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sábado, 27 de maio de 2023

As Panteras - Peguei a mãe e as duas filhas - Parte 3

 

               

Vinny é acusado de estuprar as duas filhas de Ana, sua atual mulher. Porém, ele afirma que é inocente, pois elas estavam com vontade de dar. O que dizem as filhas? E a mãe? Pois bem, você fará o julgamento final ouvindo a versão de cada um.

As Panteras - Peguei a mãe e as duas filhas - Parte 2

 

         


Vinny é acusado de estuprar as duas filhas de Ana, sua atual mulher. Porém, ele afirma que é inocente, pois elas estavam com vontade de dar. O que dizem as filhas? E a mãe? Pois bem, você fará o julgamento final ouvindo a versão de cada um.

As Panteras - Peguei a mãe e as duas filhas - Parte 1anal, bunda grande,

 

              

sexta-feira, 19 de maio de 2023

Rapidinha anal com a casada fogosa

 Olá, como já narrei em outros contos, vivo na serra gaúcha, em uma grande cidade, e aqui as coisas mais incríveis acontecem. Como narrei no conto anterior, conheci mais de perto a Lu, casada, e que trabalha no restaurante onde eu almoço com meus colegas de trabalho. Pois bem, após a Lu chupar meu caralho e sugar cada gota de porra, ficou a promessa de que ela me daria o cuzinho, e promessa é dívida Passada uma semana, eu não aguentava mais de tesão, vontade de enrabar aquela safada, que me ligava todos os dias e mandava mensagens dizendo querer me encontrar. Naquela terça-feira, passei quase uma hora conversando com ela, com o pau latejando dentro das calças, a sairmos para dar uma volta quando ela saísse do trabalho. Ela resistiu muito, alegando que não, que era perigoso, que o marido podia ir buscar

ela de surpresa… blá, blá, blá… Depois de alguma insistência, topou, me chamando de louco. 18 horas, e pego ela próximo ao restaurante. Sigo rumo a perimetral da cidade, e ela perguntando onde estávamos indo, quando chegamos a um motelzinho bem barato, pertinho de uma grande multinacional aqui da cidade. Entro e peço uma suite, e ela apavorada, que alguém poderia ver ela e entregar para o marido. Eu tranquilizei ela dizendo que os vidros escuros do meu carro não deixam quem está dentro ser visto. Chegamos a suite, e de cara já fui encoxando ela na garagem mesmo, e sacando o pau duro como ferro das calças…. ela não se fez de rogada e me puxou pelo pau para dentro do quarto, punhetando minha vara… deitei na cama, e ela caiu de boca, chupando forte e rápido, me olhando com uma cara de puta que só ela sabe fazer… estava prestes a gozar, então saquei o pau da boca dela, pulei para detrás dela e não quiz nem saber de buceta, passei gel e fui atochando o caralho no cú dela. Nossa, que delícia! Algumas mulheres tem o dom de dar o cú, e a Lu é uma delas. Ela gemia alto, encravava as unhas na cama com força e rebolava enquanto meu pau deslizava alargando aquele buraco delicioso e apertado.”Ai… seu louco… tá alargando meu rabo…ai seu cachorro…” ela murmurava, e eu socando até as bolas. Quando entrou tudo, dei uma estocada bem funda, e ela gritou “Ai, louco… assim vc me enlouquece safado… come esse rabo que eu preciso ir pra casa fazer janta para aquele corno…ai…” comecei a socar rápido e com força, queria destruir o rabo daquela vadia… mandei muita rola naquele buraco, e com muita força. Coemecei a sentir um cheiro estranho e sim, ela não estava mais segurando as pregas e começou a borrar meu pau com m… que droga… fico muito puto quando isso acontece. Peguei ela forte pelos cabelos, e meio que montei com ela de quatro, e comecei a socar forte meu caralho até o talo.. “Sua puta! Tá cagando na vara, tu vai ver agora, vou encher esse rabo de porra sua vagabunda!!” Ela gemia alto.. “Ai, vai, goza no meu cú que não to conseguindo mais segurar!”… engatei a quinta e bombei, bombei muito rápido no rabo dela, até que não deu mais de segurar e enchi o cú dela de porra, vários jatos de porra… ao ouvir meus berros e sentir meu pau esguichando nas entranhas do rabo dela, a vagabunda gozou… deu um suspiro forte, retesou todo o corpo e caiu com o corpo trêmulo na cama. Ficou ali, uns 5 minutos, com o rabo aberto e cheio de porra misturada com m… Olhei aquela bunda deliciosa, com aquele buraco arregaçado e me deu muito tesão… bati uma punheta e gozei nas costas dela a pouca porra que estava sobrando no saco. Terminada a foda, eu já com o saco descarregado, e ela se vestiu, sem banho nem nada. Ofereci um banho a ela, mas ela disse que não, que estava com pressa porque o marido ia buscá-la na saída do “cerão”, as 20:30 e já eram 19:50, e além do mais, queria ir com meu leite no rabinho para casa, para “sentir um pouco mais o gostinho” 🙂 Fomos embora, e deixei ela no lugar marcado. No dia seguinte ela me contou que o marido foi dormir cedo, e que ela ficou com meu leite no rabinho até antes de dormir, e que quando foi para o banho, gozou com uma siririca enquanto minha porra escorria do cuzinho dela. Fiquei com tanto tesão que pedi mais uma rodada, e ela cedeu com prazer. Na próxima conto foi essa terceira rodada. Abraços!

