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domingo, 15 de dezembro de 2024

O conhecido do condomínio - meu macho adorável – P4 gozando sobre a buceta e na calcinha

 Eu, Solange e RG já estávamos bem íntimos depois de alguns encontros naquela obra no condomínio. Eu já tinha gozado tendo os seios chupados, gozei na boca dele me chupando a buceta, gozei com ele dedilhando meu clitóris e o fiz gozar em minha mão batendo uma deliciosa punheta. Aquela gozada que deixei melar minha mão de porra.


A intimidade se desenvolveu bem rápido e nos colocou como homem e mulher de forma suave, desejada e consentida, sem medo de julgamentos, apenas nos cuidando para não termos surpresas.


Eu estava apaixonada por aquelas situações que me deixavam molhada sempre que eu pensava. Eu tinha vontade de ter mais encontros com ele naquela obra e eu sei que ele também, apesar de a intimidade estar pronta para nos aventuramos com mais exploração.


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A noite estávamos conversando por vídeo, eu me exibindo só de calcinha, comentei sobre meu desejo de ir mais uma vez na obra e ele, mesmo também animado, mas com a razão, concordou, mas sugeriu algo e eu concordei. A sugestão me deixou mais excitada ainda e até passei o dedo na buceta sobre a calcinha molhada. O tesão era tanto que acho que aceitaria qualquer condição. Naquela noite, ainda durante a conversa, despi a calcinha e me masturbei um pouco para ele ver. Depois ele me enviou a foto do pau.


Marcamos para o dia seguinte e na parte da manhã eu ia a uma cidade próxima fazer alguns negócios e o convidei a ir comigo, o que ele aceitou. Durante toda a viagem toda nós apenas conversamos e seguramos na mão, nada que provocasse a vontade.


Chegando de volta eu o deixei perto de seu carro estacionado em um posto de combustíveis e fui pra casa, já combinados de nos encontrar na obra. Fui pra casa tomar banho e me trocar.


Novamente coloquei saia, camisa de botões e sem sutiã, calcinha azul royal e sandália. Saí calmamente e desci até a obra sempre observando se estava tudo ok e, como previsto para aquela semana, casas vazias, ruas paradas e só pássaros voando.


Entrei devagar e já fui direto para o ambiente que tinha a bancada que era nosso apoio.


Ele já estava lá me aguardando e notei que seu cabelo estava um pouco molhado. Ele aproveitou e tomou banho de mangueira lá mesmo.


Já começamos a nos beijar e a acaricias nossos rostos e pescoço com as mãos e era impossível não perceber a adrenalina naquele momento, o tesão que despertava desesperadamente junto com a vontade de ser inteira dele e tê-lo inteiro para mim.

Sem pensar muito em tempo ele me colocou sentada sobre a bancada e nem precisamos de nada para o início do prazer. Seus beijos em minha boca e pescoço invadiam meu corpo inteiro e o prazer me fazia abrir os botões da camisa deixando meus seios expostos para serem chupados e até mordidos se ele quisesse. Sua boca me dominava sem resistência. Eu só queria ser sua mulher, sua fêmea e sentir amor.


O clima de excitação aumentava e aos poucos suas mãos desciam pelas minhas coxas, acariciando de forma suave e provocante. Eu sentia o desejo de ser explorada sem pedir. Suas mãos começaram a subir minha saia e expor a minha calcinha azul já molhada pelo tesão.


Seu olhar em mim dizia que eu seria amada pela sua boca com intensidade. Meu coração acelerava e eu ficava mais molhada a cada pensamento.


Sua boca começou a explorar de cima abaixo, chegando as minhas coxas e passando pela minha virilha, tocando suavemente sobre a minha calcinha. Eu apenas gemia e sussurrava que amava tudo aquilo e a ele também. Tive medo ao pronunciar essa frase. Medo de estar sendo leviana e dando chance de apenas ser usada.


O pouco que eu sabia dele me tranquilizava e ele não faria isso, pois se quisesse já teria me levado para motel, hotel ou outro lugar para apenas fazermos sexo. Havia brilho em tudo e dava pra perceber sentimento, respeito e desejo. Eu me apaixonava por cada segundo com ele e me sentia sua, sem restrição e esperando para me entregar sem pressa.


Os momentos nos envolviam com muito calor, prazer, sentimento e respeito especial. Eu gemia e sussurrava meu tesão enquanto acariciava seus cabelos e rosto. Ser sua mulher me deixava dentro da realidade.


Ele devagar subia sua boca pelo meu corpo e voltou a me beijar na boca delicada e deliciosamente e as vezes mordendo meus lábios me deixando leve. Os beijos ganhavam intensidade e as mãos acariciavam rosto, pescoço, seios, coxas e as vezes a buceta sobre a calcinha encharcada.


Sua boca descia pelos meus ombros, pelo colo dos seios e logo estava beijando e chupando meus seios e mamilos que pareciam pedras de tão duros e a auréola arrepiada.


A delícia e o prazer me enlouqueciam e me faziam vibrar o corpo e apertar sua cabeça.


Ele não tinha pressa e sabia que como última oportunidade naquele local (era o que falamos), tudo ia ser com entrega e sensibilidade, além do prazer. Ser mulher e não objeto me deixava protegida de me perder.


Aos poucos, seus movimentos com a boca, que antes alternavam entre minha boca e meus seios, passaram a descer pelo meu corpo, beijando e passando a língua pela minha barriga avançando até as coxas e virilhas. Em momentos passeavam sobre a calcinha molhada, puxava a calcinha pro lado e passava a língua pelo lado da buceta e chegava entre os grandes lábios, deslizando sobre o mel que eu liberava pelo tesão.

Ah, como eu viajava com a mente e deixava que ele me explorasse. Meu êxtase me fazia submissa inconscientemente. Só ser amada e ser a mulher dele em cada segundo. A mulher que na mente já desejava ser a fêmea e tudo o que pudesse e fosse aceito.


Ele voltou a me olhar, me beijou demoradamente na boca e sussurrou que era especial estar comigo e desceu sua boca pelo meu corpo e seguiu até a minha buceta, despindo minha calcinha literalmente.


Ali ele começou a me torturar de maneira sadia, prazerosa e apaixonante.


Eu sentia sua boca beijar meus lábios vaginais, sua língua deslizar sobre eles e as vezes entrando entre eles e deslizando, mordiscando. Cada passada de língua era um gemido baixo por cuidado, mas a vontade era de gritar de tesão.


