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sábado, 22 de abril de 2023

As Panteras - Assalto Sexual

 

                  

Férias e sexo na casa da prima

 


Este é meu primeiro conto e vou começar me apresentado. Sou empresário, me considero uma pessoa alegre, discreta, tenho 38 anos de idade, altura 1,75m – peso 65 kg – 19cm de pênis. Gosto de ler as histórias e contos aqui relatados, e o meu primeiro conto/ história vou começar descrevendo uma aventura que vive quando ainda solteiro.

Fui passar uma semana de férias na casa de uma Prima que tem casa no litoral. Pois bem, ela tem 26 anos, uma morena linda de olhos cor de mel, pela morena bronzeada com marquinha de biquíni fio dental, cabelos lisos, longos e pretos, barriguinha fina, peitos e bunda médios, uma delícia.

A casa tem três quartos, um da tia e seu marido, uma da prima e outro de hospedes/visitas.

Chegando na casa, fui recebido pela prima, pois minha tia e seu marido foram até o mercado para fazer compras. Nos cumprimentamos, nos abraçamos, um longo abraço, e não pude deixar de perceber o quanto ela estava linda.

Ela me recebeu de biquíni, usando um fio dental cavadinho, e por cima um vestidinho de renda de tela, que mostrava todo seu corpo estrutural. Então ela ajudou a tirar as malas, preparou o café, e depois foi me trocar para irmos até a beira mar.

Lá conversamos um monte, sobre vários assuntos. E um deles que mais conversamos foi que ela não estava contente com seu relacionamento, pois seu atual namorado não gosta muito sexo e nem de chupa-la, só queria saber de meter e deu.

Então eu disse que se eu tivesse uma gata assim, a primeira coisa faria seria chupa-la ate gozar na minha boca, e que transaria todos os dias se assim possível. Também dei alguns conselhos, damos risadas e mudamos o assunto.

Ela então foi tomar banho de sol, e fiquei ao lado observando-a passar o bronzeador, quando dei por mim, estava de pau duro olhando aquela escultura deitada na areia. Passou algum tempo a danada viu que eu estava excitado olhando para aquele lindo rabo e começou a provocar. Então sugeri que fossemos tomar um banho de mar, para se refrescar, e assim fomos.

Já na casa ela passou a provocar, sempre com sorriso malicioso e quando podia passava por mim esfregava seu lindo rabo contra meu pau, olhava pra trás e sorria. No chuveirinho da rua, ficava se alisando se mostrando, dizia vem tomar um banho aqui para tirar a areia…

A noite antes de dormir usava um pijaminha que a deixava muito gostosa, a antes de dormir sempre passava no meu quarto para desejar boa noite.

Assim ficamos por mais alguns dias…


 Chegando o final de semana, marcamos de sair, eu, a prima e seu namorado. A tia e seu marido iriam passar o sábado na casa do irmão de seu marido, que ficava a 45 km da praia.


A casa só tem um banheiro e percebi que durante a semana quando ela ia tomar banho já não trancava mais a porta.

Estando nós sozinhos e se preparando para sairmos mais tarde, a prima foi tomar seu banho. A danada chegou a esquecer a toalha de proposito, para que eu a buscasse, e quando cheguei ao quarto reparei em cima da cama a roupa que iria usar. Uma langeri preta, fio dental, um vestidinho curto que marcava seu corpo e deixa seus peitos cheios e volumosos.


Quando então entreguei a toalha, ele me disse com sum sorriso malicioso: “gostou do que vou usar para você, hoje à noite!” Respondi adorei.

Pensei pra mim, hoje será o dia…


Saímos, para jantar, conhecer os arredores da cidade, e, conheci o tal namorado. Noite boa, já estando quase três da manhã, decidi que iria para casa, pois queria aproveitar o último dia de “domingo” de férias na praia, e assim fizemos.


A prima também deu uma desculpa, e seu namorado não ficou para pousar, indo para sua casa. Ali, comecei a perceber a sua maldade.


Quando chegamos esperei um pouco, ela se despediu de seu namorado, conversamos mais um pouco na sala e disse que iria tomar um banho antes de dormir. Quando volto para meu quarto, quem esta lá? Só com aquela langeri?