Paola Celeb

 


Fodendo a vizinha novinha virgem

 


Olá…. tenho 38 anos, sou casado e viciado em sexo. Minha esposa acabou perdendo o interesse depois que a gente teve filho, por isso eu vivia na punheta ou tendo um casinho aqui e outro ali. Tenho uma vizinha, que tem 20 anos e é de uma família bastante religiosa que mora na casa ao lado da minha.

O pai dela e a mãe são muito rígidos, daquele tipo que ela não podia namorar de jeito nenhum, tinha que conhecer um rapaz da igreja e casar. Imagina que saco não era a coitada não poder experimentar os prazeres da carne. Eu falava com ela e com a família dela numa boa, já conheço todos a muitos anos e com o passar do tempo a garota foi ficando cada dia mais uma mulher muito linda.

Eu passava e olhava pra ela e ela correspondia sempre muito educada, eu achava ela linda mesmo com aquelas roupas comportadas, mas um dia tudo foi diferente, eu fiquei de fazer um favor para a mãe dela (sou eletricista) só que no dia a velha saiu e disse que a filha estava lá, mas quando entrei sem fazer barulho não vi ela pela sala.

Resolvi ir ao quarto dela na maior cara de pau e quando chego lá advinha? Peguei ela de shortinho dançando funk toda gostosa com a papada da bunda aparecendo. Nem parecia a mesma pessoa, ela tava muito gostosa, cara de putinha mesmo e assim que me viu ela tomou um baita susto, me pediu mil desculpas e pediu pra eu não contar nada pra ninguém sobre isso.

Eu disse que entendia, seria nosso segredo mas que ela ficava muito gatinha dançando. Ela baixou a cabeça sem graça e disse que precisava se trocar. Eu nem preciso dizer que fiquei doido de tesão né? Depois que me despedi dela fui pra casa e toquei uma punheta pensando naquela ninfeta gostosa. Eu precisava comer ela com urgência, meu cacete implorava por isso.
Eu mandei mensagem pra ela no whatsapp e pedi pra me enviar algumas fotinhas. Ela relutou bastante mas eu insisti e disse que ela poderia confiar em mim, então ela mandou uma foto de sutiã, mas eu queria mais, só que fui com calma e com o tempo fui convencendo ela a mandar mais fotos e um dia tarde da noite minha mulher dormindo eu mandei mensagem pra vizinha perguntando se ela já tinha se masturbado.

Ela ficou horrorizada, disse que isso era um pecado e que ela nunca tinha feito isso. Eu fiz um vídeo meu na punheta, enviei pra ela e perguntei se ela gostou. Ela demorou um tempão pra responder mas depois disse que gostou, então eu sem aguentar, pedi pra ela se encontrar comigo e ela acabou topando.
No dia seguinte ela matou aula na faculdade e encontrou comigo no shopping perto de onde morávamos. Eu comecei a conversar com ela e disse que queria ir num motel, mas ela já foi falando que era virgem e isso e aquilo mas consegui convencer ela a ir comigo. Chegando lá ela ficou surpresa com o lugar.