Sua boca tomou conta de tudo. Chupava meu clitóris durinho, chupava minha buceta e sua mão passeava pelas minhas coxas, as vezes pelos seios carinhosamente. O tesão era maravilhoso e logo coloquei minhas coxas sobre seus ombros facilitando sua pegada com a boca e suas carícias em minhas coxas e bunda.


Eu só gemia e acariciava sua cabeça desfrutando do prazer que recebia sem medo.


De repente eu senti sua mão abrir e apertar minha bunda. Tentei resistir, mas a confiança era suficiente para me sentir relaxada. Sua boca invadia minha buceta com maestria e eu só me entregava para o prazer e que em breve eu o brindaria com um intenso gozo em sua boca. Era questão e tempo, mas sem pressa.


Ele continuava nesses movimentos em minha bunda e logo eu senti sua língua deslizar entre elas e para surpresa, ele esfregava sua língua em meu anelzinho virgem que no primeiro toque se contraiu forte e assim ficou por vários outros toques. Quando ele voltou a língua em minha buceta e percebi o respeito dele pela minha contração do anelzinho e apenas acariciei a sua cabeça e sussurrei que estava relaxada.


Ele voltou a língua em meu anelzinho que anda contraiu no primeiro toque e depois relaxou. Eu sabia que a exploração seria parte daquele relacionamento, ainda que não definitivo.


Eu fui relaxando cada vez mais e ele podia explorar mais o meu corpo, me estimulando e me proporcionando prazer e desejo por cada nova situação. Era um universo diferente e mais que especial. A exploração e meu anelzinho aos poucos me deu sensação de prazer e me senti excitada também. Me entreguei ao prazer.


Sua exploração seguia entre meu anelzinho e minha buceta, com as mãos mantendo minha bunda aberta. Naquela posição eu não ia conseguir usar as minhas mãos pra abrir a bunda para ele e então eu acariciava sua cabeça e meus seios.


Aquela delicia de situação se prolongou por bastante e suficiente tempo para eu me sentir totalmente relaxada e desejada.


Aos poucos ele se voltou apenas a explorar minha buceta e eu já estava mais que encharcada por que já escorria muito e isso ajudou a língua dele a deslizar em meu anelzinho.


Sua boca quente e sua língua em movimentos suaves, pra cima e para baixo, para os lados, enlouqueciam minha buceta e clitóris que já dava fortes sinais de sensibilidade e até se mexia sozinho.


Não demorei a anunciar o gozo que foi muito intenso e me fez perder a consciência por alguns segundos enquanto a sua língua dele movimentava e sua boca engolia aquele mel que despejava de minha buceta ardendo.


Quando voltei a mim eu o vi ainda amando a minha buceta com a boca e eu sentia muita sensibilidade no clitóris e ele percebeu e não avançou sobre ele. Após degustar de meu gozo, calmamente ele se aproximou de meu rosto e nos entregamos a um beijo pegada

Um beijo que me fez sentir com mais sabor o meu gozo e isso me excitou como se me apaixonasse pela minha buceta, embora eu já tivesse sentido quando ele me chupou pela primeira vez e das vezes que me masturbo. Ali foi bem diferente, foi a sensação de um começar algo promissor e de encantos.


Ficamos nos beijando e ele chupando meus seios por longo tempo até que eu me recuperasse e a buceta e o clitóris estivessem sem sensibilidade.


Ele pegou a minha calcinha e a vestiu de volta em mim e me desceu da bancada, segurando minha cintura para eu não desequilibrar depois daquele gozo.


Ainda nos beijamos mais um tempo e o que combinamos ia começar.


Devagar e com uma das mãos ele levantou um lado de minha calcinha e devagar foi colocando o pau dele ali dentro. Eu, com a mão, o ajudei a colocar ali e continuei segurando para que ele movimentasse seu pau ali dentro e pudesse esfregar em minha buceta. A sensação deliciosa do toque do pau na buceta e os beijos que aconteciam eram extremamente excitantes.


Era diferente aquilo e era o que combinamos na noite anterior como possível última ida à obra. A excitação da noite anterior em pensar nesse momento foi só um fio de cabelo diante da sensação deliciosa que era naquele momento.


Às vezes os beijos cessavam e eu podia olhar para baixo e ver os movimentos daquele pau se esfregando em minha buceta e clitóris suavemente. Minha mão estava lá sentindo o ir e vir e servi como uma punheta ainda que apenas apoio.


Aquele vai e vem dentro da calcinha me deixava em estado de desejo, de ser penetrada, mas eu sabia que ainda não era o momento. Estava difícil resistir e eu as vezes sussurrava para colocar um pouco dentro. Pedido não atendido e eu só gemia.


Devagar eu abaixei a calcinha e ele podia esfregar o pau direto na buceta e clitóris e eu podia sentir meu líquido escorrer. Estava sendo uma experiência maravilhosa e para uma mulher que não conhecia toda essa liberdade de prazer.


Meus gemidos ecoavam e eu até tremia a perna de tesão. Aquele vai e vem suave, de um homem que só quer amar a mulher, mexia com a minha cabeça e me dava razão para me apaixonar.


O tempo ia nos consumindo e o prazer dominava de uma maneira que o desejo era de que nunca acabasse. Que tesão incrível eu sentia ali. Que mulher desejada eu me sentia e que desejava muito mais.


Os movimentos foram ganhando um pouco de velocidade e eu já estava gemendo com indício de que ia gozar e ele percebendo passou a acelerar e logo eu estava gozando e sentindo seu pau tremer, olhei para baixo e logo eu pude ver ele gozando sobre minha púbis, buceta e caindo na calcinha.


Aquela visão da porra dele em cima de mim me fez até a chorar de felicidade e ele calmamente me abraçou carinhosamente enquanto seu pau ainda terminava de liberar o gozo e aos poucos ia ficando mole.


O abraço me fez forte e trocamos um beijo de gratidão, amor, desejo e respeito.


Depois dessa sintonia, lentamente ele levantou minha calcinha cheia de seu sêmen que desceu quente.


A calcinha tocou a minha buceta e minha pélvis também com sêmen e a sensação foi de prazer e realização.


Ficamos li ainda mais um tempo nos abraçando e beijando até nos despedirmos e ir embora.


Íamos aguardar a noite para nossas conversas sobre o dia que tudo deu sinal de ser o que a vontade permitir.

quarta-feira, 25 de setembro de 2024

HOJE VIVO COM MEU IRMÃO.

