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sábado, 31 de maio de 2025
terça-feira, 27 de maio de 2025
Minha amiga quis uma buceta pela primeira vez!
Minha amiga já me olhava com malícia há bastante tempo, eu via e tentava disfarçar as investidas, pois sabia que, mesmo sendo do meio liberal, nem todos entendem as circunstâncias. Meu marido sabia, lógico, da química que rolava entre a gente, porém ela nunca tinha ficado com outra mulher, pelo menos foi o que me confidenciou…
Marcamos, conversamos e ela foi à minha casa, já com aquele perfume malicioso e vestida para matar. Eu estava atrasada, pois tinha chegado pouco do trabalho e ainda ia tomar banho, porém, como sou safada e experiente coloquei uma calcinha preta pequena após o banho e passei meu melhor perfume, saí do quarto semi-nua, secando os cabelos.
Quando ela me viu, ficou pálida, deitei, a abracei e disse: “Vai ficar vestida? Estou quase sem nada.”
Ela tirou a roupa, ficando só de calcinha, nos beijamos intensamente, abraçadas, deitadas na cama com os corpos colados, e eu disse a ela: “Mata sua vontade, faz o que sua imaginação mandar.”
Ela me disse: “Queria tanto isso, não sei por onde começar.”
Peguei um gel comestível de morango e passei nos meus seios, arrepiadíssimos com aquela excitação toda, fiz uma trilha e passei na minha buceta, disse a ela: “Deixo você fazer tudo o que quiser comigo.”
Ela me beijou, chupou meu seio e, quando me tocou, eu estava extremamente molhada, ela pegava o mel que saía da minha bucetinha e passava no meu grelo, inchado de tanto tesão, para chupar sentindo meu gosto, abriu minha buceta e começou a lamber meu grelo com mais intensidade, depois de 20min a excitação era fora do normal, gozei muito!
Até que ela enfiou o dedo para sentir minha buceta pulsando, gemeu alto me sentindo gozar e gozou também, minha pepeca pulsa muito gostoso com esses orgasmos… Eu gemia alto, um prazer diferente, sutil, leve…
Eu queria mais e adoro chupar uma buceta, então a beijei, passei o mesmo gel nos seios dela, e sua boca com meu gosto me excitava ainda mais, então fui descendo, beijando seu corpo todo e disse: “Você tem certeza que não vai me deixar sentir o seu gosto?”
Ela gemia quando eu passava o dedo no seu clitóris, massageando sua buceta por cima da calcinha, até que senti a ponta do meu dedo do meio melado e não aguentei, levantei a calcinha dela de lado e vi seu mel, ela estava toda melada.
Não aguentei e caí de boca naquela bucetinha molhada! Ela gemia, se arrepiava. Eu acariciava o corpo dela e chupava mais e mais, começou a gozar em segundos, eu intensifiquei a língua no grelo dela, lambia todo o mel que saía, quando tremeu toda, eu parei, fiquei por cima e beijei sua boca com o gosto dela e mordi seu pescoço…
E assim foi a primeira vez que transei com uma amiga, com o consentimento e liberação do meu marido, e o início de uma amizade safada e gostosa.
Sexo gay e leitinho na boca de um comprometido
Um tempo atrás também encontrei, ao conhecer um cara em um bate-papo, ele namorava uma mulher, mas isso não impediu de que nos falássemos e combinássemos de se encontrar. Quando chegou o dia, entrei no carro dele e me deparei com um homem de 55 anos. O carro tinha insulfilm e sua rola de 18cm branquinha parecia dura sob a calça.
Assim que nos vimos, ele disse: “e não é que você veio, seu safadinho”
Começou a andar com o carro e, mesmo em movimento, deu uma apertada no meu cacetão, que ainda estava sob a calça. Então, abriu o zíper, falando que era “para a rola respirar melhor”. Um tempo depois, parou o carro num lugar bem afastado, em uma área com muito mato, perto de alguns sítios.
“Você se importa se eu abrir um pouco minha calça? Tá me machucando” disse ele. Respondi que não e ele abriu.
Já estava com a pica super dura. Eu ficava olhando e encarando, quando não me controlei mais, disse: “faz tempo que não mamo uma rola de macho”. Ele então segurou na rola e disse: “olha só como tá minha pica só de pensar nisso”. Ela estava toda melada, um pouco descoberta pela pele. Em tom de brincadeira e entre risadas contidas, disse: “que rolão, imagina o estrago que ela deve fazer”.
“Imagina, Henrique, ela não faz mal a ninguém. Só é meio mal educada e gosta de cuspir leitinho de macho na cara dos outros”, respondeu. O clima estava tão insuportável de tanto tesão que ele não se controlou e começou a bater uma punhetinha de leve. Até que pegou na minha mão e a levou em direção a sua rola. Era tão grande que a minha mão nem conseguia segurá-la por completo.
Com a minha mão no pau dele, ele não se aguentou e pediu uma mamadinha
Não pude me conter e aceitei. O rolão dele era macio e eu sugava tudo, enfiando o cacete até o fim sem pudores, babava bastante, sugava só a cabecinha e a beijava também, descia pro saco, subia de volta.
Eu estava adorando aquilo. Enquanto eu mamava bem gostoso, fazia carinho na cabeça da rola. Em um momento, ele tirou a calça de uma das pernas, colocou o pé no banco e deu uma inclinada pra socar bem gostoso na minha boca. Socou de leve, indo até o fim para engasgar e melar a rola toda. Nós dois estávamos morrendo de tesão.
“Que chupada boa, cara! Continua, Henrique, quero encher sua boquinha linda de leite de macho”, dizia ele, enquanto eu chupava e pedia leitinho.
Ele segurou minha cabeça forte e despejou quatro jatos de leitinho de macho na minha boca e eu não desperdicei nada. Voltei a chupar e lustrei a rola dele. Após acabar, ainda me fez o convite: “tenta convencer sua namoradinha ou espozinha para mamar junto, pois tenho muito leitinho para os dois”.
Dividi a buceta dela com um roludo!
Eu e minha esposa sempre tivemos a vontade de aprontar, mas só ficávamos na fantasia com vibrador, imaginando outra pessoa e certa noite, estávamos no barzinho tomando umas despretensiosamente quando apareceu um amigo nosso, que vamos chamar de Careca.
O convidamos para sentar com a gente e tomar umas. A tensão sexual era palpável, ela usava uma saia curta e uma blusa decotada, deixando claro que estava pronta para qualquer coisa, e estava visivelmente excitada, seus mamilos duros se destacando através da blusa.
O Careca, por sua vez, não conseguia tirar os olhos dela, e suas mãos já estavam começando a explorar o corpo dela discretamente por baixo da mesa. Fui ao banheiro e, na volta, percebi que eles estavam mais próximos, olhei por baixo da mesa, vi ela passando o pé na perna dele. Pensei: “É hoje.”
Em certo momento, o Careca foi ao banheiro e ela me disse: “Se você quiser, hoje eu dou pra ele.” Ele voltou, pagamos a conta e fomos direto pra casa.
Chegando lá, abrimos uma cerveja e eu disse que ia ao banheiro. Demorei de propósito e, quando voltei, os dois estavam de pé, abraçados e se beijando. Meu pau ficou duro na hora.
Cheguei ao lado dela e disse: “Deixa eu ajudar.” Tirei a blusa dela, deixando aqueles peitões lindos à mostra. Ele já pegou um e começou a chupar o outro. Ao tirar a saia dela, sua calcinha estava visivelmente molhada, evidenciando o quanto ela estava pronta para o que viria.
