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terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

engravidei a vizinha

 Era uma tarde quente de sábado, daquelas que o calor parece grudar na pele. Eu tava consertando a torneira da minha varanda quando ouvi um barulhinho do outro lado do muro baixo que separa minha casa da da Mariana.

Ela era a vizinha nova — uns 28 anos, casada há pouco mais de um ano com um cara que viajava a trabalho toda semana. Morena, cabelo cacheado que caía até a metade das costas, corpo de quem malha mas não abre mão de curva. Sempre simpática, mas com aquele olhar que às vezes demorava um segundo a mais do que o normal.— Precisa de ajuda aí, vizinho? — ela perguntou, aparecendo com uma regata branca bem larga e um short jeans curtinho.— Tô me virando… mas se quiser me fazer companhia enquanto eu xingo essa porra de torneira, eu aceito — respondi rindo.Ela riu também, pulou o muro baixinho com uma facilidade que denunciava academia e veio se sentar na borda da minha varanda, pernas balançando. Conversa vai, conversa vem, o assunto caiu no marido dela.— Ele viaja de novo segunda… fica dez dias fora dessa vez — disse ela, olhando pro chão, mexendo no cordão da regata.— E você fica sozinha lidando com tudo isso aqui? — perguntei, já sentindo o clima mudar.Ela levantou o olhar, direto no meu:— Sozinha não é o pior. O pior é ficar com vontade e não ter com quem resolver.Silêncio. Só o barulho distante de criança brincando na rua e o nosso respirar ficando mais pesado.Eu larguei a chave de fenda, limpei as mãos na calça e me aproximei devagar. Ela não recuou. Pelo contrário: abriu um pouco mais as coxas, quase sem perceber.— Se eu te beijar agora, você vai me mandar embora? — perguntei baixo.— Se você não me beijar agora, eu que vou embora — ela respondeu, já puxando minha nuca.O beijo veio faminto, com língua, com dente, com pressa acumulada. As mãos dela já tavam dentro da minha bermuda, apertando meu pau que já tava duro pra caralho. Eu levantei a regata dela, os peitos pularam livres — sem sutiã, bicos escuros e duros de tesão.Chupei um enquanto apertava o outro, ela gemeu alto demais pro nosso quintal. Coloquei a mão na boca dela.— Calma… a dona Lurdes vai ouvir — sussurrei.— Que ouça — ela respondeu mordendo meu dedo. — Tô pouco me lixando.Levantei ela no colo, entrei com ela na sala, fechei a porta com o pé. Joguei ela no sofá, tirei o short e a calcinha num movimento só. A buceta dela tava inchada, molhada, brilhando. Abri as pernas dela e meti a língua sem dó, chupando o clitóris enquanto enfiava dois dedos.— Caralho… assim não… vou gozar rápido… — ela gemia, puxando meu cabelo.Gozei ela na minha boca mesmo, o corpo tremendo todo, as coxas apertando minha cabeça. Quando ela abriu os olhos de novo, já tava tirando minha roupa.— Me fode sem camisinha — pediu, voz rouca. — Quero sentir tudo.— Tem certeza? — perguntei, já posicionando a cabeça na entrada dela.— Quero você gozando dentro… me enche — ela sussurrou, cravando as unhas nas minhas costas.Entrei devagar no começo, sentindo ela se abrir toda pra mim. Depois veio mais forte, mais fundo. O sofá rangia, ela gemia sem se controlar mais. Virei ela de quatro, segurei na cintura e bati com força, a bunda dela tremendo a cada estocada.— Vai… me arromba… me faz tua… — ela pedia, empinando mais.Senti ela apertar de novo, gozando pela segunda vez, me levando junto. Tentei sair, mas ela jogou a bunda pra trás, me prendendo lá dentro.— Dentro… por favor… goza tudo dentro de mim…Não aguentei. Gozei forte, jato atrás de jato, enchendo ela até transbordar. Ficamos os dois ofegantes, suados, minha porra escorrendo pela coxa dela.Depois de uns minutos, ela virou o rosto, sorrindo safada:— Acho que agora você vai ter que me ajudar com outra coisa nos próximos meses…— Tipo o quê? — perguntei, ainda dentro dela.Ela passou a mão na barriga, olhando nos meus olhos:— Tipo… comprar fralda. Acho que você acabou de me engravidei, seu safado.E riu, aquela risada rouca que me deixou duro de novo em menos de um minuto.A vizinha virou muito mais que vizinha.E a gente ainda tinha nove dias inteiros pela frente antes do marido voltar. 😈

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Amanda Rae