 Morávamos em uma pequena cidade do interior carioca, onde a vida se resumia em trabalho, estudo e poucos locais para divertimentos: praça, um cinema e um shopping de tamanho razoável onde a juventude normalmente se encontrava para paqueras. Fora isso tinha as festinhas na casa de uns e outros; principalmente de aniversários, onde mais rolava os namoricos. Foi frequentando essas festinhas que comecei a gostar de beijar na boca em namoros relâmpagos que demoravam apenas alguns dias ou semanas. Me lembro no dia que levei um susto quando namorando no escurinho o garoto colocou seu pinto duro pra fora e me fez segurar. Logo fui me acostumando com aquelas pegadas e além de masturbar o garoto deixava ficar encostando na minha xoxota levantando a saia, mas sem tirar a calcinha. Lá pelo quinto namoradinho já deixava fazer além de só encostar. Meu irmão Carlos que na época tinha 17 anos; um a mais do que eu, era um dos mais bonito da turma e o mais pegador de garotas. Um dia chegou pra mim e sem nenhum rodeio disse que um dos meus recentes namoradinhos; um tal de Luiz, andava espalhando entre sua turma que eu gostava de fazer boquete e dar a bundinha. Quando Carlos disse que ia dar umas porradas nele, com medo disse pra ele deixar pra lá que eu mesma ia resolver aquele assunto. Foi minha vez de espalhar que ele (o Luiz) tinha pinto tão pequeno que não devia passar dos 5 cm quando duro. Ele ficou tão constrangido que desapareceu de todos os grupinhos. Carlos novamente veio me perguntar se tinha sido eu a espelhar aquele boato sobre o Luiz.

- Mas não foi boato não; é verdade sim! – Respondi.

- Mas e o boato que ele espalhou sobre você; também é verdade?

- Bem, em parte sim!...

- Que parte; do boquete ou da bundinha?

Resolvi devolver a pergunta.

- Você gosta que façam em você; boquete ou te dar a bundinha?

- Os dois; mas não fico espalhando por aí entregando o nome como o Luiz fez.

- Aquele filho da puta; eu devia ter é cortado aquele pintinho com os dentes.

- Pooorrra! Senti até um calafrio aqui no meu, kkkkk!

E completou:

- Ainda bem que você não é minha namorada!

- Mas você não é um canalha como aquele filho da puta!

- E nem tenho pinto pequeno que nem ele!

- Não???? Mas isso eu não posso confirmar; Kkkkkkkk!

- Poder até pode; por mim não teria nenhum problema te mostrar!

- Safado; sou sua irmã!...

- E daí?...

- Tá falando sério?

Estávamos sozinhos em casa; dentro do meu quarto.

- Claro que estou! E essa conversa está me deixando um pouco excitado.

Foi quando percebi o volume na sua bermuda, me fazendo ficar super curiosa.

- Quero ver se você tem coragem mesmo; então me mostra!

E Carlos sem um pingo de constrangimento foi abrindo a bermuda até puxar seu pau pra fora que terminou de crescer bem nas minhas vistas. Era um pinto de mais ou menos uns 17 cm; totalmente diferente dos 5 cm do Luiz e até de outros que nunca passavam dos 10 cm.

- Caramba, kkkkkk! Realmente não é nada pequeno!...

- Se quiser pode colocar a mão nele!

E acabei segurando a piroca do meu irmão, sentindo sua rigidez. Mas pelo horário acabei falando que nossa mãe poderia voltar pra casa a qualquer momento. Ele com muito dificuldade conseguiu guardar seu pau dentro da bermuda.

- Quando quiser ver ele novamente, é só pedir; tá bom?

Apenas sorri vendo-o se virar e sair do meu quarto. O estranho que logo veio na minha imaginação chupando aquele lindo cacete, que senti até minha xoxota latejando. Teve ter passado menos de uma semana, quando minha mãe me chamou dizendo que ia precisar fazer uma viagem de uma semana com meu pai até a cidade de São Paulo pra ele tratar de uma proposta de um novo emprego; se eu e Carlos conseguiríamos nos virar sozinhos até eles voltarem. Minha cabeça começou a dar voltas imaginando mil coisas ao mesmo tempo antes de dizer que eles não precisavam se preocupar com a gente. Na segunda-feira muito cedo os dois saíram de casa depois de se despedirem de nós dois na sala. Carlos disse que ia voltar pro quarto pra dormir mais um pouco e eu fui pro meu, mas não consegui voltar a dormir pensando em várias possibilidades, inclusive de botar minha boca na piroca do meu irmão. Mais duas horas depois, indo pra cozinha notei a porta do quarto Carlos um pouco aberta. Com cuidado olhei pra dentro do quarto vendo que ele estava acordado. Entrei e ele me olhando.

- Estava pensando em você!

- Ah é? Pensando o quê?

Ele puxou o lençol mostrando seu short do pijama que indicava que estava de pau duro.

- Estava imaginando você peladinha!

- Uhhhmmmm! Também tô imaginando você pelado!

- Quer que fique pelado pra você ver?

- Nossa Carlos; tá querendo abusar da sua irmãzinha?

Fui vendo o safado tirar o short ficando completamente nu com seu pinto reto.

- O que você está pensando fazer comigo?

- Deixar você brincar um pouco com ele, não quer?

Me ajoelhei na beirada da cama e fui logo segurando aquele lindo pinto, já com a boca cheia d`água. Ele sabia o que eu queria.

- Quer chupar um pouquinho?

Não pensei duas vezes pra abocanhar aquela piroca e começar a mamar bem gostoso, fazendo meu irmãozinho gemer.

- Ooooh Simone! Oooohhhh! Que delíííícia! Chupa! Chuuupa!...

Nesse momento o telefone fixo tocou na sala, e sabendo que devia ser minha mãe ligando, larguei o pau do meu irmão pra ir lá atender. Realmente era minha mãe dizendo que já tinham acabado de chegar no hotel em São Paulo. Voltei pro quarto vendo meu irmão em pé, que me abraçou por trás apalpando meus dois peitinhos. Começou a me beijar no pescoço.

- Fica peladinha também, fica!...

Ele ajudou a tirar toda minha roupa, e voltando a me abraçar e passar as mãos na minha bunda e até na minha xoxota. E eu segurando seu pau duro.

- Quer a bundinha, quer?

- Lógico que eu quero essa bundinha fofinha!

