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sábado, 19 de julho de 2025

Linguada na buça da amante

 


A Virgem

Eu tinha 18 anos e estava de férias no colégio. Nessa época, tinha duas amigas inseparáveis: Vera, do tipo mignon, morena e também com 19 anos, e Andréa, de 17, loura, um mulherão. Minha aparência é um tanto frágil, tenho cabelos negros compridos, despertando a curiosidade dos homens. Mas, voltemos à história. Minhas duas amigas fizeram amizade com um casal de empresários de Petrópolis enquanto estavam de férias. Ele se chamava Paulo, tinha a pele morena, cabelos encaracolados e usava bigode. Silvia era mais alta do que ele, morena jambo, cabelos longos. Ambos tinham 37 anos. Assim que começamos a nos divertir, convidaram Vera e Andréa para passarem uma semana na mansão deles. Eu, que sempre fui muito entrona, pedi para ir junto com eles. A casa era grande e luxuosa, com uma piscina linda. Nós três ficamos acomodadas, cada uma, em um quarto. No primeiro dia, houve churrasco, vôlei e banhos descontraídos de piscina. Com toda essa atividade, resolvi dormir mais cedo, só que acabei perdendo o sono e fui para o quarto das minhas amigas. Levei um susto: elas não estavam lá. Saí da casa dos hóspedes em direção à principal, onde vi a luz acesa. Tentei entrar pela varanda, mas antes disso vi uma cena de completa orgia. Fiquei excitada e permaneci escondida vendo Paulo deitado de costas enquanto Andrea cavalgava no mastro dele. Ao mesmo tempo, Silvia estava ajoelhada diante de Vera chupando-lhe os seios e enfiando dois dedos na vagina. Depois de uma espécie de orgasmo coletivo, eles descansaram. Já refeita, Silvia engatinhou na direção de Andréa e começou a percorrer o corpo dela com a língua, no momento em que Paulo passava a enrabar Vera. Esta gritava de dor, mas não parava de rebolar. Silvia e Andréa iniciavam um sessenta-e-nove. Eu comecei a sentir medo e voltei para meu quarto. Depois, minhas amigas chegaram evitando fazer barulho para não me acordar. Comecei a me imaginar naquela orgia que nunca havia experimentado. Para reforçar minha timidez em relação ao sexo, as amigas não me contavam nada do que faziam. Na noite seguinte, fiquei novamente espionando a suruba, escondida por trás da janela. No outro dia, o casal foi convidado para um churrasco na casa de outros amigos, Carlos e Sandra. E, à noite, eles também participavam da bacanal. Agora, eram seis numa alegre trepação. Vera chupava o pau de Carlos e Sandra passava a língua no cuzinho dela. Paulo e Silvia faziam um verdadeiro sanduíche de Andréa, como se dançassem uma lambada erótica. De novo, assisti a tudo e fiquei pensando por que só eu não participava daquilo. Acho que, embora eu tenha os seios grandes e a bunda arrebitada, minha aparência é muito infantil. Para negar isso a mim mesma, resolvi entrar nessa orgia. Só na véspera de irmos embora tomei coragem e fui até a casa principal só de camisola, mas não encontrei ninguém. Comecei a procurar por eles e ouvi barulhos vindos do vestiário da piscina. Percebi que todos se preparavam para mais uma suruba, respirei fundo e senti meu coração bater forte. Antes que eu desistisse novamente, tirei a camisola e entrei nua. Eles se espantaram e ficaram me olhando em silêncio. Eu continuei parada até que Sandra se destacou do grupo e me tomou pela mão. Levou-me até o chuveiro, enquanto os outros fizeram um círculo em volta de mim. Revelei a todos que era virgem, para espanto geral. Mas logo o susto deu lugar à sacanagem. Sandra começou a acariciar meus seios e convidou os outros a me bolinarem. Passei a sentir mãos por todo meu corpo - bunda, costas, coxas, vagina, barriga. Sandra se ajoelhou e meteu a cara entre minhas pernas; Andréa