Ela tava tímida, toquei nela e senti seu corpinho arrepiar inteiro, mas mesmo assim ela ainda tava dando uma de tímida, não falava nada. Eu beijei o pescoço dela, toquei na sua cintura e ela soltou um gemido baixinho, aproveitei peguei na sua bunda, apertei de leve e meu pau quase explodia na calça. Perguntei se ela queria que eu parasse, ela disse que não de cabeça baixa então continuei.

Tirei a roupa dela, comecei a beijar seus peitinhos gostosos, ela gemia baixinho de cabeça baixa mas quando toquei na sua bucetinha toda molhada ela não aguentou e gemeu gostoso. Ela pediu pra eu ir com calma porque ela tava nervosa, nunca tinha feito isso e eu fui o mais carinhoso possível. Perguntei se ela já tinha pego numa rola, ela disse que não, então coloquei a mão dela no meu pau e fui guiando uma punhetinha desajeitada.

Pedi pra ela me chupar, ela caiu de boca desajeitada também mas fui pedindo pra ela engolir, segurando sua cabeça e depois de uns minutos de boquete a safada tava craque na mamada, parecia que a safadinha já tinha feito isso antes e tava só me enrolando. Eu percebi que se ficasse assim ia gozar logo, então peguei a magrinha no colo, coloquei na cama abri bem suas perninhas e comecei a chupar sua buceta peludinha.

Achei um tesão aquele caminho suave de pelinhos claros na sua xaninha, penetrei minha língua e arranquei vários gemidos gostosos dela, uma delícia sentir o gosto daquela safadinha. Eu chupei com vontade, ela se contorcia, gritava, pulava, apertava os lençóis e senti que ela tava gostando e tava na hora de fazer a safada sentir meu pau na sua bucetinha.

Fui penetrando ela devagar, quase que ela chora, ela pedia pra eu parar e ficamos um tempão assim pra eu conseguir meter tudo. A buceta dela era muito apertadinha. Eu consegui meter, ela gemeu de dor, fui socando devagar e logo meu pau já estava acomodado naquela bucetinha gostosa. Fiquei ali metendo, arrancando gemidos daquela gatinha tímida, enfiei a língua em sua boca, chupei seus peitos e fodi gostoso, como a bucetinha dela apertava meu pau, era uma sensação única.

Depois de um tempo eu gozei na camisinha e quando tirei tinha um pouquinho de sangue, mas ela ficou de boa, tomamos banho e voltamos pra casa. Depois dessa foda a safadinha ficou viciada no meu pau e depois de um tempo veio atrás pra outra trepada gostosa.

Comendo a mãe da namorada

 


Há mais ou menos um ano, eu namorava com uma moça chamada Verônica. Ela morava só com a mãe. Verônica era muito gostosa e nós transávamos praticamente todos os dias, em motéis, na praia, piscina… Mas tenho que te confessar uma coisa… talvez vc até ache isso demais, mas eu sempre tive muito tesão pela mãe dela. Ela é uma coroa enxuta, loiraça, nos seus trinta e poucos, pernas grossas, bunda grande, um violão. Num dia de sábado pela manhã, fui até a sua casa, dona Rosa (a mãe), me atendeu à porta, ainda de camisola, e me disse que Verônica tinha saído. Perguntei se poderia ficar na piscina e ela prontamente concordou. Entrei, pus minha sunga e fiquei nadando… de repente, dona Rosa se aproxima da piscina, com um biquíni minúsculo e se deita na borda… não consegui mais nadar direito. Ela me provocava, se virando , de costas pra