Fui pra cima da cama e ele sem perder tempo socou tudo na minha bunda e ficou socando por vários minutos antes de gozar bastante dentro do meu rabo. Fui ao banheiro e voltando ainda peladinha deitei com ele que passou a me beijar na boca e chupar meus peitinhos. Em menos de quinze minutos ele estava novamente de pau duro. Fui subindo sobre seu corpo e descendo coloquei minha bucetinha na ponta do seu pau e fui descendo até sentir seu saco encostando em mim. Lentamente comecei a subir e descer sempre olhando pro seu rosto.

- Aaaaah! Aaaah! Que pau gostoso meu irmão!

- Oooohhhhh! Você além de linda é muito gostosa! Vai! Vaaaaaiiii!

- Aaaaah! Aaaahhh! Só cuidado pra não gozar dentro!...

Dei mais algumas quicadas, e assim que tive um orgasmo ele pediu pra sair, pegando seu short pra gozar tudo sobre ele. Até sexta-feira quando nossos pais voltaram trepamos todos os dias, com ele me beijando muito metendo na minha bundinha e na minha xana até com certa violência me fazendo urrar de prazer. Quando voltei a chupar seu pau, ele retribuiu chupando minha xoxota me fazendo lambuzar todo seu rosto com meu líquido vaginal. Depois voltamos a nossa vida normal de namoricos, mas sempre que ficamos sozinhos a gente dava aquela gostosa trepada. Meu pai arrumou um novo emprego em São Paulo, pra onde tivemos que nos mudar. Lá, no nosso corre-corre de todos os dias passei a ter apenas meu irmão como meu homem. Passamos a ficar tão juntos que nossos pais acabaram desconfiando, e quando fiquei grávida o caldo entornou de vez. Carlos assumiu e nossos pais acabaram aceitando de ficarmos juntos. Tive o bebê fazendo a alegria dos nossos pais que adoraram ser avós.




MEU FILHO VIROU O HOMEM DA CASA...

 Meu filho Gabriel (17), desde que me separei, passou a ser meu companheiro constante dentro de casa. Chegava final de semana, ao invés de sair com seus amigos e namorar, ele procurava normalmente ficar comigo. Adorava quando ele no sofá deitava com a cabeça no meu colo. Aos poucos fui sentindo ele ir ficando cada vez mais atrevido, a ponto de ficar fazendo carinho na minha coxa quando ficava assistindo TV de shortinho curto e ver que ele ficava excitado pelo volume na sua bermuda. Aquilo começou a virar minha cabeça, já que fazia alguns meses que eu não tinha nenhum contato mais íntimo com um homem. Mas lógico que eu não pensava em nada além de deixá-lo ficar me acariciando, mas comecei a desejar arrumar um homem pra me levar pra cama... Já fazia praticamente um ano que eu não ficava nua com um homem me fudendo bem gostoso... Sentia falta. Fomos em uma festa de aniversário de uma sobrinha onde encontrei meu EX junto com sua nova companheira. Aquilo me deixou muito atordoada que acabei abusando um pouco de bebidas alcoólicas: Batida de limão e cerveja. Percebendo que estava ficando bêbada e com receio de fazer algum escândalo, chamei Gabriel pra irmos embora. Já dentro do taxi fui sentindo muito sono a ponto de chegarmos e Gabriel ter que me levar pra dentro de casa me escorando nos seus ombros e ele me abraçando pela cintura. Só me lembro de acordar no dia seguinte (domingo) coberta por um lençol e trajando apenas sutiã e calcinha totalmente transparente. Me enrolei em um lençol e saindo do meu quarto fui até o quarto de Gabriel, encontrando-o mexendo no seu computador.

- Gabriel, quem tirou minhas roupas?

- Fui eu mãe... Não podia deixar você dormir com aquele vestido de festa.

Era um vestido tubinho, que ficava colado (apertado) no meu corpo delineando minhas curvas... Tinha consciência de que mesmo naquela minha idade ainda era uma mulher que chamava a atenção de homens. Só imaginei o trabalho que ele teve pra me deixar só de lingerie.

- Mas você não podia fazer isso filho... Me deixou quase pelada.

- Pô mãe, qual o problema? Só porque te vi de calcinha?

Sabia que meu filho tinha praticamente visto minha xoxota pela calcinha transparente que eu usava. Meio atordoada voltei pro meu quarto e largando o lençol deitei daquele jeito na cama tentando imaginar meu filho olhando pro meio das minhas pernas. Depois desse dia, passei a ter vontade de deixar meu filho me ver novamente só de calcinha, e aos poucos comecei a dar umas incertas pela casa trajando calcinhas um pouco mais comportadas do que a que ele tinha visto. Cheguei um dia a ficar na sala assistindo minha novela vestida com uma calcinha e uma camiseta sem sutiã, quando Gabriel chegou da rua e sentando do meu lado foi aos poucos deitando e colocando a cabeça sobre meu colo. Não demorou nem cinco minutos pra ele virar e ficar com o rosto na direção da minha xoxota... Mesmo a calcinha sendo discreta, sentia ele olhando pra minha xoxota. Eu fazendo carinho nos seus cabelos ele levou a mão e passou sobre a calcinha, bem entre os lábios vaginais... Parece que levei um choque.

- Que isso Gabriel?...

- Calma mãe, só fiz um carinho!...

- Você é um safado, isso sim!... Aí é lugar de colocar a mão?

- Posso colocar a boca, você quer?

Parece até que levei uma pancada na barriga e fiquei olhando pra ele um pouco assustada, que sorrindo levou a mão novamente na minha calcinha colocando-a meio de lado e passando o dedo direto na minha buceta. Meu coração passou a bater mais rápido do que o normal, e quando senti sua língua sendo passada na minha valeta vaginal e sua boca começando a chupar meu grelo quase tive um troço,

- Uuuuiiiiii! Não faça iiiiisssso! Meuuuuuu Deeeeuuuussss! É muiiiito goooossstoso!!!!

E rapidamente arrancou minha calcinha me dando um banho de língua que tive dois orgasmos seguidos. Só que ele ao parar, dei um pulo do sofá e deixando minha calcinha caída no chão saí rapidamente indo pro meu quarto. Me joguei sobre a cama e fiquei ali pensando no que tinha acabado de acontecer, do meu próprio filho ter me feito sentir o melhor orgasmo da minha vida. Deitada de bruços logo senti duas mãos apalpando minha bunda, e sem me virar.

- Nós não podemos filho!...