Disse pro Careca: “A calcinha é por sua conta.” Ela não aguentou e puxou a calça dele pra baixo, deixando à mostra uma rola grossa e dura. Ela logo abaixou e caiu de boca, dizendo: “Olha só, meu amor, vai me arrombar.” Aí eu falei: “Não era isso que você queria?”
Subimos então pro quarto e ele a jogou na cama e começou a empurrar aquela rola enorme na bucetinha dela, que gemia de prazer e dizia: “Arromba minha bucetinha pro meu marido ver como é que se faz.”
Ele socava tudo com força e ela pedia mais, então a colocou de quatro e eu fiquei por baixo, chupando a buceta dela enquanto ele metia.
Depois coloquei minha rola na boca dela, pra ser fodida de todos os jeitos!
Ela chupou minha rola até ele gozar. Aí ele saiu de dentro dela e ela falou: “Agora vem meter gostoso na bucetinha da sua mulher, arrombada por outro e cheia de porra.”
Meti gostoso até gozarmos juntos.
Ficamos os três na cama, conversando, até que ela pediu pra nós dois chuparmos a buceta dela, estava com vontade de ver os dois machos devorando aquela buceta gozada e toda arromabada!
Claro que obedecemos, nos revezando naquela buceta arrombada por dois machos até ela gozar na nossa boca.
domingo, 25 de maio de 2025
sábado, 24 de maio de 2025
Tomando Banho Com a Enteada Ninfeta
Provocando de fio dental e te chamando pra tomar um banho comigo
Na piscina do meu prédio, com um biquinizinho verde, eu me empinava e provocava os tarados perto de mim.
Novinha, 1,55 de altura, loirinha, rostinho de patricinha mimada, olhar de ninfeta safada e sorrisinho de putinha sonsa querendo uma pica pra apagar meu fogo. Com um micrio fio dental verdinho todo enterrado no meu rabo.
As laterais do biquini puxadas pra cima, em formato de "V". Deixando ele cavadinho na frente, mal tampando a minha bucetinha lisinha. E todo puxado e enfiado atrás. Com uma raba de 98 de quadril toda de fora na cara dos tarados que me olhavam.
Deitadinha de bruços com a bundinha pra cima, mexendo no celular. Meus pezinhos pra cima, balançando no ar. A carinha de safadinha mordendo os lábios da boquinha, me fazendo de distraída. As pernas semi abertas dando toda a visão do montinho da minha bucetinha vista por trás.
Eu percebia os olhares e cutucões que os amigos davam uns nos outros. Tentando disfarçar, mas me devorando em pensamento. A piranhazinha teen com o bundão todo de fora brilhando no sol. EU ADORO PROVOCAR OS TARADOS.
Me sinto desejada, me sinto vulgar, me sinto a piranha da galera. EU SOU UMA PIRANHA...
Fiz um instagram pros leitores @bunnyloira e vou postar umas fotos com esse biquinizinho verdinho todo enfiado. Empinando a raba pros meus leitores tarados igual eu empinava pros safados que me olhavam na piscina.
Também tenho um vídeo tirando o biquinizinho no banho, mas a gente ainda vai chegar nessa parte da história rs
Foi quando eu ei um mergulho na água. Toda debruçadinha, com os braços apoiada na borda da piscina. Os pezinhos batendo na água e o meu rabo todo empinado virada de costas pros tarados que nem disfarçavam mais, com a mão na piroca por cima da bermuda.
Toda a visão da novinha da bunda grande, empinada e escancarada na cara dos safados. A minha raba de 98 de quadril, redonda e carnuda, brilhando molhadinha da água. Uma baixinha, mas CAVALA. Com o bundão rebolando na frente deles.
As pernas semi abertas batendo o pezinho, me deixando arreganhada. Os lábios da minha xotinha mastigando o tecido do fio dental. Quase mostrando mais do que eu deveria. A minha carinha de putinha sorrindo adorando me exibir.
Foi assim que você chegou na piscina e me pegou no flagra. Toda empinada na borda, com o rabo todo de fora e sorrisinho de piranha sonsa adorando me exibir. Eu levei um susto e tentei disfarçar mergulhando meu corpo na água. Mas o meu cuzão tinha ficado marcado na sua mente.
Eu te olhava com vergonha, você me olhava com cara de reprovação. Quase que me dando uma bronca na frente de todo mundo. Eu só torcia pra que você não contasse nada pra minha mãe. O volume duro na sua calça, mostrava o preço do seu segredo.
Saí da água e fiquei um pouco pegando sol do seu lado. A gente não falava nada e o silêncio deixava a tensão sexual ainda maior. Você me olhava com cara de tarado. Eu fazia rostinho de ninfeta inocente.
Os meus peitinhos turbinados chacoalhando dentro do top do meu biquini verdinho hipnotizavam o seu olhar. Os biquinhos durinhos marcando o tecido fininho do meu top. A barriguinha de fora escorrendo de molhada. As marquinhas de biquini vazando pela lateral levantada do meu fio dental.
Me virando de bruços, com o meu CUZÃO pulando na sua cara. Com as minhas mãozinhas de patricinha ninfeta, eu ajeitava e dava puxadinhas no meu biquini verde. Deixando ele todo atolado no meu reguinho. Com o rabo te chamando na sua frente.
Estendendo a mãozinha e pedindo pra você passar bronzeador nas minhas costas...
Sentindo o creme deslizando, a sua mão espalmada tocando na minha pele. Meu corpo pegando fogo e você me apertando todinha. Eu de bruços e você agachado do meu lado quase montando em cima de mim. Doido pra meter a pica no bundão carnudo da novinha cavala.
Deitada do seu lado, eu ficava com o seu pau duro na altura do meu rostinho. A minha carinha de sonsa, sorrisinho de safada. O seu olhar de tarado querendo me comer todinha ali mesmo. A sua mão descendo pela minha bunda...
Apertando, alisando, sentindo cada curva da bundinha empinada da loirinha do biquini verde. Definitivamente, a minha mãe não ia poder saber de nada disso rs...
A sua mão agarrando com vontade a minha traseira. Os seus dedos entrando na parte interna das minhas coxas. Subindo pelas poupinhas da minha bunda e tocando a minha bucetinha por trás. Deslizando no fio dental perdido e atolado no meu rabo.
Você tava quase me dedando na frente de todo mundo. Eu não aguentei e soltei um gemidinho suspirando manhosa...
- Huuuuunnnfff... Ainnnn.. Assiiimm........
Você me encarava nos olhos sem falar nada. Tocando com a ponta dos dedos e esfregando os lábios da minha xotinha por trás.
Eu franzia as sobrancelhas, mordia os lábios da boquinha. Fazia carinha de putinha pidona querendo pica. O seu pau quase encostando no meu narizinho. Eu sentia o cheiro da sua piroca e imaginava ela caindo no meu rostinho.
Era tudo tão proibido e tão gostoso. A sua mão apertando firme e afundando nas carnes da minha bunda. Os seus dedos forçando e cutucando a minha xaninha por trás. O meu olhar de patricinha tarada.
PUTA QUE PARIU QUE TESÃO!!!
Era melhor a gente ir embora e aproveitar enquanto a casa tava vazia... Seria o nosso segredo mais sacana e mais gotoso...
Com pressa e com tesão, toda rebolativa pelo caminho, Andando na sua frente com a raba quebrando da esquerda pra direita, da direita pra esquerda. O meu fio dental verdinho sendo engolido pelo meu rabo e a minha vontade era de outra coisa enfiada ali no meio.
Em casa, você foi na cozinha tomar um suco e eu fui no banheiro tomar um banho. Deixando a porta aberta e ligando uma música no meu celular. A água caindo no box, a fumaça subindo e o meu olhar esperando que horas você ia entrar por aquela porta.