mim, com aquela bunda apetitosa toda empinada. Acho que ela percebeu sob a água que meu pinto estava como pedra. Então, ela usou o velho truque de tentar passar bronzeador nas próprias costas… e eu, claro, imediatamente me dispus a ajudar minha sogrinha. Quando eu saí da água, ela viu o volume dentro da sunga. Eu tive que ficar ajeitando o bicho, pra ele não saltar pra fora. Comecei a passar o bronzeador nas suas costas, fazendo uma massagem nos ombros. Ela pediu pra eu passar mais em baixo, e fui descendo, descendo , até chegar à sua bunda. A essa hora , meu caralho parecia que iria explodir, eu enchi a mão naquela bunda gostosa, nas coxas grossas e roliças, ela ficava gemendo baixinho e discretamente rebolando a bundinha… com esse sinal verde, eu afastei seu biquíni e passei o dedo na sua bucetinha, ela gemeu mais alto, então passei a massagear seu clitoris e com o dedão esfregava seu cuzinho… ela gritava e rebolava na minha mão, então ela se virou e arrancou de uma vez minha sunga , e passou a chupar meu pau… que delícia de chupada! ela era muito experiente e subia e descia na vara, massageando minhas bolas… ela me chupava e depois tirava a boca do pau, e perguntava se eu tava gostando, se ela chupava melhor que a filha, etc. Eu a chamava de putinha gostosa e ela dizia que eu era seu macho… aquelas palavras obscenas me fizeram gozar na sua boca… então ela disse que agora era a minha vez de fazê-la gozar… ela se deitou e abriu as pernas e eu caí de boca naquela buceta tão sonhada… Era grande e cheirosa e eu chupava toda, enfiando a língua bem fundo… ela chorava e pedia mais… e eu fuçava todos os buracos, passando a língua pelo cuzinho, então ela pegou no meu pau e mandou que eu a fodesse. Coloquei-a de quatro e fui enfiando devagar naquela buceta grande, porém muito apertada. Ela rebolava e jogava os quadris para trás, pra entrar tudo de uma vez, então comecei a aumentar o ritmo , metendo com força naquela gostosa, até gozar gostoso dentro dela. Depois disso, nos arrumamos e ficamos nos beijando na piscina, até que Verônica chegou, mas não desconfiou de nada. Depois disso, passei a comer a mãe da minha namorada frequentemente, até que eles viajaram e nosso relacionamento acabou

sexta-feira, 12 de maio de 2023

Bocão


 

Cintaralho, massageador, língua nas bucetinhas e muitas gozadas , assim terminou a reunião com minhas amigas no meu apto

 

                       

Pirocudo adora chupar buceta


 

Sexo lésbico com sua namorada

 

      
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Nossa que tiro !


 

Morena gostosa

 


A VIDA DO LUCAS

  


#1 - Meu Vizinho Francisco


Meu nome é Lucas, tenho 18 anos (recém completados), moro em um apartamento com dois irmãos mais novos: o Matheus e o André, minha mãe e meu padrasto. Sou moreno claro, estatura mediana e sou meio tímido, por isto não faço muitos amigos, mas quando faço... é para sempre!


Meu vizinho do lado é o Francisco, de 15 anos, magrinho, loirinho e amigo de todos: anda cheio com coleguinhas. Ele tem quase minha a altura e se diz O Comedor do Condomínio. Não conversamos muito, ele é mais amigo dos meus irmãos.


O prédio onde moro é cheio de câmeras e na sala da segurança só fica uma pessoa, o Lúcio, um cara enorme e quieto. Certo dia ele me encontrou no elevador e do nada me perguntou se eu queria ganhar uma grana. Sem maldade, respondi que sim. Ele disse que viajaria à noite e precisaria de alguém na sala da segurança para olhar as câmeras e avisar pelo rádio aos demais se eu visse algo estranho. Eu aceitei. Ele me deu as instruções e me mandou não falar a ninguém, pois pretendia não perder a grana de uma noite e me daria metade.


Meus ''pais" viajaram (eles são políticos) e eu fiquei com meus irmãos. Deu 21:30 eu disse para eles irem dormir. Eles obedeceram e eu corri para a sala da segurança, trabalhar. Por 10 minutos achei divertido, depois ficou chato, só monitores, sem Facebook nem nada! Resolvi entrar no WhatsApp: peguei meu celular e quando abri o app já tinha uma foto de uma menina pelada (I am bi) e outra, e outra, esses grupos... Comecei a ficar de pau duro, sem querer. De repente bateu aquele tesão que não deu em outra: punheta na Sala da Segurança. Estava de short, era curto e só pela perna eu já podia pegar meu pau sem esforço.


Quando estava quase no auge, olho para a câmera 11 (jardim lateral) e vejo alguém pagando o boquete para outro cara. Não vi o rosto do boqueteiro, só vi uma pulseira em cada pulso. O boquetado era um magrinho que curtia muito aquilo, aparentemente.


Os garotos sumiram do ''meu alcance'', mas, quando era 01:00 eu, sonolento, vejo o magrinho e o boqueteiro entrando no elevador. Os dois começam a se punhetar ali mesmo, o boqueteiro fica meio nervoso mas o outro parece tranquilizá-lo, achando que ninguém os via naquele horário, como de fato não via, os vigilantes, mesmo sendo jovens ainda, só dormiam, como idosos aposentados.