Ele passou a beijar minhas nádegas e ao mesmo tempo enfiou dois dedos na minha buceta.

- Não filho! Não! Nãããoooo!..

Ele parecia ter se transformado num tarado e continuou socando seus dedos me fazendo começar a gemer de prazer. Ele deitou por cima do meu corpo e chegando perto do meu ouvido.

- Fica de quatro pra mim, fica!...

- Ahm? O que você vai fazer?

Falei, mas fui obedecendo e ficando na posição de cachorrinha pra ele, que logo senti algo encostando na minha buceta. Naquela altura eu já estava doida pra ser fodida pelo meu filho que após dar algumas esfregadas na portinha começou a empurrar pra dentro da minha buceta que já estava bastante úmida. Quando senti que ele tinha enfiado e começou a socar.

- Para! Para Gabriel! Eu sou sua mãe!!!

Mas ele colocando suas mãos na minha cintura continuou socando cada vez mais forte.

- Eu sei que você precisa de um homem mãe!...

- Mas não pode ser você!

- Ninguém vai ficar sabendo disso mãe!

Rapidamente veio meu terceiro orgasmo antes dele tirar e ficar esfregando seu pinto na minha bunda, gozando e espalhando sua porra pelas minhas nádegas. Voltei a ficar de bruços e pedi pra ele me deixar sozinha. Mas ele antes de sair, novamente veio por cima do meu corpo e me dando um beijo na lateral do meu rosto.

- Você é a melhor mãe do mundo... Te amo e quero te ver sempre feliz.

Depois que ele saiu, ainda fiquei deitada por uns cinco minutos antes de ir me limpar. Dois dias fiquei praticamente sem coragem de olhar diretamente pra ele, que mesmo assim, quando estava na cozinha me agarrou por trás me dando um beijo.

- Tá com raiva de mim?



- Não! Só um pouco envergonhada!

Ele me dando um tapinha na minha bunda por cima do meu short.

- Sabe o que estou com vontade de fazer?

- O quê?

- Calma mãe, só fiz um carinho!...

- Você é um safado, isso sim!... Aí é lugar de colocar a mão?

- Posso colocar a boca, você quer?

Parece até que levei uma pancada na barriga e fiquei olhando pra ele um pouco assustada, que sorrindo levou a mão novamente na minha calcinha colocando-a meio de lado e passando o dedo direto na minha buceta. Meu coração passou a bater mais rápido do que o normal, e quando senti sua língua sendo passada na minha valeta vaginal e sua boca começando a chupar meu grelo quase tive um troço,

- Uuuuiiiiii! Não faça iiiiisssso! Meuuuuuu Deeeeuuuussss! É muiiiito goooossstoso!!!!

E rapidamente arrancou minha calcinha me dando um banho de língua que tive dois orgasmos seguidos. Só que ele ao parar, dei um pulo do sofá e deixando minha calcinha caída no chão saí rapidamente indo pro meu quarto. Me joguei sobre a cama e fiquei ali pensando no que tinha acabado de acontecer, do meu próprio filho ter me feito sentir o melhor orgasmo da minha vida. Deitada de bruços logo senti duas mãos apalpando minha bunda, e sem me virar.

- Nós não podemos filho!...

Ele passou a beijar minhas nádegas e ao mesmo tempo enfiou dois dedos na minha buceta.

- Não filho! Não! Nãããoooo!..

Ele parecia ter se transformado num tarado e continuou socando seus dedos me fazendo começar a gemer de prazer. Ele deitou por cima do meu corpo e chegando perto do meu ouvido.

- Fica de quatro pra mim, fica!...

- Ahm? O que você vai fazer?

Falei, mas fui obedecendo e ficando na posição de cachorrinha pra ele, que logo senti algo encostando na minha buceta. Naquela altura eu já estava doida pra ser fodida pelo meu filho que após dar algumas esfregadas na portinha começou a empurrar pra dentro da minha buceta que já estava bastante úmida. Quando senti que ele tinha enfiado e começou a socar.

- Para! Para Gabriel! Eu sou sua mãe!!!

Mas ele colocando suas mãos na minha cintura continuou socando cada vez mais forte.

- Eu sei que você precisa de um homem mãe!...

- Mas não pode ser você!

- Ninguém vai ficar sabendo disso mãe!

Rapidamente veio meu terceiro orgasmo antes dele tirar e ficar esfregando seu pinto na minha bunda, gozando e espalhando sua porra pelas minhas nádegas. Voltei a ficar de bruços e pedi pra ele me deixar sozinha. Mas ele antes de sair, novamente veio por cima do meu corpo e me dando um beijo na lateral do meu rosto.

- Você é a melhor mãe do mundo... Te amo e quero te ver sempre feliz.

Depois que ele saiu, ainda fiquei deitada por uns cinco minutos antes de ir me limpar. Dois dias fiquei praticamente sem coragem de olhar diretamente pra ele, que mesmo assim, quando estava na cozinha me agarrou por trás me dando um beijo.

- Tá com raiva de mim?

- Não! Só um pouco envergonhada!

Ele me dando um tapinha na minha bunda por cima do meu short.

- Sabe o que estou com vontade de fazer?

- O quê?

- Enfia na mamãe, enfia!...

Gabriel foi se ajeitando entre minhas pernas, e colocando seu pau na minha buceta enterrou ele todo e começou a movimentar pra cima e pra baixo num ritmo cada vez mais forte que eu sentia seu saco batendo no meu rego. Gozei bem gostoso, e quando ele foi tirando.

- Goza dentro da mamãe, goza!...

Ele voltou e enfiar, dar mais algumas socadas e ficar deitado solto sobre meu corpo enchendo minha buceta com seu gozo.

Passei a ser a putinha do meu filho, que sempre que queria me foder me pegava em qualquer parte da casa, arrancava minhas roupas e metia sua piroca com vontade na minha buceta me fazendo urrar de prazer.

Meses trepando com meu filho sem mais nenhum constrangimento, chupando seu pau e ele chupando minha buceta, estava de quatro e ele socando na minha buceta, assim que gozei ele tirou seu pau e veio com ele esfregando no meu cuzinho que começou a piscar como se soubesse o que ia acontecer.

- Vai devagar filho... Não estou acostumada!

Senti ele passando saliva no meu buraquinho, e quando colocou e forçou, senti meu cuzinho ir se abrindo e engolindo aquele pau duríssimo... Parece até que voltei aos meus dezesseis anos, passando a rebolar pra entrar mais fácil.

