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sábado, 27 de dezembro de 2025
Meu primeiro boquete no meu primo
Bom meu nome é Amanda. Sou morena clara, olhos castanhos, 1,50m, 45kg.
Bom já cheguei a escrever um conto aqui na minha conta antiga sobre quando meu primo tirou minha virgindade pelo cú.
Hoje irei contar como foi meu primeiro boquete.
Meu primo sempre foi uma das pessoas mais próximas de mim, apesar de morarmos longe um do outro. Sempre que ele vinha passar as férias na minha casa com a minha tia, aproveitávamos para fazer tudo juntos. Ele foi quem me ensinou muitas coisas desde o primeiro beijo quanto a virgindade. Quando ele estava por perto, sempre nos divertíamos e aprendia muito com ele."
Uma vez quando meu primo veio de férias pra minha casa, começamos a conversar de vários assuntos, ate que começamos a falar sobre namorados, sexo. Disse ao meu primo que ainda era virgem e que não tive coragem de perder a virgindade com ninguém, somente atrás quando fiz com ele, pois fiquei com medo de que alguém me machucasse. Meu primo me disse que tal eu tirar a sua virgindade da buceta? No começo fiquei meio sem graça com que ele tinha falado, mais disse que precisava de um tempo para pensar.
Uma tarde minha mãe saiu com a minha tia e eu fiquei sozinha em casa com o meu primo.
Começamos a nos beijar e o clima começou a esquentar. Meu primo começou a passar a mão no meu peito, começou a pegar na minha bundinha e fiquei meladinha na hora.
Fomos para o meu quarto, tranquei a porta e começamos a se pegar mais forte. Meu primo tirou a minha roupa comecei a sentir uma sensação muito gostosa meu primo então se levantou e tirou a cueca, nossa aquele pinto dele estava bem duro, parecia que tinha vida própria tinha uns 15cm, fiquei pensativa de como aquilo tinha entrado dentro de mim. Ele mandou eu bater uma punheta pra ele. No começo fazia meio sem jeito pois só tinha feito isso uma vez, e nem foi tanto tempo. Era muito duro , muito mesmo, e bem quente. Meu primo então pediu que eu chupasse o pinto dele, eu disse que como? ele começou a falar como eu devia fazer e eu comecei a chupar. Foi meio estranho no começo mas gostei muito da sensação daquele negocio duro se debatendo dentro da minha boca, somente o gosto no começo que era um pouco estranho, mais quanto mais eu chupava melhor ficava. (È uma das coisas que eu mais adoro fazer.)
Depois de um tempo meu primo começou a colocar bem devagarzinho o pau dele na minha bucetinha. No começo pensei em desistir pois doía muito. Entao ele começou a so ficar passando o pinto dele em volta, sem enfiar, mais a vontade era tanta que deixei ele colocar tudo dentro de mim. Entrou com muita dificuldade, sentia novamente aquele negocio quente e duro entrando bem devagar. Era uma mistura de dor e prazer ao mesmo tempo. Pedi pro meu primo que metesse um pouco mais fundo pois já não doía tanto, meu primo começou a meter com mais força e cada vez mais fundo. Meu primo tampou a minha boca pois eu começava a querer gritar de dor depois de algumas enfiadas ate o fundo. Então quando ele tirou percebeu um pouco de sangue no pinto dele, mas me disse que era normal, e já enfiou de novo. Depois de um tempo assim ele me pediu pra ficar de 4.
Fiquei de quatro e meu primo começou a meter dentro do meu cu novamente, já não doía como na primeira vez, ele perguntou se eu queria que trocasse o lugar, então pedi pra ele continuar ali mesmo. Quando ele estava quase perto de gozar meu primo me mandou eu ficar de joelho e disse que ia gozar na minha boca. Fiquei de joelho rapidamente e meu primo gozou mais no meu rosto do que na minha boca, engoli um pouco. Na hora achei meio nojento aquela coisa grossa, quente e meio salgada na minha boca, mais hoje é um dos meus maiores fetiches.
Meu primo foi pra sala e eu fui tomar um banho e escovar os dentes. Depois daquele dia criamos um laço ainda mais forte que já tínhamos. Praticamente tudo que sei de sexo e quase todos os fetiches e coisas que já fiz foram com ele. Ah o nome do meu primo é Samuel.
terça-feira, 23 de dezembro de 2025
Noite de Verão na Casa da Praia
O calor estava insuportável mesmo com as janelas abertas. Quatro amigos tinham alugado a casa na praia pra passar o fim de semana: eu, o Léo (o mais puto do grupo), o Thiago (o moreno de academia que todo mundo babava) e o Rafa (o branquelo de olhos claros que parecia inocente, mas não era).Depois de umas cervejas e um baseado, a conversa ficou pesada rápido. Léo, como sempre, foi o primeiro a jogar a carta na mesa:— E aí, quem topa uma troca-troca hoje? Tô com tesão pra caralho.Thiago riu, mas já estava ajeitando a bermuda que já marcava o volume. Rafa ficou vermelho, mas não disse não. Eu só sorri e falei:— Beleza. Mas sem frescura: quem quiser, vai até o fim.Combinamos que cada um ia com o outro por 15 minutos, tipo rodízio. Quem quisesse parar, parava. Quem quisesse continuar... bom, a noite era longa.Primeira rodada: Léo pegou Thiago.
Os dois se jogaram no sofá grande da sala. Léo puxou a bermuda do Thiago pra baixo sem cerimônia e já caiu de boca. Thiago gemia alto, segurando a cabeça do Léo, enquanto eu e Rafa assistíamos, já se tocando por cima da roupa.Depois de uns 10 minutos, Thiago já estava de quatro no chão, Léo metendo com força por trás, os tapas ecoando na casa vazia. Rafa não aguentou e pediu pra eu começar com ele ali mesmo, de lado no outro sofá.Segunda rodada: eu com Thiago.
Ele ainda estava ofegante do Léo. Me olhou com cara de safado e disse:
— Quero sentir você bem fundo.
Deitei ele de costas, levantei as pernas dele bem abertas e entrei devagar, só pra provocar. Quando ele começou a implorar, meti tudo de uma vez. O gemido dele foi tão alto que o Léo e o Rafa pararam pra olhar.Terceira rodada: Rafa com Léo.
Rafa, que parecia o mais tímido, surpreendeu todo mundo. Sentou no colo do Léo, engoliu tudo com a boca até o talo, depois virou de costas e desceu devagar no pau dele, rebolando como se tivesse nascido pra isso. Léo segurava a cintura dele e falava sacanagem no ouvido:
— Isso, rebola gostoso, seu putinho... vai tomar tudo.Quarta rodada: eu com Rafa.
Ele já estava todo melado, olhos vidrados. Deitou de bruços na cama, empinou a bunda e falou baixinho:
— Me fode como se quisesse me deixar marcado.
Não precisei de mais convite. Entrei forte, segurando o quadril dele, batendo até a cama ranger. Ele gemia meu nome, pedindo mais, pedindo pra eu gozar dentro.No final da noite ninguém queria mais rodada. Estávamos todos exaustos, suados, melados, deitados no chão da sala em um amontoado de corpos. Léo foi o primeiro a falar, ainda ofegante:— Acho que a gente repete isso todo fim de semana, né?Ninguém discordou.
sábado, 20 de dezembro de 2025
sábado, 6 de dezembro de 2025
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