Você apareceu de longe, me olhando de biquinizinho na frente do espelho. Empinadinha na pia com a raba virada pra você. Dançando paradinha sem sair do lugar. Com os cotovelos na pia e as pernas abertas. Rebolando de costas pra você.
Meus pezinhos descalços sambando no chão. O meu bundão redondo subindo e descendo na sua frente. A minha carinha de safada te olhando pelo reflexo do espelho. Você tomava o suco com a mão no pau, doido pra entrar naquele banho comigo.
Me virei de frente e dei um sorrisinho de sonsa. Um xauzinho com a mão e abri a porta do box. A porta do banheiro aberta pra você me assistir a vontade...
No chuveiro, de biquinezinho, eu entrava no box e dançando pra uma música que animava o ambiente. Você estava em pé, do lado de fora, tomando o seu suco e assistindo uma ninfeta safada rebolando de fio dental dentro do banheiro de casa. Eu fazia coraçãozinho no vidro do box e começava a desamarrar o top do meu biquini.
Eu te pedi pra me filmar e comecei a fazer um strip no chuveiro, toda rebolativa e lenta, pra te deixar completamente tarado me assistindo. Com os peitinhos de fora e um sorriso de menina levada, eu empinava a bunda e mostrava as marquinhas de biquini. Eu também tenho esse vídeo pros meus leitores tarados e curiosos que quiserem rs.
Você até largou o suco, pra me filmar melhor rs. A água caindo nos meus seios de fora, meus cabelos presos e o meu biquini fio dental completamente enterrado na bunda. 98 de quadril engolindo o tecido do meu micro biquini, rebolando pra provocar o coroa que ia me comer em segundos.
Eu puxava as laterais do biquini, enfiando ele ainda mais atrás. Puxando mesmo, pra enterrar todo no meu rabo. Dançando com o bundão de fora e um fio dental atolado e esticado na minha traseira. Com sorrisinho de putinha querendo pica.
Quem quiser esse vídeo, pode me pedir no meu insta @bunnyloira ou no email bunnycontos@gmail.com
Levei um susto ao te ver entrando no box e me agarrando toda pela cintura. Mordendo o meu pescoço e enfiando a mão na minha bunda. Eu fiquei espremida na parede, com um tarado me mordendo e me apertando todinha. A vizinha gostosa da bunda grande peladinha no seu chuveiro.
A parede fria nas minhas costas, a água quente caindo nos meus peitos. E um caralho duro me cutucando entre as minhas coxas.
Você arrancou de vez o meu fio dental, me virou de costas e foi se encaixando atrás do meu quadril. Eu fiquei de frente pra parede, com as mãos espalmadas no azulejo, os meus seios esmagados, o meu rostinho de lado e a cabeça da pica forçando a entrada da minha bucetinha por trás.
O seu quadril me dava trancos que me deixava na pontinha dos pés. Dentro do box do banheiro, com a água caindo e um safado me fodendo gostoso. O meu rostinho colado na parede, minha respiração ofegante, e as bombadas do seu saco batendo na minha bunda por trás.
Piroca piroca piroca piroca piroca...
Com fome e tara, você me comia gostoso, dando socadas firmes, me arrancando gemidinhos manhosa e me contorcendo na pontinha dos pés.
Ainnnn Ainnnnnnnnnnnnnn ainnnnnnnnnn caralhoooooooonnnnnnnnnnn aiinnn me fóóóódi gossssssstoooooooosoooooooooooonnnnnnnn
Os trancos mais fortes, mais firmes e com mais vontade. As mordidas no meu ombro, no meu pescoço e na minha orelha. O abraço por trás. A respiração quente na minha nuca. A água caindo nas minhas costas. E as pirocadas me fodendo todinha dentro daquele chuveiro.
Piroca piroca piroca piroca piroca...
Os safados que ficaram me secando na piscina, devia estar batendo punheta pensando na bunda gostosa da vizinha que eles viram de biquini. Enquanto você me agarrava e passava a pica na novinha espremida na parede do banheiro.
Piroca piroca piroca piroca piroca...
Eu tava de perninhas bambas, cheia de fogo e gemendo alucinada a cada pirocada que eu levava por trás. A minha bucetinha babando de tesão sentindo o seu caralhão me comendo todinha. Os meus olhinhos se fechando, a minha boquinha mordendo os próprios lábios, os meus pezinhos se equilibrando toda empinada.
Piroca piroca piroca piroca piroca...
A novinha CAVALA entrando na vara dentro do banho. Isso os safados da piscina não iam assistir rs. Mas eu já tinha provocado eles o suficiente mais cedo.
Comigo sentindo o grossura do seu pau alargando a minha bucetinha apertada. Com você sentindo o quentinho da minha xaninha de princesa esquentando a sua piroca que me fodia todinha.
O proibido, o medo de alguém chegar em casa. O tesão acumulado de tanto tempo te provocando de fio dental todos os dias. Você me comia de forma animalesca soltando as suas taras.
Piroca piroca piroca piroca piroca....
Me socando todinha e me fazendo gemer de baixo do chuveiro. Ofegante e molinha. Manhosa e tarada.
- Ainnnn ainnnnnnnnnnn me fóóóódiiiiiinnnnnn... Me fódi com forçaaaaaaaannnnnnnnnn....
Você me segurava firme e me dava trancos com força. Me esmagando na parede fria e me comendo com a piroca quentinha. Eu toda baixinha e você com o dobro do meu tamanho. Me devorando pra descontar todo tesão acumulado.
Não demoramos muito naquele banho, alguém poderia chegar em casa. Mas foi o suficiente pra gente apagar aquela vontade de que tomava conta da nossa mente há muito tempo. A minha vontade de te provocar só aumentava rss
Mamei outro enquanto meu marido dormia
Relato real. Eu e meu esposo passamos um bom tempo fantasiando com a presença de outro homem na nossa relação. Já realizamos algumas experiências em grupo (inclusive tem relato aqui!), mas nunca fizemos só eu, ele e outro cara — e eu não vejo a hora disso acontecer! Até então, nunca tinha rolado nada sem ele estar presente ou ciente.
Tenho 20 aninhos, sou morena de olhos claros, cabelo grande, 1,59 de altura, tatuada, com seios médios e bunda grande. Meu esposo tem 1,76m, branco, tatuado, cabelos escuros e cavanhaque.
Ele sempre falava sobre a ideia de eu aprontar algo com outro homem sem ele estar presente. Fantasiávamos muito com isso durante o sexo, mas eu nunca cogitei realmente fazer algo, porque achava que era só fantasia dele, e que ele não teria vontade de realizar (até porque uma coisa é ele estar junto, e outra bem diferente seria eu fazer sem ele).
Até que, em uma noite, depois de muita fantasia e desejo falado, ele me deu a deixa para transar com outro — desde que eu filmasse pra ele me ver dando pra outro! Passei o dia inteiro pensando naquilo. A ideia me deixava excitada, mas eu tinha receio de ele se arrepender ou aquilo mudar algo na nossa relação. Falei que não prometia conseguir, mas que tentaria… e deixamos pra um outro momento.
A pessoa com quem a gente mais fantasiava (e não eram poucas, rs) era meu ex-marido. Vamos chamá-lo de Daniel. Um moreno um pouco mais baixo que meu esposo, forte e sem barba. Ele nunca deu em cima de mim depois que comecei meu relacionamento atual, mas deixava claro o quanto ainda sentia desejo por mim — e isso mexia com a cabeça do Felipe (nomes fictícios).