- Vai filho! Vaiiii! Me rasga toda, vaaaaaiiiii!

Senti um prazer enorme dando a bunda pro meu filho, que passei a ser viciada em dar meu cuzinho pra ele, sempre que ele pede.

Adoro ficar na janela olhando pessoas passando na rua, pelada da cintura pra baixo, e o Gabriel fodendo minha buceta por trás.















terça-feira, 10 de setembro de 2024

Morena da academia - Contos Dos Contos Eroticos

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terça-feira, 3 de setembro de 2024

Ganhei minha esposa do meu vizinho

 De festa em festa, minha esposa Ana e eu nos divertimos muito porque gostamos mais do ambiente, fora o fato de que a maioria dos nossos amigos e familiares sempre gostaram da minha esposa por causa de sua beleza e de seu corpo que qualquer um gostaria. gostaria de ter na cama, na terceira ocasião que nossos vizinhos nos convidaram para passar uma tarde de churrasco e cerveja em sua casa para que Martín não perdesse de vista minha linda esposa, pois já havíamos notado os olhares de luxúria com que eu. olhei para minha esposa...

Em nossos encontros sexuais já tínhamos em mente que eu fingia ser aquele que transava com minha esposa, o que excitou minha esposa com toda sua luxúria e morbidez até que ela me implorou por eu gostaria que fosse real que ela estava cavalgando nele já que havia ocasiões em que ele acariciava seu pacote na frente de Ana que não fingia vê-lo, claro sem que sua esposa percebesse, alguns dias minha esposa visitava os vizinhos para conversar com sua amiga e que às vezes a conversa foi sobre sexo, que a amiga dela elogiou muito a esposa por ter uma boa ferramenta.

Um dia eu disse a ela na hora do almoço que se for preciso, o Martin queria fazer sexo, pois ele é muito mais velho que nós, mas o Martín, aos 71 anos. anos, continua em boa forma. Minha esposa me confessa que gostaria de ter bons momentos de sexo com ele e que irei observá-los como em outras ocasiões com outros homens desde então. Foi mais emocionante, quando terminamos. comendo ela foi para o quarto, que aproveitei para marcar no Martín e sair para o campo bege assistir ao jogo Enquanto ficamos um pouco lá olhamos um casal, e a mulher é muito boa, eu disse. ela Martín, se ele não gostava daquela mulher, o que ele respondeu foi quem não ia querer enfiar o pau inteiro numa mulher assim, então aproveitei para dizer a ela, Ana não iria gostar, ela até. salivei quando contei o que ela me olhou em silêncio. Por um tempo aproveitei e disse de novo, Martín de compás ou camarada la neta, você não gostaria de enfiar o pau na Ana ou não.

Martín respondeu, você tem certeza do que está dizendo, você está me oferecendo para foder sua esposa, sim Martín, se você ousar, eu lhe darei uma chance com uma condição, que você seja discreto e que eu esteja presente desde a verdade é que eu gosto de foder pau, você não será o único que transa com ela e outros fizeram isso e ficaram calados e graças ao silêncio deles conseguiram que ela fosse devolvida espetada em seus paus que você diz se ousa ou não, claro que me atrevo, quando e onde, ok Martín consegue uma casa e assim que tiver eu levo para você, quase imediatamente ele respondeu eu já tenho, ao lado da minha está a meu cargo e não sei como alugar, esclareço que Martín mora em frente à nossa casa.

Martín e sua esposa, não se preocupem com ela, apenas me digam que horas e estarei esperando por vocês. Amanhã às 10 da manhã parece ótimo para vocês, sim, claro e se quiserem, vou transar com ela uma vez. e para todos, não, Martín, será amanhã e está combinado.

Quando ele chegou em casa ao anoitecer, eu disse à minha esposa Ana que fui ao campo assistir beisebol com o Martín, e dava para ver luxúria nos olhos dele, e aproveitei e contei a ela o que havia acontecido, e eles acreditariam que eu queria sair naquele mesmo dia enquanto ela estava lá com ele fodendo o que eu disse não porque já era tarde e estava muito tranquilo fora os outros vizinhos conversando fora de suas casas e eu suspeitaria porque só ela e eu entramos. aquela casa com o Martín

Quando acordei eram 7 da manhã e a Ana já estava acordada olhando pela janela para a casa do Martín, que imaginei estar quente e com vontade de ir embora, faltavam 15 minutos para as 10h uma mensagem. veio no meu CEL, era o Martín dizendo já estou dentro de casa, aqui estou te esperando a porta estará aberta para você entrar e você não imagina como esperei por um momento como esse. para foder sua esposa. Já faz muito tempo que eu queria pedir a bunda dela, mas que bom que foi você quem me pediu, eu ofereci para poder foder como quisesse..

Sendo o indicado . vez, saí de casa com minha esposa e fomos até a casa dos vizinhos e perguntei ao Lore sobre o Martín, que ele respondeu que foi tirar algumas medidas de algumas janelas e que eu chegaria atrasado, meus leitores deveriam saber disso. Martín é ferreiro, ele faz portas e janelas, eu atendo Lore, digo que vim procurá-lo por favor, nos despedimos e Lore fecha a porta, que era a hora de entrar imediatamente na casa onde Martín estava esperando. para nós e uma surpresa berry Martín estava nu com o pau em pé e a verdade é que não sou gay mas ele estava lindo, grande, gordo e bem barbeado o que fez minha esposa Ana até salivar ao ver TAL pau, Martín O a primeira coisa que ele falou foi, vamos ver, putinha, é muito legal, você quer experimentar esse pau, aqui está, vem pegar Ana, sem falar nada, se aproxima e agarra, começando a acariciá-lo desde o início. bolas até a ponta enquanto se beijavam. Que naquele momento o Martín não perdeu tempo em deixar minha esposa nua, o Martín coloca as mãos nos ombros da minha esposa e a faz descer e começar a beijar o pau dele. um pau, andar com a língua dela me deixou louco, então fui eu que mandei ela chupar, amor, como você sabe, ela é toda sua, não é assim, vizinha, sim, claro, vizinha é toda dela e vai ser quando ela quiser né vizinha, Ana desce e começa a conversar com ela dando um bom boquete que com certeza deixou a garganta do Martín seca de tanto exalar ar pela boca de tanto que ele estava gostando.