Ela então diz: “eu disse que vesti isso só pra você, o que achou vendo eu com ela? ” Eu estava só de toalha enrolado, nem me contive, fui em direção, e comecei a beija-la. Acariciei cada centímetro de seu corpo. Ela me puxava contra seu corpo, seus dedos entre meus cabelos, uma língua contra outra… eu já de pau duro, muito duro feito pedra e muito excitado. Dava umas mordidas na orelhinha e podia ouvir levas gemidos. Sentia o quanto esta excitada.


Apertei sua bunda e passei a mão na sua bucetinha que estava quente, calcinha molhada, nossa que delícia. Então a pequei no colo, e nisso cai a toalha, a levei para minha cama, nos beijamos mais um pouco, tirei seu sutiã, a beijei novamente, fui descendo ate chegar nos seus seios, mamei um por um, chupei cada biquinho e fui descendo, lambi seu umbigo, desci ate chegar em sua bucetinha.


Tirei a sua calcinha que esta encravadinha no seu rabinho e molhadinha de tanto tesão. Então comecei a beijar e chupar seus dedinhos dos pés, pé por pé, dedo por dedo, e fui subindo, beijando cada perna, cada cocha, e podia vê-la se contorcendo na cama; suas mãos apertavam o lençol contra o colchão.


Comecei beijando ao redor de sua buceta, até chegar a seu clitóris pequeno e delicioso, comecei a suga-lo deixando ela mais excitada, iniciei as lambidas de leve, e aumento o ritmo, a prima me segurava pela cabeça apertava contra seu clitóris, não demorou e pude sentir seu corpo se arrepiar, seu clitóris se contraiu e pude provar de seu gozo.


Continuei a chupa-la e coloquei a ponta de um dedo na entrada de sua bucetinha e outro roçando seu cuzinho, mexendo os dedos levemente a prima chegou a seu segundo gozo, e este veio com um grito alto, e contrações da sua bucetinha.


Esperei ela se recompor, e seu olhar me dizia que que nunca tinha gozado sendo chupada. Ela, agora já recomposta, disse que agora era a vez dela, que ela queria provar meu pau. Começou me beijando, foi beijando meu peito e foi descendo, agarrou meu pau de 19cm em uma mão, beijou a cabeça e seu longo corpo, desceu até as bolas, onde as chupou, uma por uma e veio subindo. Chupou a cabecinha e o engoliu, fazia um boquete maravilhoso, subindo e descendo com sua boquinha, e que língua maravilhosa.


Ela agora queria que eu a comesse. A virei na cama, subi por cima dela a dei um beijo em sua boca, me segurou pela cintura, e com uma de suas mão procurou encaixar meu pau na sua bucetinha.


Não foi difícil para entrar, pois ela estava toda meladinha ainda de seus gozos. Assim que entrou, comecei a socar meu pau, bem devagar, no estilo vai vem, e aumentando o ritmo, e podia ver sua face de prazer, e satisfação.

A prima agora pede para que a como de quatro, então a virei, se posicionou, empinou aquela bunda gostosa pra cima, abri sua bundinha, lambi e fudi seu cuzinho com minha língua, e comecei a roçar meu pau na sua bucetinha, até que ele deslizou novamente para dentro. Fernanda gemia e me chamava de cachorro, comi sua prima comi, cachorro.


Entrelacei minha mão em seus cabelos e comecei a socar, socar, socar, dando leves tapas em sua bundinha. Ela gemia feito uma putinha no cio, me olha com cara de safada e pedia para socar forte seu rabo, “me comi gostoso meu rabinho primo safado.” Soquei mais um pouco e introduzi um dedo em cuzinho, que era muito apertadinho e delicioso. Fiquei juntando o pau com o dedo dentro do cuzinho, agora socando nos dois. E eu falava, tu nunca foi fodida direito, é assim que você tem que ser fudida prima; gostosa tem quer ser fudida direito, e quanto mais eu falava mais gemia e se melava. Nesta hora ela disse que nunca tinha dado seu cuzinho, que era virgem de cuzinho, e queria tentar comigo.