sugava meus seios; Vera passava a língua em minhas costas e Silvia também deslizava a língua quente no meu cuzinho. Depois, todos se afastaram de mim. Andréa foi até um canto, voltou com um consolo preso à cintura e começou a enrabar Sandra. Nisso, Carlos me agarrou por trás e apertou meus seios com força, me mandando olhar para Sandra e Andréa, dizendo que ia fazer o mesmo comigo. Fiquei apavorada e tentei fugir, mas ele continuou me segurando com firmeza. Quando parei de me debater, Carlos pôs a cabeça de seu pau na entrada do meu cuzinho e começou a me penetrar. Senti uma dor terrível e comecei a gritar. Quando ele enterrou tudo, comecei a sentir calafrios e ele enfiou um dedo em minha vagina iniciando os movimentos de entra e sai. Pouco depois, senti o leite quente inundar minhas entranhas e tive o primeiro orgasmo da minha vida. Assim que Carlos retirou o pau lambuzado de minha bunda, foi a vez de Paulo me agarrar por trás e me enrabar também, depois de colocar a camisinha. Embora o seu membro fosse menor, ele enfiava com mais violência, causando mais dor, me fazendo chorar. Mesmo assim, eu não pedia para parar, pois naquele instante encarei tudo como um desafio e rebolei. Ele e eu gozamos aos berros. Sandra pegou o consolo com Andréa e me tomou pelo braço, nos levando para um canto do vestiário atrás dos armários, onde ninguém nos via, e começou a chupar todo o meu corpo. Depois que gozei, ela prendeu o consolo e me colocou de quatro. Logo entendi o que ela queria e, como fosse um novo desafio, deixei que ela enrabasse minha pobre bundinha. Durante uns poucos minutos achei que ia desmaiar de dor, até porque ela não fez o movimento de entra e sai, deixou o consolo direto lá dentro, só tirando quando voltei a chorar. Ela riu e me levou de volta à suruba. Quando cheguei, vi um colchonete de plástico estendido no chão. Carlos, com o membro em ponto de bala, e me mandou deitar. Assim que deitei, ele enfiou a cara entre minhas pernas ao máximo e deitou em cima. Quase tive uma síncope quando ele começou a penetrar minha vagina. O membro duríssimo foi forçando passagem e parecia que ia me rasgar. Quando Carlos iniciou os movimentos de penetração, enlacei minhas pernas nas costas dele e comecei a mexer também. Para minha felicidade, ele só gozou uns vinte minutos depois, quando eu já estava no terceiro orgasmo, quase desfalecendo. Carlos não agüentou o tranco e se jogou para o lado, adormecendo. Descansei alguns segundos e fiquei de pé, mas logo Paulo me agarrou por trás novamente. E dessa vez meteu na boceta com toda força. 'Vai mais devagar, pois quero gozar também', pedi. Ele diminuiu um pouco o ritmo e comecei a sentir prazer, ao mesmo tempo em que Sílvia e Sandra faziam um sanduíche em Andréa e Vera sugava o pau de Carlos, que continuava deitado, enfiando um dedo no cuzinho dela. Quando Paulo gozou, me sentei no chão e fiquei olhando aquela suruba digna da corte de Calígula e não transei com mais ninguém. Por minha causa, nossa estada em Petrópolis foi estendida em mais uma semana e todos, nesse período, disputavam quem mais vezes transava comigo. A garotinha que chegou virgem e assustada, voltou para casa feliz e disposta a experimentar todos os prazeres que a vida pode oferecer.



