rebolando e deixando. Aquilo era novo pra mim. Mas não quis demonstrar que era uma tapada em sexo anal.
Ele não aguentou, riu e falou:
– Samuel, a Nádia gosta de dar o rabo com gosto!
– Verdade, sua safada?
Tirei o pau de Samuel da boca, olhei maliciosamente nos seus olhos e disse que sim, mas que ele fosse o primeiro, pois queria que ele me preparasse pro Tião que era um jumento de grosso. Ele riu e disse, vamos ver se você não aguenta.
Tião saiu da posição tirando os dedos de meu rabinho pré lubrificado. Samuel teve uma certa resistência no começo, mas enfim me enraba. Foi gostoso suave, pois me parecia que esta nova experiencia ia me fazer adorar as alegrias da sodomia, conforme eu tinha escutado e lido nos relatos sobre sexo anal.
Aí veio a preocupação, se na buceta já foi difícil a penetração por Tião, imagina se ele quisesse colocar no meu rabo?
Comecei a caprichar mais e mais na chupada, colocava na boca com a língua junto passando por baixo da cabeça, com isto na esperança pedindo manhosamente para ele gozar na minha boca que queria sentir o gosto dele, e com isto tentar fazê-lo desistir de me enrabar.
Mas o filho da puta não gozava. Tirava o pau da boca, batia com ele no meu rosto, me dava tapinhas da cara, mas não gozava. Aí veio a hora. Resolveram mudar de posição. Samuel tirou a camisinha e me botou para chupar de novo e adivinha.
Meu mulato Tião se posicionou por trás, me veio apreensão pois sabia o que ele queria. O amigo já tinha aberto caminho, já tinha me enrabado, e ele queria também. Já era tarde, o filho da puta do caipira sabia como fazer. Metendo na bucetinha já brincada com meu rabo, já abertinho pra receber nova dilatação.
Tirou da bucetinha, encostou sua tora grossa na porta e foi empurrando. Parei de chupar e fiquei tentando controlar, mas não consegui. Quando pensei em trancar para dificultar, já era tarde, a cabeça começou a entrar e a invasão foi inevitável.
Não estava aguentando. Gritei, veio lágrimas aos olhos, olhei para traz, realmente chorando pedindo para parar pois era muito grosso, mas ele ficava com mais tesão ainda, aumentado os tapas na bunda, me chamava de puta, e foi invadindo mais e mais.
Samuel não se contentou ficar sem atenção, me catou pelos cabelos e meteu seu pau na minha boca, comecei a chupá-lo novamente.
Demorou minutos que pareciam eternos até ir acostumando com o invasor atrás. Lágrimas corriam pelo rosto, mas não sensibilizaram nem um nem outro. Parecia uma tora a me dividir em duas entrando por trás.
Mas, como sempre acabamos acostumando. Não via à hora dele gozar logo, pois minhas pregas ou o que restou delas (se é que restou) estavam em brasa, mas nada de gozar.
Em certo momento, ele tirou, sentou-se no sofá e me colocou sentada em cima, socou novamente no meu rabo já arrombado, nem se importando com a bucetinha, que não veria mais rola naquela madrugada.
Uma vez todo introduzido, o Samuel se ajoelha na nossa frente e começa a chupar minha buceta. Achei estranho, diferente, exótico.
Então não resisti mais e me entreguei totalmente à enrabação. Rebolava, gemia e gozei como nunca imaginei na vida.
Bem, ficamos ainda um bom tempo onde servi aos dois como uma puta submissa. Divertiram-se o resto da noite com meu rabo, que ficou todo receptivo. Meu Tião gozou mais vezes, enchendo meu rabo de porra que escorria fartamente pelas minhas cochas.
Pedro acabou gozando no meu rosto.
Tomei um banho. Me vesti e retornei ao carro. Já quase amanhecendo o dia, Rildo me viu dormindo no banco. Deu partida no carro e fomos embora. Estava tão detonada, que só acordei quando já tínhamos andado uns bons quilômetros. Só então comentei com ele o que poderia ter ocorrido, se os rapazes do restaurante não tivessem “ficado de olho” em nós dois ali no carro. Ficou bravo, não por ter algo acontecido com os homens no bar, mas pelo risco que corri.
Na semana seguinte voltamos ao restaurante. Dessa vez, caindo de sono, Rildo foi acomodado num dos sofás, protegido do frio lá fora enquanto eu “conversava “com Sebastião e Samuel. Dessa vez conheci os deleites de ser dupla-penetrada.
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