No elevador, o magrinho puxou a cabeça do outro para seu pau, o outro abaixou e começou a chupá-lo, sem destreza nenhuma, mas o magrelo gostava, erguia a cabeça, gemendo de tesão. Numa dessas erguidas pude ver seu rosto: era o Francisco, meu vizinho! Isso me deu um tesão enorme, nunca senti aquilo, estava com vontade estranha... de pegar meu vizinho.


O elevador deles pararam no andar do outro garoto, que eu não conhecia, e os dois foram cada um para seus apartamentos.


Na noite seguinte, por volta das 20:00, Francisco bate na minha porta e pergunta por meus irmãos:


- Matheus tá aí, Lucas?


- Não, foram dormir com minha tia hoje - respondi.


- Meus pais saíram e eu iria ficar aqui assistindo ou na minha casa.


Já pensei besteira: Eles sozinhos numa casa... não daria certo!


Mandei-o entrar e esperar um pouco enquanto eu ligava para minha tia. Ele aceitou e sentou no sofá, sem camisa como de costume e aparentemente sem cueca. Liguei para minha tia; os meus irmãos já estavam dormindo, mas Francisco estava tão largado que resolvi cuidar dele naquela noite: ofereci comida e um banho.


Enquanto ele tomava banho pude ouvir seus gemidos, o safado estava punhetando no meu banheiro. Novamente me excitei e nem achei estranho, estava com tanto tesão que nem ligava pro fato de ter me descoberto como bissexual.


Voltamos a assistir comendo pipoca com leite condensado, e no filme surge uma mulher ''nua'' que logo depois boqueta o rapaz. Nos olhamos e sorrimos, eu comento:


- Isso deve ser muito bom.


- E é mesmo - ele responde - com certeza.


- Como você tem tanta certeza? (risos).


- Adivinha?


Arrisquei:


- Aquele amigo seu te chupou!?


Ele ficou branco como a neve, continuei:


- Eu vi, mas fique tranquilo, não contei pra ninguém.


- Não conte não, ok? 


- pediu ele, nervoso.


- Calma, Francisco, diz aí, como é? É gostoso? - Eu já sabia, é claro.


- É normal.


- Normal? Você já chupou também?


- Já, vimos na internet e deu vontade, eu chupei ele primeiro.


- Qual era maior?


- O meu - disse ele, orgulhoso.


- Mentiroso.


- É sim, eu já medi, tem 16 centímetros.


- Deixe eu ver se é verdade.


- Aqui - ele baixou a bermuda e deixou o pau à mostra, já duro.


- A minha tem 19 - disse eu.


- Mentiroso.


- Veja! -Tirei o short todo. - Quer chupar pra ver se é igual a do seu amigo?


- Eu não.


- E se eu colocar leite condensado em cima?


Ele viu o leite condensado caindo e foi experimentar, quando fui colocar mais leite, ele disse que não queria mais... Eu estava ficando louco de tesão.


- Está bom, Francisco?


Ele sinalisou com a cabeça.- Já está bom, se não eu vou gozar.





Ele ignorava e chupava quase tudo, o garoto gostou do sabor do meu pau.





Francisco chupava de um jeito tão amador porém tão gostoso que gozar era inevitável: ejaculei na cara dele, ele achou nojento, mas até que gostou, se recusou a provar, apenas chupou minha cabeça melada e só parou depois que meu pau ficou mole em sua boca.





A VIDA DO LUCAS 





#2 - Como Meti no Francisco 





Eu sou o Lucas, moro com meus irmãos e ''pais'', tenho um vizinho de 15 anos (eu tenho 18) e flagrei ele sendo boquetado. Criamos um laço de amizade e acabei sendo chupado por ele.





Depois do ocorrido, Francisco foi dormir em sua casa, eu já estava satisfeito com um boquete, meu primeiro boquete feito por outro garoto. Passei dias sem vê-lo e comecei a me preocupar: será que ele traumatizou, ficou com medo? Eu ficava de pau duro só em imaginar o que aconteceu e já me masturbava pensando nele, em sua bundinha, sua pele branquinha junto à minha, gozava horrores com cada cena.