 

Amadora ninfomaníaca gemendo na pica do marido

 

 

É hora do lanche e Ise Mah está com muita fome! Mas sua dieta consiste principalmente em uma boa dose de pau na buceta e ingestão de proteínas, que ela consegue esvaziando as bolas do namorado sortudo. Com o tempo, ela aprendeu a usar as mãos e a boca para extrair todo o leitinho de pica do cara, não apenas no lanche, mas também no café da manhã, almoço e jantar.


quinta-feira, 10 de julho de 2025

Eu gozo pela primeira vez na minha meia-irmã

 

                    

A desconhecida precisava de uma boa foda!

 Eu estava no shopping, na praça de alimentação, já tinha devorado meu lanche e fiquei lá, completamente distraído. De repente, meus olhos caem na mesa da frente, onde uma morena gostosa, com uns 38 anos, estava sentada tomando um milk-shake. Ela não usava aliança, o que me animou na hora.


Resolvi chegar junto e perguntei se podia fazer companhia. Ela topou com um sorriso, e começamos a bater papo sobre um monte de coisas. A conversa fluiu, e não demorou muito pra entrarmos no assunto sexo. Ela confessou que já tava mais de oito meses sem transar e estava louca de tesão, rindo um pouco envergonhada.

Aquilo me deixou ligado, e quanto mais falávamos, mais ela ficava excitada, os olhos dela brilhando e as pernas se mexendo na cadeira. Não pensei duas vezes: chamei ela pra ir pra um lugar mais reservado, e ela aceitou na hora. Pegamos o carro e fomos direto pro motel.


Lá, tomamos banho separados. Eu entrei primeiro, me limpei rápido e me joguei na cama, nu e ansioso. Quando ela saiu do banheiro enrolada numa toalha, eu mal me contive.


A puxei ela pra perto e comecei a beijar aqueles lábios macios, as mãos dela já me apertando. Sentei na cama e tirei sua toalha, revelando aquele corpo incrível. Passei a língua devagar pelo pescoço, descendo até os seios firmes, chupando os mamilos durinhos enquanto ela suspirava.




Deitei ela na cama e fui direto pro ponto: abri aquelas pernas e enfiei a língua na buceta dela, que já tava molhadinha e cheirosa. Ela gemeu alto, gritando coisas sujas tipo “Chupa, caralho! Chupa, filho da puta, vai me fazer gozar na sua boca!”.


Aquele gosto salgado me enlouqueceu, e eu lambia com força, sentindo os tremores do corpo dela. Depois, subi em cima e enfiei meu pau duro na boceta apertada, começando devagar, sentindo cada centímetro escorregar pra dentro. Aumentei o ritmo, metendo com tudo, e ela gozou várias vezes, o corpo se contorcendo e gemendo “Vai, porra, me fode forte!”.


Mudei a posição: fiz ela ficar de ladinho, e meti com mais força, o barulho da pele batendo ecoando no quarto. Ela xingava alto, “Mete, filho da puta, tô gozando de novo!”. Então, virei ela de quatro, enfiando o pau na buceta enquanto passava o dedo no cuzinho dela, sentindo o anelinho pulsar. Ela adorou: “Vai comer meu cu, regaça essa bunda!”, disse, ofegante.


Tirei o pau da buceta, passei lubrificante no cuzinho e no meu pau, que já tava latejando. Comecei devagar, penetrando aquele buraco apertado, e fui acelerando. Ela gritava “Come esse cu da sua puta, fode forte!”, e gozou três vezes seguidas enquanto eu metia por uns vinte minutos, o suor escorrendo de nós dois.


Por fim, tirei o pau do cu, tirei a camisinha e voltei pra boceta. Estava prestes a explodir, então falei: “Minha putinha, quero gozar na sua boca”. Ela se ajoelhou e começou a chupar com vontade, a língua rodando na minha rola inchada, sugando tudo. Quando soltei a porra, ela engoliu cada gota, lambendo os lábios com um sorriso safado.


Depois, tomamos banho juntos, e ela não resistiu: me chupou de novo no chuveiro, me deixando louco, mas dessa vez só ela gozou, com meus dedos brincando na boceta dela. Saímos do motel e eu a deixei perto do shopping, pra ela pegar um Uber e não levantar suspeita. Depois disso, a gente trocou umas mensagens, mas não nos encontramos de novo.

Amanda Rae