Sentei na cama e pedi para ela, vir por cima, para cavalgar em meu pau. Queria ver ela de frente por cima, sendo dominadora, sentindo fundo o meu pau dentro dela, onde ela poderia controlar o ritmo e a profundidade. Assim ela obedeceu, sentei na cama, ela deu uma bela de uma chupada antes e sentou em cima, rebolava, subia e descia, seu jeito de mexer estava me deixando louco de tesão, me segurava para não gozar.


Então ela para tudo, pega um lubrificante e pede para que como seu cuzinho. Lubrifica meu pau, seu cuzinho e volta a sentar por cima, bem devagar, até que meu pau estava todo dentro. Subia e descia devagar, para se acostumar com ele, e foi aumentando o ritmo e percebi que ela estava tentando gozar cavalgando por cima com meu dentro de seu cuzinho, até gozou freneticamente, urrou, gemeu, gritou e desabou em meus braços cansada. Deitada em braços, meu pau ainda duro que nem pedra, dentro de seu cuzinho, falou que nunca tinha dado seu cuzinho ainda mais gozado assim.


Passado alguns minutos, ela me olhou carinhosamente, me deu um beijo e disse, agora é a sua vez, você já me judiou muito nunca gozei tanto que nem hoje, e agora quero sentir o seu gozo.


Pedi onde ela queria que eu gozasse, ela falou em qualquer lugar menos na boca, pois nunca tinha provado porra antes pois tinha receios. Então pedi para que ela me satisfizesse, provando um pouco da minha porra, já que eu tinha feito ela gozar várias vezes e sentido o seu gozo que por sinal é maravilhoso. Ela concorda e disse que iria tentar.


A deitei na cama, subi por cima dela, levantei suas pernas e introduzi meu pau na sua bucetinha ainda melada e comecei a bombar bem de devagar, tirando e colocando, e fui socando aumentando o ritmo, soquei nesta posição até prestes a gozar. A levantei deixei ela sentada e fui até seus peitos e soltei alguns jatos de porra, um chegando acertar sua cara, sua boca. Ela sorriu, lambeu disse que não era tão ruim quanto pensava ser.


A prima pede para chupar o meu pau, “quero deixa-lo limpinho,” pois amei seu gosto. E assim o fez com sua chupada maravilhosa. Encheu a boquinha com o restante, passou o pau em seus peitos onde ainda tinha porra e chupava, até que consumiu tudo.


Deitamos, descansamos, e fomos tomar um banho. Namoramos mais um pouco em baixo do chuveiro, e fomos nos deitar, dormimos de conchinha, onde aquela bunda gostosa já estava fazendo preção no meu pau que já estava durão de novo.


Domingo aproveitamos a praia, e me despedi no final do dia, acabando assim minhas férias na Casa da Prima.

Ruivinha só no boquete

 


Sara, Erika lesbianas brasil

 

              

Você insiste @ e Jab

 

                       

domingo, 16 de abril de 2023

Marta Zawadska

 









Dando o Cusinho todo pela primeira vez

 Hoje vou compartilhar com vocês a primeira vez que dei meu cuzinho para meu marido depois de 12 anos de casados..


Tenho 41 anos não tenho um corpo muito atlético, mais tenho um bundão e peitos siliconados rsrsrs, eu estou numa faze tarada por sexo, e meu marido (43 anos) tem correspondido muito bem, ele tem um pau bem avantajado eu adoro!!!


Há uma semana ele me convidou para passarmos o fim de semana em Lindoia, uma cidadezinha no interior de SP, temos uma filha de 10 anos, a pousada tinha muitos atrativos para ela….


Fomos para Piscina, eu de fio dental, exibindo meu rabo para quem quisesse ver, a parte de cima bem pequena, e meu marido fica muito exitado, ele gosta que eu  exiba minha bunda e meus peitos… ali na beira da piscina meu marido começou a me dizer o quanto os homens estavam me olhando e que eu estava exibindo meu rabo para eles…. isso estava instigando o tesão de nós dois, ele começou a falar que ia me castigar metendo bem forte no meu cuzinho, e confesso eu nunca tinha dexado, ele sempre acariciou com a lingua e os dedos, e sempre exibo um plug anal para ele, quando saimos pra algum lugar gosto de ir sem calcinha e um plug no cuzinho para atiçar o tesaõ dele, adorooo…… fico molhada só de pensar, mas voltando na piscina estava louca de tesão.


