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sábado, 31 de janeiro de 2026

Vendo duas lésbicas si pegando

 Era uma noite quente de verão, daquelas que deixam a pele grudenta e o ar pesado. Eu morava no terceiro andar de um prédio antigo, daqueles com janelas grandes e sem persianas decentes no apartamento da frente.

A sacada delas ficou exatamente em ângulo com a minha janela do quarto. Não era de propósito — pelo menos no começo não era. Só que, depois da terceira ou quarta vez que as vi, eu parei de fechar a cortina.

Eles eram um casal novo no prédio. Uma morena de cabelo cacheado até os ombros, corpo firme de quem faz crossfit ou jiu-jitsu, sempre de regata larga e shortinho de ginástica. A outra era mais delicada, pele clara, cabelo liso castanho-claro quase loiro, piercing no septo e um jeito de se mexer que parecia dançar mesmo quando só andava pela sala.

Naquela noite eu estava deitado na cama, luz apagada, ventilador girando devagar no teto. O calor não deixava dormir. Foi quando vi as luzes delas acenderem.

A morena entrou na sala carregando a outra no colo, as pernas da loira enroladas na cintura dela. Elas são baixas, aquele riso de quem já sabe o que vai acontecer. A morena encostou a loira na parede de vidro da sacada — exatamente na minha linha de visão — e começou a beijá-la com vontade.

Eu sinto respiração. Meu pau já estava meia-bomba só de ver o contorno das duas silhuetas se esfregando.

A loira enfiou as mãos por baixo da regata da morena, subindo devagar, apertando os seios com força. A morena respondeu puxando a blusinha fina da loira por cima da cabeça num movimento rápido. Os peitos pequenos e empinados apareceram, bicos já duros, cor-de-rosa escuro. A morena abaixou a cabeça e chupou um deles com força, fazendo a loira jogar a cabeça pra trás e abrir a boca num gemido que eu quase consegui ouvir dali.

Eu abri o zíper da bermuda devagar, sem tirar os olhos delas. Meu pau pulou pra fora, quente, tardejando. Comecei a me tocar bem devagar, quase sem encostar, só roçando a palma da mão na cabeça enquanto via a morena descer beijando a barriga da loira.

Quando chegou na cintura do short, a morena deixou tudo junto — short + calcinha — num movimento só. A loira ficou completamente nua contra o vidro. As coxas abertas, a buceta lisinha, já brilhando de tão molhada mesmo com a luz fraca da sala.

A morena se ajoelhou. Primeiro passei a língua bem devagar na virilha, subindo até quase encostar no clitóris, depois desceu de novo, provocando. A loira segura ou o cabelo cacheado com as duas mãos, puxando com força, rebolando contra a boca dela.

Eu já estava batendo punheta mais rápido, o som da minha mão molhada de pré-gozo ecoando baixo no quarto escuro.

A morena enfiou dois dedos de uma vez, fundo, sem aviso. A loira deu um gritinho abafado e arqueou as costas, batendo a nuca no vidro. Os dedos entravam e saíam num ritmo forte, quase violento, enquanto a língua dela rodava no clitóris sem parar.

A loira começou a tremer. As coxas sacudidas, os dedos dos pés se curvando no ar. Ela gozou assim, empurrando a buceta contra a cara da morena, gemendo alto o suficiente pra eu ouvir claramente do outro lado da rua estreita.

A morena não parou. Continue chupando, mais devagar agora, lambendo cada gota que escorria. Depois se falou, beijou a loira com força, deixando ela sentir o próprio gosto na língua.

Elas se abraçaram, rindo ofegantes, suaves. A morena deu um tapa de leve na bunda da loira e falou alguma coisa no ouvido dela. As duas olharam pro lado — direto pra minha janela.

Por um segundo descobri que eu tinha visto.

Mas elas só sorriram uma pra outra, como se compartilharam um segredo, e apagaram a luz da sala.

Eu fiquei ali, pau ainda duro na mão, coração na garganta, gozando forte segundos depois, imaginando que elas sabiam que eu estava visualizando… e que gostavam.

Na noite seguinte, a cortina delas ficou aberta de novo.

E a minha também.

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Amanda Rae