Em uma noite em que meu esposo decidiu fumar um e chamou o Daniel pra ir lá em casa, eu disse que ia provocá-lo. Coloquei um short bem curto, mostrando a polpa da bunda, e uma blusa colada e quase transparente, deixando os mamilos à mostra. Até então, a intenção era só mexer com a cabeça do Daniel. Íamos fumar e assistir filme no nosso quarto, o que já era de praxe…
Felipe, meu esposo, estava no quarto quando o Daniel chegou. Estranhei ele não vir recepcioná-lo, mas imaginei que queria só esperar a gente começar a assistir. Fiquei na mesa com o Daniel enquanto ele jantava e fumava. Quando ele terminou de comer, fui até o quarto pra começarmos a assistir e me deparei com o Felipe capotado. Como ele fumou e comeu demais, acabou dormindo. Tentei acordá-lo, mas ele queria continuar dormindo, então voltei pra cozinha com o Daniel.
Comecei a imaginar inúmeras possibilidades do que aprontar ali com ele, que deixasse meu maridinho com mais tesão ainda quando eu voltasse pro quarto. Depois que o Daniel já estava bem chapado, eu fiquei mais corajosa. Até então nunca tinha sido tão direta. Levantei mais ainda o short e comecei a limpar a mesa, me debruçando de propósito pra ele me admirar. Como ele estava meio fora de si, começou a me olhar com aquele sorriso safado, como quem sabia o que eu queria.
Até que ele passou a mão na minha bunda e tirou rapidamente, pedindo desculpas e rindo. Virei de frente pra ele e falei que não precisava pedir desculpas, até porque aquilo não era nada perto do que ele já tinha feito comigo (me referindo à época em que éramos casados). Me virei de novo e joguei ainda mais a bunda pra cima dele, na intenção de provocá-lo. Ele levantou e me deu uma encoxada, com o pau duro batendo em mim, mas se sentou logo em seguida, sorrindo como quem sabe que aprontou.
Me fiz de sonsa e me sentei de frente pra ele, perguntando se ele tinha gostado da calcinha que eu postei nos stories. Ele disse que adorou, e eu perguntei se ele queria ver a que eu estava usando no momento. Ele sorriu, mordeu o lábio inferior e acenou que sim. Então, abri as pernas e puxei os dois lados do short pro meio, revelando que, na verdade, eu estava sem calcinha nenhuma.
Ele arfou na hora e não se aguentou. Começou a passar os dedos ao redor do short, sentindo minha pele lisa e recém-depilada. Eu revirava os olhos com os dedos tão próximos de me dar prazer… até que ele escorregou pra dentro de mim, com os dedos, e percebeu o quanto eu já estava molhada. Começou a me masturbar, e eu me inclinei pra frente pra passar a mão no volume dele também.
Ele acelerou cada vez mais e começou a brincar com meu seio esquerdo. A junção da mão puxando e brincando com meu mamilo, enquanto a outra fazia minha buceta encharcar, foi demais pra mim… e ele sabia. Aumentou ainda mais os movimentos e falou a frase que me matou:
“Isso, goza!”
E assim eu fiz. Estremeci, mordendo o casaco dele pra não fazer barulho pros vizinhos e sorri. Respirei fundo e fiquei imaginando o quanto eu queria que o Felipe estivesse escondido, vendo tudo. Inclinei pra frente, baixei o short dele, revelando aquele pau enorme e gostoso. Passei a língua devagar, fazendo ele se contorcer. Comecei só na cabecinha até que engoli ele todinho. No mesmo instante, ele puxou meus cabelos pra trás, me fazendo olhar pra ele, e disse que, se eu continuasse daquele jeito, ele ia acabar gozando…
Era tudo o que eu precisava ouvir.
Levantei, fui até o closet e peguei um pouco de creme comestível pra masturbar ele. Comecei devagar, mamando e batendo uma enquanto ele tremia na cadeira. Levantei, olhando nos olhos dele, enquanto aumentava o ritmo. Até que ele soltou:
“Vou gozar!”
Ajoelhei no mesmo instante e engoli tudo! Senti aquele leite escorrendo pela minha garganta, enquanto ele mal conseguia se sustentar.
Ele ficou alguns minutos se recuperando e, ao se levantar pra ir embora, teve a audácia de me dar um beijinho próximo à porta do quarto, onde meu esposo dormia, e disse que ia dormir muito bem aquela noite. Me despedi e fui correndo acordar meu maridinho… agora era hora de fazer ele feliz. Part 2?
quinta-feira, 22 de maio de 2025
quarta-feira, 21 de maio de 2025
sábado, 17 de maio de 2025
quinta-feira, 15 de maio de 2025
Virei depósito de porra do meu enteado
Para quem não leu meu último conto recomendo muito para entender melhor esse.
Como castigo por ter desejo em mim Henrique acabou ficando sem celular, levou uma surra de seu pai e está proibido e principalmente, meu marido desse que se vesse ele me tocando, chegando muito perto de mim ou de quer pensassem em mim de forma sexual ele ia voltar a morar com a mãe dele.
Eu admito que no fundo sou meio vadia, e essa situação aflorou em mim um pouco de exibicionismo e sadismo, meu pensamento inicial foi: vou me vestir igual uma cadela exibicionista agora que ele não pode nem chegar perto, só pra deixar ele com ainda mais vontade e sofrer mais.
Então começou, eu peguei umas peças de roupa do fundo do armário, roupas que eu considerava indecentes para uma mulher casada usar, coloquei um shortinho que mostrava quase tudo e um topzinho que mostrava parte dos peitos, aquele menino ficou louco com oq viu nos passamos a tarde mais afastados mas mesmo assim ele ia no banheiro de 5 em 5 minutos fazer vc sabe oq, depois da quarta vez até perguntei pra ele se já não tinha secado a fonte, ele ficou sem jeito e disse que não sabia sobre oq eu tava falando, mais tarde na mesma noite depois que voltei da faculdade fui tomar um banho e esqueci da toalha de propósito, passe na frente dele completamente nua perguntando se ele viu minha toalha, ele tava com aquelas bermudas tactel e eu percebi o seu ficar duro muito rapidamente e ele tentando disfarçar com uma almofada, eu vou pro quarto me enxugar visto uma camisola bem transparente e volto pra sala onde encontro o Henrique batendo uma, quando ele me viu ergueu a bermuda e pediu desculpas por ter visto aquilo, eu cheguei nele, abaixei a bermuda dele, fiquei por cima, e posicionei a cabeça do pau dele bem na entrada da minha buceta e falei "é isso que vc quer né, isso você nunca vai ter" me levantei e sai dali andando(admito que foi um pouco sádico da minha parte), passei mais alguns dias fazendo ele sofrer, sendo exibicionista e sádica com ele.
