Viagem relaxante com meu concunhado – Eu e meu concunhado, casado com minha cunhada, viajamos para Buenos Aires. Fomos num evento cultural. Fomos jantar num restaurante muito bom e famoso. Bebemos bastante.
Já bem tarde resolvemos irmos para o hotel. Antes falei que ia no banheiro. Ele foi junto comigo. Quase tendo que segurá-lo para não cair. Fizemos xixi juntos no mesmo vaso.
Ele olhava meu pau e eu vi o dele. Como é grande. Avantajado.
Ele soltou algumas piadas.
Entramos no taxi e fomos para o hotel IBIS. Ficamos no mesmo quarto para economizarmos.
Subimos, eu escorando ele. O homem estava ruim. Nem aguentou tomar banho e nem retirar a roupa. Caiu na cama de qualquer jeito.
Tomei um banho. Vi que continuava igual deitou, resolvi ajudá-lo a ficar mais confortável. Retirei os sapatos e sua roupa. Todo nu, ajeitei seu corpo a longo da cama. Estava calor deixei-o assim sem cobrir.
Olhando seu pau. Pensei: como aguenta isso tudo, minha cunhada. Mole caído media uns 20 cem. Duro atingiria uns 30 cm pensei.
Deitei na outra cama de solteiro _ como gosto. Nu sem cueca.
Dormi pesado. Acordei com ele passando a mão na minha bunda e mexendo no meu pau.
Virei de costa, o quarto estava escuro.
Abri os olhos e vi seu pau enorme e duro, se masturbando.
Falou ele: oi cara deixa eu deitar aqui com você. Estava pensando na M…. gostos de encostar nela e abraça-la.
Deitou se nas minhas costas e começou a esfregar o pau na minha bunda. Senti o bicho quente. Passou o braço sobre meu corpo e começou a passar nos meus mamilos. Fungava no meu ouvido. Começou a falar no meu ouvido: Bucetão gostoso. Goza comigo, goza gostosa. Falava o nome de minha cunhada.
Peguei seu pauzão duro e coloquei entre minhas pernas. O bicho vinha na frente. Peguei sua mão e coloquei no meu pau. Fiquei com vontade também. É curto mais bem grosso.
Ele fungava no meu ouvido: faz eu gozar, vai dá uma chupadinha, depois eu te faço.
Fui me virando e deixei o meu pau no seu rosto.
Ele pegou e colocou na boca.
Eu peguei o seu, enorme, bati uma punheta gay e coloquei a boca. A cabeça. Ele empurrou, quase engasguei.
Ficamos assim. Eu movimentava na sua boca e ele na minha.
De repente começou a gemer e falar gostoso. Soltou um jato na minha boca. Eu acelerei, mas ele retirou da boca. Eu terminei esporrando no seu rosto.
Ele voltou para sua cama. Fui ao banheiro e lavei a boca.
No outro dia não tocamos no assunto. Parecia que não aconteceu nada.
Repetimos a dose na noite seguinte porque no outro dia saiamos cedo para voltar ao Brasil.
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