Quando Martín pensou que ia se esvaziar, pediu à minha esposa que ficasse de quatro para penetrá-la o mais rápido possível, e foi ela quem abriu as nádegas para permitir-lhe a passagem livre. Tal pau a penetrou por um longo tempo. vez, fazendo-a rugir de prazer que não duvido nem um pouco daqueles que estavam passando pela calçada e ouvindo Ana continuar enfiando o pau nele.

Então papai enfia seu pau em mim

Que pau gostoso você tem

A culpa é do Lore por me dar desejo

Então me dá força mostre pro seu vizinho como foder a puta da mulher dele

Olha amor que pau grande o vizinho tem dói, mas eu gosto

Verdade Que você me traria para que Martín continuasse a me foder

Continuamos com a história

Martín parecia não se cansar de colocar o pau nela, ele tirava, deixando apenas a ponta nela. buceta e depois empurrar e empurrar todo o seu pau até a base, o que fez Ana dar tantos gritos de dor e alegria que até um momento vimos sombras de pessoas na janela, que sabíamos que estavam parando para ouvir e imaginar tal merda que colocaram em uma mulher na frente do marido porque Ana não disse, mas gritou,

olha amor como nosso vizinho me fode, olha como ele me espetou, olha como ele me faz a porra da verdade de que você gosta de mim. ser uma puta com seus amigos que sua família ama... Martín

quando soube daquela parte da família ficou ainda mais excitado ISO bateu nele com muito mais força do que era hora de eu terminar de jogá-lo e encher a buceta da minha esposa. fode e grita Martín para que até a família desse vizinho corno te foda, sim Martín seus tios e sobrinhos me foderam mas ninguém tem Um pau tão rico quanto o seu, papai, dá pra mim com força, goza dentro de mim, entre em mim, quero sentir como você me preenche por dentro. Quando Martín começa a ficar tenso, foi o momento em que joguei jatos de mecos na pucha da minha esposa, que finalmente disse a ele que sou seu papai, quando você quiser. Serei sua e de quem você quiser né amor o que eu só disse sim ame quem ele quiser, a essa altura eu já estava me masturbando e jogando sêmen no chão como nunca tinha jogado antes...

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segunda-feira, 2 de setembro de 2024

Peituda sarada e gostosa

 


Doce vingança

 Olá amigos leitores,hj vou lhes contar ocorrido desta semana,que me rendeu muita porra e ao mesmo tempo remorcio.

Tudo começou no sábado passado quando meu marido combinou comigo para irmos passear em uma cidade tradicional em venda de malhas no interior de SP.

Na sexta-feira a noite estava tudo certo e no sábado ele me acorda e diz que infelizmente não poderíamos passear pois tinha de ver um atendimento de emergência uma manutenção e que iríamos durante a semana.

Eu já estava ansiosa havia combinado com minha irmã pra irmos juntos e tive de desmarcar .

Fiquei muito irritada e acabei brigando com ele.

Eram umas 10:00h do sábado ele já estava fora e eu liguei para sua mãe para saber se ele havia passado lá pois a manutenção era próximo quando ela me responde que sim já havia passado e que eles tinham saído pra ir a um passeio de trem que já tinham combinado.

Nossa ,fiquei muito brava e eu com raiva fico uma pilha.

Desta vez resolvi fazer algo pra deixar ele muito puto ,pois assim que eu estava me sentindo e queria que ele sentisse na pele coisa igual ou pior.

Então liguei para um amigo nosso em comum e perguntei se estava fazendo algo , ele disse que estava atoa e que não tinha planos.

Então contei a ele o ocorrido e ele se ofereceu a ir comigo ,que me levaria sem problema algum.

Já era um pouco tarde pra ir até essa cidade então disse pra irmos a SP,ver umas compras de roupas.

Fomos, fizemos algumas compras e na volta ,já eram quase 1730h paramos em um lugar pra tomarmos um café . Batemos um bom papo e o assunto de meu marido surgiu e fiquei muito irritada onde nosso amigo pois a mão em meu ombro e me pediu para acalmar.

Eu me silenciei e com sua mão ainda em meu ombro fiquei mais calma ,mas algo mexeu comigo nesse momento e minha raiva deu lugar a uma gostosa vingança.

Disse a ele brincando que ia dar pra o primeiro que aparecer e dei risada.

Ele pra descontrair já falou ,opa tô na frente na fila kkkkk.

Então disse a ele em tom de brincadeira ,ele ficaria muito puto mesmo se eu fizesse isso e se fosse com vc ,.

Aí ele que não e bobo nem nada já disse,tá entre amigos ,fica bravo não.

Saímos de lá e pegamos estrada pra vir embora,no percurso ele brincou novamente,e aí? Vamos ? Apontando ele pra um motel na estrada.

Eu ,sorri e brincando disse ,bora botar mais um galho nesse corno..

Ele nem titubeou,ligou a seta do carro e entrou no motel.

Eu a princípio achei que ele ia só fingir que ia entrar e ele entrou mesmo.

Não contrariei,deixe e aquilo me acendeu um tesão.

Entregamos documentos ,pegamos uma suíte e entramos. Suíte maravilhosa e fazia dias que não transava ,não me fiz de culpada em momento algum e estava com uma calca pantalona jeans e uma calcinha até sensual nos beijamos gostoso e ele logo foi logo tirando minha roupa me deixando apenas de calcinha e camiseta.

Minha bucetinha depilada , estava pulsando e toda inchadinha de tesão.

Fez um volume na calcinha onde recebi elogios imediato.

Ele me tocava com muito tesão e aquilo me deixou doida e também comecei tocar ele.

Que rola gostosa e babona.

Passei a mão estava melada e não me fiz de rogado e cai de boca e lambi todo mel que escorria.

Que tesão gostoso ele me enviou dois dedos um na buceta e outro em meu rabinho que tremi de tesão na hora e sentia seu afoito por mim.

Ele me chupou gostoso e gozei logo de cara em sua lambida em meu clitóris.

Gozei duas vezes antes dele me comer.

Seu pau grosso e cabeçudo me dava tesão e colocava todo na boca. Senti uma gozada bem farta na boca e continue chupar.

Chupei até que ele ficou rijo novamente e ele já me comeu gostoso ,socou muito em minha buceta até gozar de novo. Desta vez dentro de mim.

Com a buceta toda espumando da suas socadas ele passou a mão e me deu para lamber .

Transamos mais uma vez onde ele comeu meu cuzinho e me deixou cheia no rabinho e fiz questão de tomar banho e não tirar .