Alguns dias depois a situação mudou, eu tenho um ex que tem uma pica excepcional além de ser muito bom de cama, sendo agressivo do jeito que eu gosto, como Henrique sabia a senha do meu celular ele acabou descobrindo as mensagens procurando algo pra usar contra mim, eu estava deitada no sofá vendo televisão quando derrepente ele pula em cima de mim, apertando meus peitos e beliscando meus mamilos
Eu ~ "Que porra você acha que tá fazendo"
Henrique ~ "Apertando as tetas enormes dessa vaca"
Eu ~ "Você tá louco pro teu pai te dar uma surra e você ser expulso daqui né"
Henrique ~ "Vou ser expulso mas não vou ser expulso sozinho, tava vendo suas mensagens com um tal de Fabrício"
Eu ~ "Seu bosta você não pode ficar xeretando o celular dos outros"
Henrique ~ "A culpa não é minha que você é uma puta, enfim queria propor um acordo"
Eu ~ "Pode ser, você não conta oq viu, e eu não conto que você me tocou"
Henrique ~ "Nada disso, o acordo é: você é minha putinha e faz oq eu mandar"
Eu ~ "É claro que não, não tenho nada a ganhar com esse acordo"
Henrique ~ "Julia sua putinha mimada, você tem um marido rico que te banca e você nem precisa trabalhar"
Eu fiquei repreensiva mas acabei aceitando, ele ficou ali alguns minutos puxando e apertando meu mamilos até que ouvimos uns passos vindo para sala e ele saiu de cima de mim, quando meu marido chegou na sala fingimos que nada aconteceu, ele estava prestes a sair para o trabalho, assim que meu marido saiu o Henrique veio até mim, se deitou do meu lado no sofá e disse
Henrique ~ "A partir de hoje você é o meu depósito de porra particular"
Admito que essa frase me exitou um pouco, então ele começou a me beijar, um beijo de lingua longo junto a um par de dedos entrando na minha buceta, ele me largou um pouco e disse
Henrique ~ "Vai pro quarto, veste aquela camisola bem transparente pq hoje vou perder minha virgindade com a vadia mais gostosa que conheço"
Ele falou isso dando um tapasso na minha bunda, naquele ponto eu já estava bem exitada e sem muita escolha eu obedeci, quando ele chegou no quarto tirou a roupa e ficou só de cueca
Henrique ~ "abre bem as pernas Ju"
Eu abri as pernas deixando minha buceta bem a amostra pra ele
Henrique ~ "olha esse buceta toda arregaçada, já deve ter dado pra vários"
Ele colocou a língua e começou a chupar minha bctinha, eu fiquei surpresa com. O quão bom um muleque podia ser chupando uma buceta, eu pulsava de tanto tesão, ele para de chupar meio derrepente e tira o pau pra fora, o tamanho é levemente acima da média, oq é surpreendente pq pela idade dele é de se imaginar que ainda vai crescer bastante, ele começou a colocar a cabecinha
Henrique ~ "você disse que nunca ia ter isso né sua vadia"
Eu ~ "pelo menos coloca uma camisinha"
Henrique ~ "depósito de porra meu não precisa de camisinha"
Então ele começou a meter pra valer, metia enquanto chupava meus peitos e me enchia de tapas, poucas vezes eu senti tanto tesão na minha vida, a cada metida que ele dava era uma explosão de tesão, acho que por ser a primeira vez dele acabou não durando muito, eu senti aquele líquido quente e viscoso entrando e escorrendo pela minha buceta, mesmo gozando o pau dele continuava duro
Henrique ~ "fica de quatro Ju, pq ainda não acabou"
Naquele ponto eu já era cadelinha controlada pelo tesão, eu fiquei de quatro, o Henrique pegou um cinto do pai dele, e começou a dar na minha bunda
Henrique ~ "Para cada pergunta que você responder errado vai tomar uma cintada, quem é o dono dessa bucetinha"
Eu ~ "É vc, vc é o dono dela"
Henrique ~ "Quem é o único macho que pode encher ela de porra"
Eu ~ "você é o único que pode gozar nela"
Henrique ~ "Boa garota Ju, voce passou no teste"
Assim que ele terminou de falar já colocou a cabecinha do pau gozado dele de volta na minha buceta e voltou a meter, a porra dele que tinha ficado ali agora estava sendo usada de lubrificante, nessa segunda rodada ele meteu em mim igual um animal, com força e com raiva, puxando meus cabelos me xingando e me batendo nos ficamos nessa por um tempo até que eu não aguentei e acabei gozando, gemi igual uma cadela, percebendo isso ele acabou gozando junto, depois disso ainda fizemos mais três vezes durante a madrugada
A partir daquela noite eu virei a putinha do meu enteado
O Loft Secreto de São Paulo
Meu nome é Léo, tenho 29 anos, e minha namorada Ana é a mulher mais eletrizante que já conheci. Moramos juntos na Vila Madalena, São Paulo, num apartamento que vibra com nossas aventuras. Nossa relação, um misto de amor, cumplicidade e liberdade, já nos levou a experiências intensas, como a Toca dos Gorilas no Rio e o Clube da Serra em Minas. Cada uma delas reforçava nosso laço, e Ana, com sua habilidade de sempre surpreender, nunca deixava a chama apagar. Desta vez, a história aconteceu aqui mesmo, em nossa cidade, num canto escondido que até eu, paulistano de nascença, desconhecia.
Era uma sexta-feira de outono, com o ar fresco de São Paulo anunciando o fim de uma semana corrida. Trabalhamos juntos numa agência de publicidade no Itaim Bibi, e, depois de reuniões intermináveis, queríamos curtir a noite. Planejamos uns drinks na Augusta, mas Ana, como sempre, tinha algo maior em mente. Enquanto tomávamos um chope num bar lotado, ela mexia no celular, rindo com aquele brilho safado nos olhos.
— Esse olhar para tela do celular e esse sorrisinho já sei que vem coisa boa por aí, né amor? — perguntei, já sentindo a adrenalina.
Ela tomou um gole, inclinou-se sobre a mesa, o decote do vestido verde escuro revelando o contorno dos seios, e sussurrou:
— Mandaram aqui no grupo uma festinha privada não muito longe daqui, alguns dos nossos amigos vão estar. Vamos corno?
O apelido, já parte da nossa dinâmica, me fez rir. A ideia de uma aventura em São Paulo, com a energia crua da cidade, me deixou duro na hora. Perguntei, tentando disfarçar o tesão:
— Que tipo de festa vai ser? Putaria liberada ou chique?
— Meio-termo, amor. Mais urbano, mais sofisticado, como se fosse um show erótico onde todo mundo participa. Promete ser foda — respondeu ela, acariciando minha mão.
Não tinha como dizer não. Pagamos a conta e pegamos um Uber até um prédio comercial no Itaim, com fachada de vidro que parecia um escritório qualquer. Um segurança checou nossos nomes e nos mandou ao elevador. Subimos ao último andar, e as portas se abriram para um loft colossal: pé-direito alto, luzes neon roxas e azuis, sofás de veludo, uma pista de dança improvisada e uma mesa com drinks premium. Música eletrônica pulsava, e o ar tinha um leve perfume de gin e sexo.
Letícia, a anfitriã, nos recebeu com um abraço caloroso em Ana e um beijo no meu rosto. Era uma mulher de uns 35 anos, cabelos curtos platinados, pele morena, corpo esguio num macacão de couro que parecia pintado nela. Sua voz rouca e olhar penetrante me deixaram meio intimidado.
— Bem vindos, casal! — disse ela, sorrindo. — Venham, vou mostrar o espaço para você, a noite promete....
Rimos, e ela nos guiou pelo loft. Havia uma cortina preta escondendo a “sala de jogos”, e umas 12 pessoas: dois casais do nosso bairro, três mulheres solteiras e quatro homens. Entre eles, Vitor, um negro de uns 30 anos, alto, dreads curtos, físico de modelo fitness, e Diego, um moreno de olhos claros, tatuagens nos braços, com um ar reservado, mas dominante. Outro casal chamou atenção: Clara, uma loira de uns 28 anos, curvas generosas e um sorriso provocador, e seu namorado, Marcos, um cara de uns 30, barba rala, corpo magro, com um jeito descontraído.
A noite começou com drinks e papo, mas a tensão sexual era elétrica. Ana, no vestido verde que abraçava suas curvas, dançava com Letícia, seus corpos se roçando. Eu me sentei num pufe, o tesão crescendo, quando Vitor se aproximou, cerveja na mão.
— Vocês são o casal do momento, hein? — disse, com um tom firme. — Hoje vai ser intenso, Léo. Você curte participar, né?
— Curto, sim — respondi, a voz tremendo de expectativa.
Ele riu.
— Boa. A Letícia gosta de fazer as coisas com estilo.