  Ainda não estava certa de iria dar meu cú, então sempre falava que não, nesse momento resolvi ir ao barzinho da piscina pedir uma batidinha, porque estava muito calor, e observava alguns olhares querendo comer meu rabo, que por sinal são atrativos, o atendente do bar me disse que só tinha pinga para essa bebida que eu queria, como estava curtindo um descanso não pensei duas vezes e pedi para fazer uma grande, porque iria beber com meu marido, nossa bebida chegou estava forte porém docinha, com morango e leite condensado, começamos a beber e sem perceber tinha bebido quase tudo, e meu marido estava ali me excitando….

Resolvemos entar na piscina e ele meteu o dedo no meu cú, dei um pulo de susto e tesão então resolvemos ir para o quarto…(minha filha estava bem com os monitores), nosso quarto tinha uma sacada bem de frente para avenida, resolvemos abrir a porta da sacada para ventilar enquanto tomavamos banho, no chuveveiro chupei ele bem gostoso até ele gozar na minha boca…, ele me lábia doda, lambia meu cú, chupaca meus seios….


Fomos para o quarto e eu pedi para ele fechar a porta, ele disse que ia me fuder bem gostoso com a porta aberta para quem quisesse ver, isso me deixava louca de tesão e aquela bebida estava tomando conta do meu corpo ( não costuma beber nada de álcool), ele começou a meter bem gostoso e me fez gozar como uma louca, estava com o corpo mole e flutuando acho que estava meio bêbada rsrsrs,


Quando ele me virou de bruço e começou a chupar meu cú, ele sabia me deixar louca, delizava a lingua para cima e para baixo que delícia estava indo a loucura, ele chupava e colocava o dedo ao mesmo tempo, e falando no meu ouvido que eu ia pagar pelo tesão que eu tinha feito ele passar, e que ele ia meter no meu cú porque fiquei desfilando o rabo para outros homens, e eu estava tão relaxada que quando menos esperava senti o pau dele dentro do meu cuzinho virgem de pau metendo e metendo sem dó, na hora dei uma congelada, mas logo percebi o quanto estava com tesão.. e cada vez com mais tesão e isso ia fazendo ele meter mais e mais, e comecei a gozar muito, e pedia para ele meter mais no meu cú ate ele gozar bem quentinho, que delicia. quando finalizamos fiquei jogada na cama, e confesso que já estou com vontade de dar o cuzinho novamente.


Ele me disse que vou ter que dar o cú novamente por ter dado com a porta aberta me exibindo, confesso que estou amando e não vejo a hora, quem sabe hoje rsrsr

MASSAGEANDO AS ROLAS ATÉ GOZAREM


 

Finalmente me libertei

 

Eu bem novinho me sentia diferente dos outros amiguinhos, eu até participava de algumas brincadeiras típicas de meninos, jogar bola era uma delas, eu achava muito violenta, mas por medo de ser taxado de afeminado eu jogava as peladas. Era um tempo diferente do de hoje, sem as modernidades eletrônicas de hoje onde com um telefone a pessoa assisti vídeos eróticos quando bem quiser, uma revista de mulher pelada era passada por várias mãos, ainda lembro a primeira que vi, confesso que não me disse muita coisa, mas claro que acompanhava os comentários.