A noite quando cheguei em casa meu marido já havia chegado tbm não dei nem desculpas e fui conversando normalmente.

Ele me perguntou onde havia ido e só respondi que sai .

Ele não questionou e deixei como estava .

A noite na cama ele me procurou eu estava com a calcinha socada e com rabinho ainda escapando alguma porra pois não tirei .

Ele me chupou a buceta ,e disse que estava com cheiro se fêmea no cio me lambeu o rabinho e apenas uma passada de língua ,quando estava sempre acostumado a ficar mais tempo.

Levantou se e foi me penetrando e e com rola muito dura meteu em mim e urrava de tesão.

Pediu pra comer meu cuzinho eu deixei ,para minha vingança se concretizar.

Quando ele tirou seu pau saiu muita porra e ele não e bobo sacou logo que eu tinha aprontado.

Perguntou apenas quem foi o felizardo .

Eu disse que seria meu segredo e se não quisesse brigar pra ficar quietinho e apenas gozar de novo .



quinta-feira, 15 de agosto de 2024

Experimentar o famoso pau preto!

 Olá, eu sou a Carol. Aquela ninfomaníaca nascida no ano 2000 viciada numa boa esporrada. A história que vou contar hoje aconteceu há cerca de um ano e meio. Fui de férias já sem restrição da pandemia e fui com duas amigas para Marselha. Foi uma daquelas viagens planeadas em cima do joelho tudo à pressa. Ficamos numa casa com 4 andares, cada andar era um apartamento. A gente ia ficar uma semana então os primeiros 5 dias foram normais. Porém no 6º dia elas as duas saíram e foram ter com família delas eu fiquei sozinha e acabei saindo sem a chave de casa. Eu tinha saído perto das 10h da manhã eram 12h e eu sem nada na porta do apartamento. Como elas estavam a cerca de 70km de mim eu fui no vizinho de baixo pedir ajuda. Abre a porta um brasileiro pele bem escura me convidou a entrar, eu aceitei obvio e comecei a pensar é hoje que experimento a primeira piroca preta.

Conversa vai conversa vem e ele diz que eram 7 homens trabalhando numa empresa ali perto que alugaram aquela casa ali para eles ficar pois eram da zona de Lion. Assim como era dia de folga semanal eles tinham ido passear e só ele ficou em casa. De conversa perguntei se era casado falou que tinha namorada uma brasileira pretinha mostrou foto dela e era bem gostosa bucetinha de chocolate sabem. Aí eu falei pra ele se tinha saudade dela ele falou que sim e com aquela conversa ele entendeu o que eu queria. Pegou pelo meu pescoço me beijou e disse se ela não sabe não fará mal. Eu fiquei bamba e comecei a alisar o pau dele. Ajoelhei pra ele baixei a bermuda dele e soltei a cobra preta. Tinha uma piroca grossa e comprida não sei dizer exatamente mas tinha mais de 20cm era um pirocao sabe. Comecei a chupar e lamber mais lamber que mamar porque não consegui meter tudo na boca, lambuzei com o pau e ele falava vai ser a minha putinha branca hoje e eu dizia enraba a sua branquinha vai. Fiquei mamando por um tempo e pedi muito pra ele me afundar o pau no rabo ele falou que queria buceta eu tinha medo daquela piroca tão grossa. Aí ele pegou me despiu rasgou minha calcinha pega em mim e apontou na buceta eu ali no colo dele não podia fazer nada parecia uma boneca de metro e meio nas mãos de um preto de quase dois metros. Estava tão molhada que entrou sem esforço e me comeu ali suspensa nos braços dele que estava em pé me comendo como se fosse uma boneca. Passado meia hora eu já tinha gozado muito e ele me pousa no chão molhado do meu gozo todo e goza bem na minha boquinha eu bebi tudo abro a boca vazia e começo a ouvir bater palmas. O meu pretinho ficou assustado a gente tava fodendo de costas pra porta nem sentiu os colegas dele chegar. Aí eles falaram e eu entendi que eles queriam me comer e eu queria mas fiquei assustada e comecei a perder o tesão. Eles então chantagearam a gente dizendo que se não desse pra eles, eles contavam pra mulher do meu pretinho que ele havia encornado ela comigo. Eu acedi dizendo que eu ditava as regras para eles me comerem. Tinha agora 6 pretos para me comerem só 2 falavam português pois eram angolanos eram pirocas pretas pra mim que não acabava. Ajoelhei e fui mamando, confesso que mamar pica preta não me satisfaz, é muito grande para caber na boca e não me dá o prazer que dá mamar uma piroca que cabe toda na boca sabem. Então mamei por um bocado até um deles deitar no sofá e eu subir nele para ele comer a buceta encharcada. Aí um deles que tinha a piroca mais pequena mete na minha boca e eu fui mamando ele com vontade até ele gozar na minha boca e eu engolir tudo. Ele sai e vai batendo punheta olhando pra mim sendo comida pelo amigo, o meu amigo volta e mete na minha boca e fala que ia enrabar a branquinha agora. Eu fiquei preocupada eu já tinha feito dupla vaginal e anal mas não com duas cobras daquele tamanho, e foi maravilha. Dois caras apertando o meu corpo no meio deles com pau nos buracos até ao talo, gozei muito pedi pau na boca e bati punheta pra um deles enquanto estava esmagada pelos dois pretos. Gostei muito, aí eles saíram e vem mais dois noutra posição um sentou e eu sentei de rabo na vara, com a buceta virada pra frente e outro vem comer a minha buceta. Ficamos ali por uns 10 minutos até eu gozar novamente. Depois eu sentei no sofá e os caras começaram a gozar em mim, nem esperavam eu abrir a boca fiquei toda melada foi cara foi peitos foi cabelo foi tudo. Aí levantei eles me deram minha roupa ou o que restava da minha roupa e eu saí do apartamento deles. Fiquei sentada na porta de casa de buceta ardendo cheia de esperma na cara e cabelo um cheiro de leite que se sentia ao longe e sem chave. Esperei desde as 15h até perto das 18 horas até minha amiga chegar. Até ao dia de hoje ela pergunta o que aconteceu comigo. Nunca quis contar pois naquela altura fiquei com raiva dos filha da puta que só quiseram me comer e não ajudaram. Hoje conto de consciência tranquila. Mas a partir desse dia pau preto só um de cada vez. Beijo.









Tranny Long Mint

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Madrasta ninfomaníaca fode o enteado

 

                        

Amanda Rae