Letícia bateu palmas, anunciando o “espetáculo”. As luzes baixaram, e uma música sensual tomou conta. Ana e Letícia subiram numa plataforma, dançando com movimentos provocantes. Ana deixou o vestido deslizar, revelando uma lingerie vermelha que mal cobria os seios fartos e a buceta lisinha, os mamilos endurecidos visíveis sob o tecido. Letícia, agora só de calcinha preta, beijou Ana com fome, suas mãos apertando a bunda dela, arrancando gemidos baixos. A multidão vibrava, e meu pau pulsava na calça.
Vitor e Diego se aproximaram, tirando as camisas e exibindo corpos esculpidos. Vitor puxou Ana para um beijo profundo, suas mãos grandes apertando a bunda dela com tanta força que a pele ficou marcada. Diego se ajoelhava, beijando a barriga de Letícia, descendo até a calcinha, que ele arrancou com os dentes. Ana me olhou, com aquele brilho safado, e fez um gesto para eu me aproximar. Levantei, o coração batendo forte, e Letícia me puxou, tirando minha camisa.
— Você é parte do show, corninho — disse ela, rindo.
Em minutos, eu estava nu, cercado por Ana, Letícia, Vitor e Diego. Tudo parecia coreografado, como uma dança erótica. Ana foi deitada num colchão largo no centro, e Vitor, com um pau grande, grosso e veias pulsantes, começou a chupar a buceta dela. Ele lambia o clitóris em círculos lentos, chupando com pressão, enquanto enfiava dois dedos, curvando-os para acertar o ponto G. Ana gemia alto, as coxas tremendo, os seios balançando a cada espasmo. Letícia chupava os mamilos dela, mordendo com força, deixando marcas vermelhas, enquanto Ana gritava:
— Porra, isso, chupa mais!
Diego se aproximou de mim, nu, o pau grosso com a cabeça rosada brilhando de pré-gozo.
— Abre as pernas dela, corno. Mostra que sabe servir — ordenou.
Ajoelhei-me ao lado de Ana, segurando suas coxas branquinhas, abrindo-a até a buceta reluzir, molhada e inchada. Vitor lambia com mais fome, enfiando a língua fundo, e Ana gozou em minutos, o corpo convulsionando, gritando:
— Caralho, tô gozando!
Eu sentia cada tremor nas mãos, meu pau pulsando. Letícia, com um sorriso safado, mandou eu chupar o pau de Diego enquanto Vitor se preparava para meter. Peguei o pau dele, quente e pesado, e engoli, sentindo o gosto salgado, a cabeça roçando na minha garganta. Diego gemia, segurando minha cabeça, enquanto eu ouvia Ana implorar:
— Me fode, Vitor, mete esse pauzão!
Vitor esfregou a cabeça do pau na buceta de Ana, molhando-a com os líquidos dela, antes de meter devagar, esticando-a. Ela gritou, as unhas cravando no colchão, e ele começou a bombar com força, cada estocada fazendo os seios dela quicarem, o som molhado ecoando no loft. Eu segurava as pernas dela, sentindo o ritmo, enquanto chupava Diego, que empurrava o pau na minha boca, grunhindo:
— Isso, corno, engole tudo.
Enquanto Ana era fodida, Clara e Marcos, o outro casal, se aproximaram. Clara, com uma lingerie preta que destacava suas curvas, puxou Ana para um beijo, suas línguas se entrelaçando enquanto Vitor metia. Marcos, nu, se masturbava, observando, até que Letícia sugeriu um swing.
— Léo, por que não experimenta com a Clara? — disse ela, rindo. — Ana, deixa seu corninho brincar um pouco.
Ana, entre gemidos, assentiu, com um sorriso safado.
— Vai, amor, se joga. Mas não esquece quem manda aqui.
Clara se aproximou de mim, seus seios roçando no meu peito, e me beijou, a boca quente e macia. Marcos se juntou, beijando Ana, que agora chupava o pau de Diego enquanto Vitor a fodia. Clara me deitou no colchão ao lado, montando em mim, sua buceta molhada roçando no meu pau. Ela gemeu baixo, guiando meu pau para dentro dela, quente e apertada. Eu metia devagar, sentindo cada movimento, enquanto olhava Ana ser comida por Vitor, o que só aumentava meu tesão.
Marcos, agora com Ana, chupava os seios dela, enquanto Diego metia na boca dela, a saliva escorrendo pelo queixo. Clara, cavalgando em mim, gemia alto, suas unhas cravando no meu peito:
— Porra, Léo, mete mais forte!
Eu obedeci, bombando com força, enquanto via Ana gozar de novo, gritando com Vitor. O swing durou alguns minutos, até que Letícia chamou todos para a “rodinha” principal, mas a troca com Clara e Marcos deixou a noite ainda mais quente, com Ana me olhando com orgulho.
De volta ao centro, Letícia organizou a “rodinha”. Ana foi colocada de quatro, a bunda empinada, vermelha de tanto ser apertada. Vitor metia na buceta dela, enquanto Diego lubrificava o cuzinho com gel, esfregando a cabeça do pau na entrada. Ana, com um olhar de tesão puro, disse:
— Me fode no cu, Diego. Quero sentir esse pauzão me arrombando.
Eu, ajoelhado ao lado, abri a bunda dela, lambendo o cuzinho para ajudar a relaxar. Diego meteu devagar, a cabeça grossa forçando a entrada, e Ana gritou, um misto de dor e prazer, o corpo tremendo. Ele foi fundo, centímetro por centímetro, até estar todo dentro, enquanto Vitor metia na buceta, os dois em um ritmo sincronizado. Ana urrava, os olhos revirando:
— Caralho, que delícia! Me fodem, seus putos!
Eu lambia o clitóris dela, sentindo o pau de Vitor roçar na minha língua, enquanto Diego bombava no cuzinho, o som molhado misturado aos gritos dela. Ana chupava outro cara, alternando paus na boca, a saliva escorrendo, enquanto eu chupava quem esperava, lambia a bunda dela entre as metidas e abria suas nádegas para os caras. Ela gozou mais uma vez, o corpo convulsionando, o cuzinho apertando o pau de Diego, que grunhiu:
— Porra, que cu guloso!
A noite terminou com todos gozando em Ana e Letícia, ajoelhadas no centro, bocas abertas, jatos quentes cobrindo seus rostos, bocas, seios. Ana me puxou para um beijo, o gozo dos caras misturando-se nas nossas bocas, o gosto salgado me levando ao êxtase. Gozei sem tocar no pau, só com a intensidade.
Tomamos banho no loft, e Ana, abraçada comigo, sussurrou:
— Te amo, amor. Você é tudo.
Transamos de novo no apê, com a paixão que só essas noites despertavam. Letícia nos convidou para voltar, e São Paulo, nossa casa, ganhou um novo capítulo na nossa história.
quarta-feira, 14 de maio de 2025
terça-feira, 13 de maio de 2025
segunda-feira, 12 de maio de 2025
sábado, 10 de maio de 2025
sexta-feira, 9 de maio de 2025
FUTA Lulu Chu Wants Her FUTANARI COCK To Grow Big Like Her Stepmom Connie Perignon
quinta-feira, 8 de maio de 2025
quarta-feira, 7 de maio de 2025
O Sonho de muitos cornudos ver esposa em hotel com BBC
Comendo a minha prima trans
Olá me chamo Jim, como é meu primeiro conto vamos as apresentações, tenho 20 anos,morador do RS, branco,cabelo preto e olhos castanhos,magro e por volta de 1,80 de altura,mas vamos ao conto.