A mudança de chave aconteceu quando uma nova revista surgiu, tive que conter a minha admiração ao ver que haviam homens pelados, as pirocas enormes ganharam meu foco, fiquei encantado e sem pensar direito falei que eram lindas me referindo as pirocas, mais um amigo me corrigiu falando que as mulheres além de lindas eram gostosas, foi quando uma voz lançou a pergunta “quem topa bater uma agora?” Vários sim foram ouvidos, eu tremi na hora sem saber como reagir, foi quando Juca falou que eu teria que ir  embora devido eu ser o mais novo, os outras estavam um pouco mais velhos, fingi estar contrariado mas logo me retirei, pelo menos eles pensaram que eu havia ido embora, mas fiquei escondido entre algumas árvores e vi as pirocas sendo colocadas para fora e estarrecido vi um amigo chamado Pedrinho ficar de joelhos e de uma em uma foi chupando as pirocas até receber na boca a porra de todos os outros, senti um misto de nojo e desejo de sentir o gosto, meu pinto chegava doer de tão duro todo sem jeito iniciei uma punheta e em segundos gozei, enquanto gozava fiz um barulho que só Juca ouviu e ao olhar na direção do barulho me viu, mas nada comentou, esperei todos irem e sai do esconderijo.


O ocorrido mexeu comigo, as imagens não  saiam de minha cabeça, nos dias seguintes procurei evitar encontrar Juca, mas o provável aconteceu, um oi tímido, Juca falou  para eu ir com ele, andamos em silêncio, até que Juca falou que eu não poderia falar para ninguém o que eu havia visto no mato, eu claro que prometi, estávamos num local ermo, uma pergunta feita por Juca, onde eu tinha duas opções de resposta, algum tempo depois percebi que minha resposta foi  a chave da minha libertação, Juca perguntou se eu tinha vontade de fazer também, sem raciocinar respondi que nunca tinha chupado ninguém, vi Juca olhar em todas as direções  e me chamou para o canto, falou que seria nosso segredo, e colocou para fora, instintivamente segurei, era estranho apesar de duro era macio, fiquei encantado vendo a cabeça ser escondida e logo voltando.

Juca falou que estava gostoso e falou para eu chupar um pouquinho, simplesmente obedeci, fui com a boca aberta, senti o cheiro de macho, a piroca tocou meus lábios, a ponta da língua tocou de leve e logo escorregou para dentro de minha boca, o gosto salobro, foi facilmente absolvido por meu seleto paladar, me senti bem em ver Juca gemendo e me elogiando, foram minutos mas pareceram um eternidade, posso gozar na sua boca, a resposta foi  hum hum, a piroca socada em minha boca, senti os primeiros jatos de porra, tentei afastar a cabeça mas fui impedido, Juca urrava enquanto despejava todo seu esperma em minha garganta, mesmo sendo a minha primeira vez, consegui engolir tudo, finalmente terminou levantei com vergonha de tudo que havia feito, mas elogios feitos  ao boquete que havia proporcionado me deixaram orgulhoso.


Saímos, as juras de segredo, marcamos para o dia seguinte e para o dia seguinte, me tornei a putinha do Juca, ficamos um bom tempo nos boquetes, até que senti minha bunda ser alisada, senti uma onda de arrepio percorrer meu corpo as roupas arriadas, e meu cu foi tocado, cuspe foi me lubrificando, dedos iam me alternando com toques e leves pressões, era gostoso, uma metida mais forte e a metade do dedo foi introduzido, o movimento de ir e vir era gostoso e viciante, logo era todo o dedo que era introduzido, essas brincadeiras foram acontecendo, até  que num dia eu pedi para ser comido, os dedos me preparavam até  que senti a cabeça quentinha encostar, pressionei minha bunda de encontro, a dor era suportável devido meu desejo de ser enrabado, várias cuspidas depois e eu tinha uma piroca cravada em minha bunda, passei a rebolar  gostoso enquanto gemia de forma bem manhosa, Juca deu início mas idas e vindas, a intensidade foi aumentando de forma gradual. o som de nossos corpos se encontrando, busquei meu pau e em poucos movimentos e eu estava gozando, a cada jato de porra expelido meu cu se contraia praticamente mordendo a piroca de Juca, uma estocada forte e ganhei minha primeira gozada anal. um sensação inexplicável  sentir os espasmos, ao sair uma certa quantidade começou a sair de meu cu, trocamos olhares, gostou perguntou Juca, sim e falei que agora sou sua putinha.


Realmente me tornei uma putinha, a exclusividade com Juca durou um bom tempo, mas o desejo por outras pirocas me fez procurar por outras pirocas, hoje tenho 23 anos, não sou afeminado, moro com um rapaz, mas sempre aberto para outras penetrações.

Amanda Rae