Uma semana depois do seu ''desaparecimento'' ele bateu em minha porta, disse que iria para a piscina e queria que meus irmãos fossem juntos, mas por ''azar'' eu estava só, novamente.





Expliquei-lhe que meus irmãos tinham ido procurar uma escola nova com meus pais e iriam demorar. Pedi pra ele entrar e ele aceitou.





- Por que você sumiu? Foi por causa daquele dia? - perguntei.





- Que dia? - Parecia ter realmente esquecido.





- O dia em que você... é... me chupou...





- Não (risos), eu viajei com meu pai e minha mãe.





- Quer dizer que você não se aborreceu por ter chupado?





- Claro que não, eu gostei.





- Sério? Quer chupar de novo?





Ele mal acenou com a cabeça e eu já estava com o short no joelho e segurando meu pau. Francisco se aproximou e chupou rapidamente, como se estivesse com fome de pica.





Comecei a alisar seu cabelo e suas costas, ele estava sempre sem camisa.





- Por que não tira a bermuda? Tá quente aqui.





- Tá bom.





Deitei no sofá e mandei ele ficar por cima chupando (69), ele obedeceu e comecei a passar a mão na sua bundinha, redondinha e gostosa, quando percebi que ele começou a ficar de pau duro, muito duro.





Ele me perguntou:





- Você chupa meu pau também?





- Só se você me der sua bunda - disse esperando ouvir um não.





- Só se você prometer que não vai doer.





Nem respondi, comecei a chupá-lo, seus dezesseis centímetros pareciam vinte em minha boca, mal sabia o que fazer, mas em poucos instantes ouvi o Francisco soltar pequenos gemidos entre cada chupada em minha pica, continuei da mesma forma por quase dez minutos.





Depois de tanta chupada, levantamos e cobrei o que ele me devia, a bunda. Falei que seria simples: era só ele sentar e deixar seu corpo descer, prometi que seriam só cinco minutos, ele aceitou sem problema, garotos aventureiros são sempre determinados.





Meu pau estava seco, o moleque não deixou uma gota de saliva escapar; mandei ele chupar e deixar todo melado com sua baba. Em seguida sentei e mandei ele sentar por cima. Ficamos tentando mas nem a cabeça entrava, coloquei ele de quatro e, nem sei o que me deu, cai de boca naquela bunda, esquecida pelo sol. Eu sentia cada piscada que aquele cu dava. Francisco gemia e respirava ofegante.





Depois da lubrificada, ele voltou a sentar no meu colo, de costas, meu pau começou a entrar, sem muitos problemas. Francisco soltava um ''ai'' a cada um dos dezenove centímetros. Quando eu percebi que meu pau estava todo lá dentro, comecei a fazê-lo cavalgar, segurando sua cintura.





Ele gemia muito, achei que iria chorar, e falei que se ele quisesse parar um pouco ele poderia, aí ele simplesmente sentou completamente no meu colo e descansou assim: com meu pau dentro dele. Em poucos minutos ele voltou a cavalgar. Depois de tanta cavalgada, resolvi não cansá-lo mais, sem tirar minha pica de dentro de sua bunda, deitei por cima dele, ali mesmo, no sofá da minha sala.





Segurei-o pelo ombro e comecei a bombar, ouvindo seus gemidos fortes de dor e prazer. Falei em meio às ofegantes respirações em seu ouvido que quando ele desejasse parar era só avisar; ele concordou, mas não quis que eu parasse. A cada 5 minutos eu perguntava se ele queria parar, ele dizia:





- Não, só mais um pouco.





Depois de mais de quinze minutos na mesma posição morrendo de tesão eu não podia segurar mais meu gozo:





- Francisco - chamei sua atenção.





- Oi - respondeu gemendo.





- Vou gozar.





- Mais um pouquinho - querendo mais.





- Não dá, minha mãe já está chegando.





- Tá bom, pode gozar





Antes do Francisco terminar a frase eu já estava gozando em suas nádegas, jatos e jatos de porra quente, que espalhei com minha mão e sempre o apalpando.





Ele se levantou e foi ao banheiro, se limpou com papel higiênico, se vestiu e saiu para a piscina, mas antes eu disse para ele guardar segredo: ele acenou com a cabeça e saiu.





Fiquei lá, no sofá, só de camiseta, todo suado e com porra pingando em minha coxa

Orgia da boa


 

Amanda Rae