Essa história começou por incrível que pareça quando minha mãe criou um facebook para ela, lá ela encontrou e adicionou vários parentes que não via a anos,dentre eles um primo chamado Fernando,este que ela era muito próxima até eles se mudarem,pois sempre moraram na região
rural e quando vieram para cidade cada um seguiu seu rumo, este primo dela se mudou para uma cidade próxima a nossa quando eu tinha por volta de 2 anos e eu só lembro dele no seu casamento quando eu já tinha 8 anos e lembro-me de ter brincado bastante com seu filho Gabriel que tinha 10 na época,também lembro que no final da festa o pessoal mais velho além de cumprimenta-lo pelo casamento lhe dizia: “boa sorte neste novo emprego,quando pretendes voltar pra cá?”, só tempos depois que fui entender que ele havia sido chamado para trabalhar
em uma empresa no sudoeste do RS, na qual ele foi morar com sua esposa e seu filho, mas voltemos aos dias atuais ,após ela o adicionar no facebook, começaram a conversar e papo vai papo vem ele perguntou quando nós iriamos visitá-lo e minha mãe deu aquela enrolada básica kkkk,”talvez final do ano quando o Jim estiver de férias da faculdade” (ah eu faço faculdade kkk), porém as intenções dela mudaram rapidamente quando em um sábado ela estava assistindo ao jornal do almoço (quem é do RS conhece) e este jornal tem um quadro que se chama “Partiu RS” no qual mostra pontos turísticos do estado e mostrou a cidade do seu primo,onde havia um turismo rural bem legal com cachoeiras e algumas vinícolas antigas para a visitação então minha mãe resolveu unir o útil ao agradável e planejou irmos passar uma semana com Fernando e já aproveitar para fazer o turismo rural,então no final do ano lá fomos nós, eu,meu pai e minha mãe.
Chegando na cidade já vi que era bem calma,comparada a minha e parecia ser aquele tipo de cidade que todos quase se conhecem,fomos até o endereço passado por Fernando,chegando lá ele veio prontamente abrir o portão e nos cumprimentou,a casa era um sobrado,bairro a principio calmo, mas oque me chamou bastante a atenção foi que na casa do outro lado da rua haviam uma loira e uma morena esculturais conversando,realmente muito bonitas( pra mim a morena era mais,já que prefiro elas), mas entramos na casa,Fernando apresentou sua esposa,sentamos no sofá e começaram aquelas conversas clássicas: ” nossa como tu cresceu, oque tu faz da vida?” e por ai vai, até que minha mãe perguntou pelo filho de Fernando, o Gabriel, e ele não falou muito,só disse que ele tambem fazia faculdade e havia mudado muito,então nos convidou para almoçar,pois haviamos chegado próximo do meio dia,então estavamos lá de boa comendo quando a porta da sala se abriu e para minha surpresa( e que bela surpresa) era a morena que estava do outro lado da rua,que mulher,na hora pensei: “- caralho deve ser a namorada do Gabriel,tá comendo bem esse merda”, então Fernando falou:
– isso é hora de vir para o almoço Gabriela, e a moça respondeu:
-Não incomoda,tu sabe que estou de férias e fazia tempo que eu não conversava com a Ana.
Nisso Fernando falou:
– Tá cada dia mais malcriada está guria,nem comprimenta as visitas, (então ele fez as apresentações) -este é o Gabriel, agora Gabriela e ela disse:
– olá,tudo bem?, eu lembro de vcs,estavam no casamento do pai e lembro de ti também, a gente brincou um monte aquele dia
Então ela falou que não queria almoçar e entrou em uma porta,que era seu quarto, nisso Fernando explicou que Gabriel começou a sentir atração por homens e sofria muito preconceito então começou a fazer academia,deixou o cabelo crescer e juntou dinheiro de sua mesada que guardava por muitos anos e colocou silicone nos seios, pelo menos parecendo mulher muitos não saberiam que ele era homem e sofreria menos e ela estava tão parecida com uma mulher que nem eu achei que fosse homem, então o dia seguiu normal e ela trancada no quarto,até que a noite Fernando resolveu fazer pastéis e todos se reuniram na mesa, e ela estava com uma blusinha e um shortinho que me deixou louco, mas eu só dava umas olhadinhas discretas pra não dar problema foi então que meu tio disse: – Já preparei um quarto para vcs lá em cima, já o Jim pode dormir aqui no quarto com a Gabriela,algum problema pra todos?
Todos dissemos que não,mas meu pensamento já estava voando longe,então acabado a janta Gabriela se retirou da mesa,foi ao banheiro e passou pela cozinha e deu boa noite para todos,eu ainda fiquei um tempo acordado e depois fui para o quarto,nisso troquei-me antes no banheiro e quando entrei no quarto Gabriela já estava deitada,então antes de dormir batemos um papo,falamos da vida em geral e dormimos, isto foi bom por que quebrou aquele gelo inicial.
No outro dia quando acordei ela estava se preparando pra ir a academia de legging(que bunda deliciosa), quando ela chegou tomou um banho e me convidou pra jogar video-game na sala,rimos bastante e percebi que ela já me via com outros olhos,não mais de um parente mas sim de um possível cara para come-la e percebi isso a noite,na hora de dormir eu entrei no quarto de calção e ela perguntou:
– nossa tu dorme de calção,não te aperta?
eu: – na verdade sim,geralmente durmo de cueca mas minha mãe disse que tenho que dormir de calção pra respeitar os moradores da casa kkkk
ela: – que bobagem,se quiser pode dormir de cueca,por mim não tem problema,afinal temos o mesmo sexo não é mesmo? kkkk
eu: – sim kkk, já que não tem problema vou ali no banheiro me trocar
ela: – pode se trocar aqui se quiser
então quando me trocava,de costas pra ela, ela falou:
– vc é peludo ein primo? kkkk
eu falei: – todos nós homens somos,eu mesmo nunca me depilei,deve ser por isso
ela: – eu me depilo sempre,também né, imagina uma mulher peluda ai não dá,olha minhas coxas como são lisinhas
eu meio que relutei em ver mas ela insistiu,então olhei e ela disse:
– se quiser pode passar a mão pra ver como é lisinha
então já não estava mais pensando com a cabeça de cima percorri com a mão naquela coxa maravilhosa e disse que realmente era bem lisinha então ela falou:
-agora imagina manter todo o corpo assim, mas vale a pena,bem vou dormir que amanhã pretendo pegar um bronze na piscina
quando apaguei a luz e me deitei,tive que bater uma,estava muito excitado e mal tinha acabado e já estava pensando como ela ficaria de biquíni e como prenderia o “negócio”, falei que a casa era um sobrado mas não falei como era, a noite o térreo era praticamente nosso,pois no segundo andar haviam 2 quartos onde nossos pais dormiam e nos fundos tinha uma piscina.
Mais um dia nasceu e quando acordei fui ao banheiro eu estava me mijando e de “barraca armada” e como estava de cueca dava pra ver perfeitamente,a porta do banheiro estava entreaberta e já cheguei empurrando,mas quando vi Gabriela estava escovando os dentes e foi com os olhos diretamente lá e ainda disse dando uma risadinha:
– Caramba primo,acordou daquele jeito ein? kkk
então quando ela saiu fiz minhas necessidades e fui tomar café e minha mãe que já estava na cozinha disse que eles iriam conhecer o centro da cidade e se eu estava a fim de ir,falei que não,pois já sabia das intenções de Gabriela para a manhã ,então quando tomava meu café aparece a Gabriela, não tinha como não pirar naquele corpo acho que até meu pai deu aquela olhadinha marota kkkk, Gabriela pediu para sua mãe passar protetor solar mas ela disse que iria se arrumar pra sair e que eu não iria,então poderia ajuda-la depois que acabasse o café,ela foi pra piscina e esperei nossos pais sair pra acabar o café,vesti um calção e fui pra piscina tambem,quando chego lá ela estava deitada de bruços e disse que já tinha passado protetor solar na parte da frente mas se eu poderia passar nas costas e pernas,falei que sim e fui passando, meu pau já estava estourando as cuecas,passei em todo o corpo menos na bunda, embora estivesse louco não saberia a reação dela,até que ela falou:
– pode passar na bunda também primo
nisso comecei a passar e alisar aquele bundão e acabei me empolgando,ela percebeu e deu uma viradinha com um sorriso sacana e falou:
– está bom primo,não precisa alisar mais,obrigado
achei que estivesse ido longe demais,então dei um mergulho na piscina e fiquei mexendo no celular na borda e após uns 15 minutos ela se virou e fez uma pergunta que eu não acreditei na hora:
– teria algum problema se eu fizesse um topless?, quero pegar um bronze nos peitos,mas só faço quando estou sozinha em casa pq meu pai acha desrespeitoso, posso?
eu disse:
– claro que pode,nem esquenta que estou aqui,não quero atrapalhar no que tu faz
então pensei que ela estivesse brincando,mas ao mesmo tempo estava louco pra ver, até que ela tirou a parte de cima do biquíni e não falou nada,ficou quietinha lá e eu adorando e dando aquela observada,depois de um tempo ela entrou na piscina e meus olhos travaram ali e ela falou:
– que foi,nunca viu?
eu: – pior que não
ela: – se quiser pode ver mais de perto e tocar,mas não fala pra ninguém
então cheguei mais perto e fui com as mãos direto naqueles peitos,puxei ela mais pra perto e a beijei,parecia que ela estava esperando aquilo e então ela disse:
– senta ali na borda
não estava sabendo oq ela queria, então sentei na borda e ela abaixou meus calções e começou a me chupar, que delicia,ela engolia todo meu pau,passava a língua na cabeça,batia com meu pau na língua,engolia todo ele e voltava raspando os dentes,que me arrepiava,até que não consegui segurar mais e gozei tudo dentro da boca dela,ela finalizou a chupada,limpou meu pau e disse:
-vou tomar um banho,nossos pais já devem estar chegando.
eu fiquei ali sem reação,dei mais uns mergulhos e fiquei pensando como reagir depois, como falar sobre aquilo? , oq aconteceria a noite?, ao mesmo tempo que me deixava intrigado também me deixava muito excitado,então o dia seguiu normalmente,até que a noite após a janta, fui para o quarto e ela já estava lá,então me deitei mas esqueci de apagar a luz como sempre fazia,até que ela levantou e foi apagar, e ai quase infartei,ela estava de calcinha fio dental, então já sabia oq ela queria,me levantei e me abracei por trás nela passando a mão nos seus peitos e ela se virou e começamos a nos beijar e ela falou:
– achei que não acabaria oque começamos de manhã
então joguei-a na cama e comecei a tirar sua roupa,seu pau era bem pequeno,por isso quase não se percebia nas roupas,ela me chupou como fez na piscina mas desta vez me segurei pra comer aquela bunda,então ela ficou de quatro e fui metendo devagar sem camisinha mesmo já que não tinhamos e ela gemia de prazer,aos poucos entrou tudo e comecei a meter com mais força e ela gemia,falei pra ela não gemer alto pois nossos pais poderiam escutar mas ela não estava nem ai, então coloquei ela num papai e mamãe e eu metia,beijava chupava seus peitos ao mesmo tempo,após eu me deitei e ela veio sentando por cima,nisso aconteceu uma coisa que nunca pensei que acontecesse,ela gozou sem encostar um dedo no pau,gozou em cima da minha barriga e ela urrava de prazer até que não me segurei mais e enchi aquele bundão de porra,ela desceu de cima de mim e chupou a porra que ainda tinha no meu pau,então ela deitou no meu peito e dormimos ali na mesma cama.
No outro dia pela manhã quando acordamos batemos um papo e ela falou que adorou,que eu havia sido o primeiro cara que a comeu e levantou dizendo que ia tomar café,então com um sorriso sacana e com o pau duro perguntei se ela não iria querer um leitinho antes,na hora ela veio e caiu de boca,após ter chupado bastante peguei ela no colo e a comi de pé ela arranhou toda as minhas costas pois não podia gritar,já que nossos pais estavam na cozinha que ficava ao lado, até que não estava mais conseguindo segurar e pedi pra gozar nos peitos dela,ela deixou,acho que foi a vez na vida que mais gozei e ela como de costume terminou de limpar meu pau, o dia seguiu normalmente e a noite uma amiga dela da faculdade veio dormir lá,até Gabriela havia esquecido que está amiga viria ainda mais com os últimos acontecimentos,está amiga dela passou a semana lá e não tivemos mais a oportunidade de transar,no máximo acontecia uma mão boba na piscina,mas com todo cuidado para nossos pai não perceberem, no final da semana fomos embora,minha mãe satisfeita com a viagem e eu satisfeito em ter descabaçado minha priminha trans, Fernando disse que em breve virá nos visitar e eu não perco por esperar.
terça-feira, 6 de maio de 2025
Reunião Extraordinária
O relógio marcava 20h17 quando ela fechou o notebook pela terceira vez, tentando encerrar o dia. A sala de reuniões da agência já estava vazia, exceto por ela — e por ele.
Gustavo, o sócio do seu marido. Alto, seguro, com aquele tipo de charme que nunca parece se esforçar demais. Ele ficou para revisar a campanha da nova marca de perfumes, mas o silêncio que pairava entre eles já dizia que não era só isso que restava no ar.
Ela esticou o pescoço, os ombros tensos depois de tantas horas sentada. O vestido preto de alfaiataria moldava o corpo dela com uma elegância quase cruel. Gustavo a observava. Não disfarçava.
— Está tensa — disse ele, com a voz grave e calma. — Quer um vinho?
Ela hesitou, riu de leve. — Você sempre tem vinho no escritório?
— Só quando sei que a noite pode render mais do que planilhas.
Ele serviu duas taças, se aproximou. Entregou a dela sem encostar. Mas a ponta dos dedos roçou os dela por um segundo a mais do que deveria.
Ela não se afastou.
— E se alguém entrar? — perguntou, sem mudar o tom da voz.
— Já foram todos. E se entrarem... azar.
O olhar dele dizia mais que a resposta. Ela sabia o que estava prestes a acontecer. Não era a primeira vez que fantasiava com aquilo. O perigo tornava tudo mais vivo.
Ele se aproximou pela lateral da mesa. Ela estava sentada, olhando pra cima. O vestido subia um pouco quando cruzava as pernas. Ele parou ao lado, passou os dedos pela nuca dela. Lentamente. Observando sua reação.
Ela fechou os olhos por um segundo. O toque firme, sem pressa, deixava a pele dela quente. Quando abriu os olhos, ele já estava inclinado, a boca a poucos centímetros da dela.
Ela não disse nada. Só puxou pela gravata, com uma força súbita, colando seus lábios.
O beijo veio denso, quente, com desejo represado por meses de reuniões, olhares cúmplices e tensão disfarçada por protocolo.
Ele a levantou sem esforço, sentou-a sobre a mesa de madeira. As mãos correram pelas coxas dela, encontrando a pele nua sob o tecido que ela já havia subido. Ela ofegava, os olhos semiabertos, sentindo o calor, o risco, o sabor de tudo que era proibido.
— Não podemos — murmurou, mais como um jogo do que um limite real.
— Podemos sim — ele respondeu, afundando a boca no pescoço dela.
Aquela noite, a agência não teve só uma entrega aprovada.
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